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    Quantas postagens devo fazer por dia?

    Uma das perguntas que mais ouço: Elis, quantos posts devo fazer por dia em minhas Redes Sociais?

    É importante fazer uma pesquisa sobre o segmento em que atua. E montar seu planejamento de conteúdo para cada um de seus canais digitais.
    – Não faça várias postagens de uma vez!

    Se você usar ferramentas de agendamento que geram relatórios como o Mlabs, Hootsuite ou Agora Pulse, vai perceber pelos gráficos que da mesma maneira que ganha seguidores, também se perde com posts em excesso. Ou seja, se você tem muito conteúdo para postar, organize para publicá-lo em momentos diferentes. Uma saída pode ser postagens hora em hora, com temas alternados e interessantes.

    No Instagram, no máximo 1 postagem por hora, usando as hashtags relacionadas ao tema do post.

    No Facebook (página), se você tem muitas fotos, ao invés de postar uma por uma, que tal fazer um álbum de fotos? É mais eficiente e não cansa os seguidores da Página com um montão de postagens seguidas. No Face é possível fazer transmissões ao vivo em vídeo, fazer pelo menos 1 por semana. Comunique com antecedência aos seguidores em todas as suas redes sociais. Vale a pena conversar com o público, ler comentários, inclusive, identificar temas que podem ser abordados em novas transmissões.

    No Twitter, assim como no Instagram, use bom senso. Caso você não tenha tanto conteúdo assim (vale para todas as redes), deixe agendado pelo menos uma postagem por dia.

    No Pinterest, que é uma rede social com inspirações, já não há esse problema de excesso de postagens. Os pins podem ser organizados por pastas que facilitam para quem te segue.

    No Snapchat, uma rede sem regras (risos). Fica o alerta para a zueira sem fim. Muitos denegrindo a própria imagem/marca nesta rede. Bom humor, usado com inteligência, cabe em qualquer rede. Mas bobeira aguda para marcas e personalidades complica. A não ser que seu objetivo seja, de fato, esse.

    Invista em:
    – Textos/frases autorais
    – Textos/frases que inspiram
    – Artes (se for artes prontas que encontrou na Internet, não cole sua logo em cima, é no mínimo falta de respeito com quem criou)
    – Fotos
    – Vídeos de 15 segundos até 2 minutos
    – Transmissões ao vivo (Facebook – página, Periscope e YouTube)
    Na foto: gráfico apontando perca de seguidores por excesso de posts. Não apenas isso, diminuiu o aumento de follows.

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  • Artigos,  Artigos,  Mídias Sociais

    Cinco dicas para produzir conteúdo nas Mídias Sociais

    redes1Mais do que ter muitos seguidores no meio digital, as marcas entenderam que é importante converter esses números em engajamento. Esse trabalho bem feito pode resultar no aumento de vendas, atrair novos seguidores e parceiros profissionais, e claro, melhorar a visibilidade da marca nas Mídias Sociais.

    Pensando nisso, separei cinco dicas que considero importantes para quem está começando a produzir conteúdo (lembrando que o conteúdo pode ser texto ou multimídia – vídeos, áudios, fotos e imagens) para Mídias Sociais. Ou até mesmo para quem já produz, mas, quer repensar um pouco este trabalho. Tenha em mente que não existe receita de bolo para que tudo dê certo. É preciso empenho, dedicação, senso crítico e analítico para entender e produzir conteúdo importante para o público do segmento em que atua.

    1. Entenda a função de cada Mídia Social antes de entrar nela
      Sabe para que serve o Facebook, o Instagram, o YouTube, o Periscope, o Twitter, e por aí vai?
      É um erro bastante comum pessoas/marcas que criam perfis em diversas redes sociais e não conseguem produzir conteúdo para todas elas. Daí partem para o caminho “mais fácil e menos eficiente”que é publicar conteúdo idêntico para todas as redes sociais sem considerar a característica de cada uma. Daí, escolhe as Mídias Sociais estratégicas onde você ou sua marca devem estar.
      #DicasdaElis Já trabalhei com marcas que começaram a implementação no meio digital com três rede sociais. Depois de três meses, com as outras redes bem fortalecidas, partiram para novas Mídias Sociais. Exemplo: Trabalho inicial com Facebook, Instagram e YouTube. Após três meses, analisar se seria interessante entrar em outras redes como Twitter, Periscope, Pinterest, LinkedIn ou mesmo, se vale a pena se manter nelas.
    2. Faça uma lista com Temas (assuntos) que pretende abordar nas Mídias Sociais
      Alguns chamam esta organização de temas e linguagens de Linha Editorial. Com ela o Social Media vai saber quais assuntos abordar ou não no meio digital. Isso facilita não apenas o trabalho do Social Media, também ajuda o internauta a identificar e vincular assuntos à marca. E até mesmo, não publicar conteúdo que não tenha nada a ver com o trabalho desenvolvido. Quantas vezes já vimos marcas perdendo “a mão” com postagens humorísticas ou assuntos que nada acrescentam ao setor. Certa vez vi uma instituição que angaria fundos para crianças carentes postando nas redes sociais dicas de viagens para as férias. Será que este tipo de conteúdo era relevante para este trabalho?
      #DicasdaElis A definição dos Temas que vão ser abordados facilita, inclusive, o agendamento das postagens. Por exemplo. Uma loja que vende produtos esportivos poderia estabelecer: Toda segunda-feira postagens sobre dicas de saúde. Toda terça-feira, dicas de atividades esportivas. Toda quarta-feira, dicas de eventos (corridas, competições, etc.). Toda quinta-feira, dicas de equipamentos de segurança para atividades esportivas. E por aí vai.
    3. Seja um curador de conteúdo
      Uma das maiores dificuldades das marcas, principalmente, das pequenas e médias empresas que não possuem equipes para trabalhar na Comunicação Digital e Marketing é justamente a PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Em minhas palestras uma das perguntas que mais ouço é: “Elis, como vou ter tempo de produzir conteúdo exclusivo para cada rede social? Não tenho equipe faço tudo sozinho/a”. Calma, é possível sim. Além das famosas “planilhas” que ajudam na gestão e programação de postagens ao longo do mês e da Linha Editorial pré-estabelecida, uma outra ferramenta é a . Ser um curador de conteúdo é saber selecionar assuntos relacionados que outras pessoas/marcas publicaram de temas que você já definiu que sua marca abordaria. Nós fazemos isso naturalmente quando compartilhamos  (retuíte, repost, compartilhar) em nossas redes sociais links de notícias, vídeos e fotos que achamos interessantes. No ambiente corporativo você usará o compartilhamento estrategicamente.
      #DicasdaElis Vamos supor que você trabalha fazendo a Gestão de Conteúdo para uma loja de roupas. Então, que tal selecionar postagens sobre Moda em sites especializados? Os famosos “looks do dia”, dicas de roupas de acordo com o tipo físico, e por aí vai. Mas, lembre-se. Você não pode substituir a produção de conteúdo que tem a “cara da sua marca” apenas com contéudo de outros. É preciso equilíbrio para não cansar o internauta e mesmo para não gerar a impressão que você só compartilha o que outros publicam.
    4. Invista na produção de vídeos e transmissões ao vivo
      Parece óbvio falar disso, mas, é importante destacar. As pessoas no meio digital tem por característica assistir vídeos. Principalmente, os vídeos mais curtos. A produção de vídeo na Internet é uma oportunidade de trazer algo relevante para o público que provavelmente vai estar atento assistindo ao seu vídeo ou transmissão ao vivo. Então, não faça apenas transmissões aleatórias e sem sentido. Mas, invista tempo planejando o que vai falar. Tenha um roteiro, nem que seja aquele básico, anotado em um guardanapo.
      Mídias Sociais como Facebook, YouTube, Vine, Instagram. Snapchat e Periscope vem possibilitando a transmissão ao vivo ou quase instantânea de eventos, anúncios importantes, esclarecimento de dúvidas, anúncio de novidades, bastidores e outros diversos conteúdos. Se você trabalha com uma banda que tal fazer vídeo-aulas ensinando como tocar músicas e disponibilizar esse material no YouTube? O Social Media pode fazer uma transmissão ao vivo pelo Periscope esclarecendo dúvidas do público sobre um novo CD, turnê, evento específico, transmitir uma coletiva de imprensa para o público, e por aí vai.
      #DicasdaElis
      FACEBOOK: O Facebook Live é uma ferramenta que vem sendo amplamente usada para transmissões ao vivo em vídeo. Se você busca maior alcance, visibilidade e aumentar o engajamento da sua Página, vale a pena investir em pelo menos uma transmissão ao vivo por semana ali.
      YOUTUBE: É possível fazer transmissões ao vivo por meio do canal no YouTube. É uma excelente ferramenta para quem busca além da visibilidade gerar algum tipo de renda com as visualizações dos vídeos. Já é sabido que é preciso um número significativo de views para que gere monetização. Mas, ela não vai acontecer se não investir no canal. Faça seu planejamento e invista na produção de vídeos com bons conteúdos. E claro, assim que publicado, compartilhe em todos os seus canais digitais.
      PERISCOPE: O Periscope tem sido intensamente utilizado nas transmissões de vídeo ao vivo. Seja de palestras, shows, aulas, apresentando músicas, mensagens, etc. É uma ferramenta sensacional e que vem conquistando cada dia mais adeptos. Mas, ao mesmo tempo que o uso desta Mídia tem aumentado, tem aumentado também o conteúdo irrelevante. Já vi cantores que fazem vídeos sem sentido e objetivo saindo de aviões, vídeos no trânsito (acredite!) ou apenas para dizer um “Oi”. A não ser que você/sua marca sejam muito famosos e tenham uma multidão de fãs – ainda assim, eu não faria – não faça transmissões ao vivo de tudo. Sua vida/marca não é um reality show (ou é?). Tenha cuidado com o excesso de exposição, e o que é pior, a exposição desnecessária. Se sua marca faz vídeos ao vivo constantemente sem apresentar conteúdo relevante, você vai perder a audiência e o interesse do público. Vai entender que a marca só entra ao vivo para falar de futilidades. Pense nisso.
    5. Alcance o Público certo nas Mídias Sociais
      Uma situação que pode prejudicar uma marca no meio digital é a falta de segmentação do público. Tenha claro quem é o público que deseja alcançar e quem é o público realmente alcançado. Para maior eficiência, fique de olho nas métricas e gráficos de suas Mídias Sociais. Ou seja, ter claro no planejamento digital quem você quer alcançar. Os gráficos e métricas das próprias redes podem te ajudar a produzir conteúdo para o público certo, identificar os melhores horários para postar determinados assuntos. Você pode estar desenvolvendo estratégias para alcançar adolescentes e descobrir que está alcançando crianças. E aí, como lidar? Faça enquetes em seus canais digitais e utilize os gráficos gerados pelas redes sociais. Exemplo: Páginas no Facebook, Twitter, YouTube, sites (Google Analytics) produzem gráficos e relatórios próprios que podem te ajudar a alcançar o público certo. Identificar melhores dias e horários para postar e mesmo quem é o seu público: homem ou mulher, faixa etária, localidade, tipos de acesso (celular ou computador) e outras variáveis que precisam ser interpretadas.
      #DicasdaElis Utilize ferramentas como Hootsuite, Scup, Instamizer, Google Analytics (instale em seu site) ou mesmo encurtadores de links como Bitly e Google que geram relatórios de acesso gratuitamente. Antes de ser um bom Gestor de Conteúdo, seja um bom Analista de Mídias Sociais. Existem muitas ferramentas gratuitas que podem auxiliar seu trabalho. Separei aqui alguns links com ferramentas interessantes:
    • (Dica extra, em? Monitore o conteúdo de sua concorrência nas Mídias Sociais)

    Artigo publicado originalmente no .

    Inscreva-se em meu canal no YouTube para receber mais dicas sobre Mídias Sociais: http://youtube.com/elisamancio

    Artigo atualizado em 25/09/2016. 

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    O que é essa tal de “Gestão de Conteúdo”?


    Há quase uma década trabalhando em Comunicação ouvi diversos nomes para a produção de conteúdo. O que muita gente não tem consciência é que nascemos produzindo informação.
    Desde a primeira vez que falamos “mamãe” ou “papai”, estamos produzindo conteúdo. Começamos a ler, escrever, produzir elementos artísticos, fotografias e não paramos mais. Somos produtores de conteúdo natos. Temos consciência que produzimos e compartilhamos informações, relevantes ou não, e a esfera digital veio maximizar essa audiência. Com o acesso a tecnologia, temos publicado informações que antes eram restritas a pequenos grupos, como família, amigos e trabalho.
    Entretanto, ao falar sobre “Gestão de Conteúdo” no ambiente corporativo, estamos falando da produção de conteúdo estratégica. Não é produzir conteúdo sem critérios, mas, planejar, executar e monitorar os resultados deste processo.
    O profissional que trabalha na gestão de conteúdo é um curador. Ele tem capacidade analítica para selecionar textos, vídeos, fotos e material multimídia que represente a mensagem que ele quer compartilhar com o público, seja no ambiente ON ou OFFLINE.
    • Com quem vou falar?
    • O que vou compartilhar?
    • Por que devo publicar?
    Um erro comum na Gestão de Conteúdo são marcas que querem produzir “um pouco de tudo”, tentando atingir diversos públicos ao mesmo tempo. Ao ser generalista, pode-se perder a audiência de quem procura o conteúdo que você domina. Com pesquisa e planejamento é possível descobrir que sua audiência espera que você fale sobre o tema “A”, aquele que destaca sua expertise. E não sobre os temas “B”, “C” e “D”.
    Esta produção depende do seu tipo de negócio, não é receita de bolo, mas análise estratégica. Um bom exemplo, é a Gestão de Conteúdo de um Shopping. Neste caso, seria interessante que ele explorasse a produção de informações, tanto a institucional, quanto sobre o universos das lojas e serviços que presta. O conteúdo produzido, as histórias geradas precisam gerar a identificação da marca e do público.
    Não é um monólogo, mas, um diálogo, em que o público vai querer “conversar”, seja no ambiente virtual, seja no offline. Para isso, a importância de toda instituição/marca entender como funciona a Gestão de Conteúdo e compartilhar desta linguagem com sua equipe de colaboradores. Seja o profissional que está na frente do computador, quanto o profissional que está no balcão, recebendo os clientes.

    * Escrevi este artigo originalmente para o Blog do O Melhor do Marketing. Conheça clicando aqui. 

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    O que é essa tal de “Gestão de Conteúdo”?

    Há quase uma década trabalhando em Comunicação ouvi diversos nomes para a produção de conteúdo. O que muita gente não tem consciência é que nascemos produzindo informação.

    Desde a primeira vez que falamos “mamãe” ou “papai”, estamos produzindo conteúdo. Começamos a ler, escrever, produzir elementos artísticos, fotografias e não paramos mais. Somos produtores de conteúdo natos. Temos consciência que produzimos e compartilhamos informações, relevantes ou não, e a esfera digital veio maximizar essa audiência. Com o acesso a tecnologia, temos publicado informações que antes eram restritas a pequenos grupos, como família, amigos e trabalho.

    Entretanto, ao falar sobre “Gestão de Conteúdo” no ambiente corporativo, estamos falando da produção de conteúdo estratégica. Não é produzir conteúdo sem critérios, mas, planejar, executar e monitorar os resultados deste processo.

    O profissional que trabalha na gestão de conteúdo é um curador. Ele tem capacidade analítica para selecionar textos, vídeos, fotos e material multimídia que represente a mensagem que ele quer compartilhar com o público, seja no ambiente ON ou OFFLINE.

    • Com quem vou falar?
    • O que vou compartilhar?
    • Por que devo publicar?

    Um erro comum na Gestão de Conteúdo são marcas que querem produzir “um pouco de tudo”, tentando atingir diversos públicos ao mesmo tempo. Ao ser generalista, pode-se perder a audiência de quem procura o conteúdo que você domina. Com pesquisa e planejamento é possível descobrir que sua audiência espera que você fale sobre o tema “A”, aquele que destaca sua expertise. E não sobre os temas “B”, “C” e “D”.

    Esta produção depende do seu tipo de negócio, não é receita de bolo, mas análise estratégica. Um bom exemplo, é a Gestão de Conteúdo de um Shopping. Neste caso, seria interessante que ele explorasse a produção de informações, tanto a institucional, quanto sobre o universos das lojas e serviços que presta. O conteúdo produzido, as histórias geradas precisam gerar a identificação da marca e do público.

    Não é um monólogo, mas, um diálogo, em que o público vai querer “conversar”, seja no ambiente virtual, seja no offline. Para isso, a importância de toda instituição/marca entender como funciona a Gestão de Conteúdo e compartilhar desta linguagem com sua equipe de colaboradores. Seja o profissional que está na frente do computador, quanto o profissional que está no balcão, recebendo os clientes.

    Elis Amâncio

    Artigo publicado originalmente em 20/06/2014 – O que é essa tal Gestão de Conteúdo [O melhor do Marketing]: