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    A logo da sua igreja consegue passar quem vocês são?

    Já parou para pensar na importância da logo da sua igreja e ministério? Para alguns seria apenas um símbolo sem muita importância. Mas, na verdade, a logo representa a identidade da instituição/marca e passa uma mensagem. Será que a sua está passando a mensagem certa? Tenho viajado por todo o Brasil sempre observando as placas das igrejas de uma infinidade de denominações. Além é claro de pesquisar e acessar perfis das mais diferentes igrejas no meio digital. Algumas intrigantes e outras que nem é possível entender o que estão tentando informar. Existem igrejas muito modernas e com estruturas gigantescas e com logos que remetem à Idade Média. E outras com logos tão modernas e estilosas que passam uma imagem simples e direta, mesmo com uma estrutura física mínima.

    Isso quer dizer que nem sempre a logo representa o que a igreja/ministério é. E este, meus amigos, deveria ser o primeiro ponto de atenção para quem está começando um trabalho de Comunicação com suas igrejas e ministérios. A identidade visual vai nortear o trabalho, o planejamento, as peças digitais e gráficas, as cores usadas nos materiais, placas de sinalização e até mesmo nos envelopes de dízimo. Muitas vezes não será possível mudá-la no primeiro momento, será um processo. E é possível construir um planejamento de ações considerando que daí um prazo a logo passará por uma transição. Costumo dizer que a Comunicação chega para organizar e ordenar as informações de maneira a torná-la mais simples, robusta e amplamente eficiente.

    Reconhecemos muitas marcas por sua logo, cor ou imagem dentro de um anúncio, post, vídeo ou filme. Isso ocorre devido ao excelente trabalho de construção da marca. Podemos citar aí nomes como C da Coca-cola, a maça da Apple, a estrela de três pontas da Mercedes, a Nike, entre outras marcas.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    No meio cristão temos algumas marcas que também se destacam – trazendo alguns exemplos brasileiros – como a logo da Presbiteriana, que é a representação da sarça ardente e se parece com um árvore, a pomba na logo da Lagoinha, o D estilizado do Diante do Trono, a chama da ADVEC, entre outras. Por favor, deixe no espaço de comentários sobre outras logos referência para vocês. E se você quer fazer um exercício de logos boas e ruins, sugiro fazer uma busca no Google pelo termo “logos gospel”. Você vai se impressionar com a “variedade de informações”.

     

    No processo de criação da logo estão envolvidos: nome, frase (slogan), tipografia, cores, elementos gráficos, e é óbvio, um briefing que direciona a mensagem que a instituição pretende passar com aquela identificação visual. A marca não é apenas a junção de um nome e um símbolo, mas, sim, o resultado de um estudo e construção que melhor representa uma marca/instituição. Este trabalho vai resultar na Identidade Visual. Ela vai nortear todos os seus projetos a partir de sua criação. É muito importante que as peças de divulgação tenham elementos permitindo uma rápida identificação, como nos exemplos acima. E é por isso que vim trazer 5 dicas básicas para você criar a logo de sua igreja ou mesmo reformular a logo que já existe, se for necessário!

    • 1) Briefing: converse com seu pastor e entenda como funciona a instituição. Monte um questionário com suas principais dúvidas sobre elementos, doutrina, visão, missão e os valores da igreja. Se já possuem uma logo, pergunte se ele está satisfeito com a atual, se está aberto a fazer um rebranding, que é exatamente, reformular e modernizar a marca, dentro de uma visão. Como exemplo, posso falar da minha própria logo. Ela foi desenvolvida em 2010, pelo designer Marcus Castro, da Agência Imaginar Design. Na época o conceito quis passar confiança e um elemento que unisse meu nome a elementos da área de Comunicação. O que resultou nas aspas que formam meu nome Elis Amâncio. A logo de 2010 tinha uma fonte serifada e trazia os subtítulos Jornalismo e Assessoria de Imprensa, minhas principais atividades naquela época. Em 2015, a agência GSW, hoje, One Wave, me propôs o rebranding da marca e eu amei o resultado. Teve totalmente a ver com o meu posicionamento como profissional digital. Fonte sem serifa, destacando me nome ao meu sobrenome e abaixo da logo mudamos o termo para Jornalismo e Comunicação Digital.
    Logo Elis Amâncio, 2010. Agência Imaginar Design.
    Logo reformulada – redesign, 2015. GSW.
    • 2) Símbolo: aquele elemento que representa visualmente a instituição. É importante na reunião com os pastores e líderes identificarem elementos que mais representem a igreja. Levante referências e inspirações para auxiliar o trabalho do designer. Mas, lembre-se, inspirar não é puramente copiar. Dê liberdade ao designer para desenvolver novos conceitos. Lembro de um conselho sábio que recebi do Samuel Mizrahy e 2010 quando construía minha logo. Eu queria porque queria colocar um sustenido (#) na minha logo. Queria algo como #elisamanco – mas, ele na época me alertou que a logo é feita para permanecer e construir uma identidade forte. E que nada poderia garantir que anos depois, o sustenido fizesse sentido ali, como fazia em 2010, no auge do Twitter. Que conselho! De fato, hoje, apesar de ainda usarmos hashtags, hoje, não faria tanto sentido para o meu trabalho ter um sustenido na logo. Faz muito mais sentido as aspas.
    • 3) Tipografia: ponto essencial, entender que tipo de fonte e estilo vai usar na construção da marca. A fonte usada na logo é como se fosse uma assinatura endossando a marca. Pense em questões como boa leitura, facilidade para ler quando se olha rapidamente. Lembra de Habacuque 2.2, que diz para escrever a visão em tábuas para que possa ler até quem passa correndo? Penso que é um dos principais conselhos para nós cristãos quando estamos construindo elementos para leitura. Teste a aplicação da logo pretendida não apenas no site e em um card (digital para redes sociais), mas também em um folder, na manga de uma camiseta, no envelope do dízimo, na placa de identificação da igreja.
    • 4) Cor: escolher a cor não pode ser algo que tenha a ver com moda (a cor do momento), mas, a identificação das cores com o tipo de mensagem da igreja/ministério. Você já ouviu falar sobre a Psicologia das Cores? Nada é por acaso. Dê uma olhada neste gráfico abaixo e o que as cores representam. Lembre que você consegue passar mensagens distintas, até mesmo combinando algumas destas cores:

      Infográfico original da Revista Exame. A psicologia das cores no marketing
    • 5) Slogan: Usar ou não um slogan abaixo da marca? Isso é opcional e vai ter mais a ver com a construção que fizerem. No meu caso, eu uso Jornalismo e Comunicação Digital abaixo da minha. Há igrejas que usam apenas o próprio nome e tudo bem. Gosto muito da ideia da imagem + nome da igreja e poder trabalhar estas variações a cada novo evento ou divulgação. Em algumas Lagoinhas que conheço, usam o termo: um lugar de novos começos. Isso vai do estilo da igreja e da liderança. Se não se sentem a vontade para isso, não faça.

    Atualmente, estou trabalhando minha marca em parceira com a Agência Church Design. Eles fazem um trabalho lindo com igrejas e ministérios. Acessem o Instagram deles e conheça mais.

    Tem alguma ideia ou dúvida sobre a logo da sua igreja? Envie para nós aqui nos comentários ou por e-mail no contato@elisamancio.com.br

    Deus abençoe e até mais!

     

    P.s.: Ao divulgar estas informações em nossa Lista de Transmissão no WhatsApp recebi a mensagem de uma irmã atualizando sobre as terminologias corretas que são: – logo, logotipo ou marca. O termo logomarca é incorreto. Para quem tem dúvidas sobre isso é só acessar aqui.

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    Como divulgar o evento da minha igreja?

    Tenha em mente que divulgar um congresso/conferência/acampamento/retiro, ou seja lá como você nomeia sua programação, demanda tempo, planejamento e disciplina na execução. O que vou compartilhar aqui são dicas do que tenho visto e vivido, ok? Espero que te ajude.

    • Crie uma identidade visual que comunique bem em todas as esferas, on e off-line. Já viu artes que ficam lindas no digital, mas, na aplicação de pulseiras, bloquinhos, camisetas não fica tão legal? Sim, estou falando da logomarca e suas variações.
    • Tema do evento. É bem importante uma comunicação clara que diga do que se trata o evento, se possível, com uma referência bíblica. Alinhe com a liderança qual versão do versículo vai ser usada. Já vi divulgação com o versículo em NVI, mas, que as camisetas saíram com uma versão bem diferente.
    • Se a sua conferência/congresso é anual, que tal começar a divulgação do próximo ano no encerramento da atual conferência? Sim, divulgar programação + data da próxima, com antecedência, possibilita e encoraja o público para se programar para o próximo ano.
    • Agora se o seu caso é um evento que vai ser realizado pela primeira vez – todo ano tem planejamento, mas, para iniciar um trabalho, este início é muitooooo importante, faça um briefing (coleta das principais informações) para estruturar o Planejamento de Comunicação do evento. Alinhe com a liderança e executivo da igreja sobre o processo de inscrições (se vai usar um site própria, uma plataforma de inscrições – como Eventbrite ou Sympla), identidade visual, programação, data de início das inscrições, equipe envolvida, prazos, verba e metas.
    • Ao criar peças digitais de divulgação pense nos diversos formatos. Um grande erro é criar uma só arte, em um só formato para divulgar em um mesmo lugar, todos os dias – isso é tema para um post sozinho! – mas, crie variações da arte oficial e gere conforme o tamanho de cada rede social: – square – feed Intagram (1080×1080 ou 600×600), stories (9.16), capa para Facebook (820×312), Twitter e YouTube, miniatura para vídeo chamada do YouTube, banner para Eventbrite/Sympla, entre outros.
    • Crie a hashtag específica do evento e envia com as artes para todos os convidados e pessoas envolvidas.
    • No planejamento você vai criar uma programação de posts. Use ferramentas de , para fazer os agendamentos, inclusive dos stories (instagram) e acompanhar a performance do post. É muito importante analisar se está tendo engajamento (curtidas, comentários, compartilhamentos, interações). Se mesmo com poucos seguidores você não tem a interação esperada, existem diversos fatores que podem estar prejudicando o alcance da sua publicação, pode ser excesso de texto na arte, pode ser a linguagem ou imagem ineficiente, enfim, muitos fatores mesmo. Esteja atento a possíveis rejeições e esteja pronto para refazer os processos.
    • Quando é a data ideal para começar a divulgar um evento? Se ele é anual, sem problemas para começar a divulgar um ano antes. Claro que terá um espaçamento maior na divulgação, mas, de toda forma, vai depender dos seus objetivos traçados no planejamento. No segmento cristão percebo que os eventos começam a ser divulgados entre 120 a 90 dias antes do evento. Acredito que é um pouco arriscado, mas, pode ser eficiente, dependendo do trabalho de toda equipe.
    • Quais outras ações de apoio posso fazer para ajudar a divulgação do evento: – gravar vídeos com os convidados que confirmaram presença; – fotos de eventos anteriores (principalmente em dias como #TBT); – fotos dos preletores/convidados; – vídeo promocional; – mensagens relacionadas às temáticas; – lista de transmissão no WhatsApp (tenha o cuidado de criar listas com a permissão das pessoas, e o principal, tente enviar apenas em horário comercial para não ser inconveniente); – E-mail marketing. Sim, ele ainda existe e é bem eficiente na divulgação dos eventos. Quem sabe enviar 1 email por mês para sua base de contatos com um texto devocional sobre a temática do evento? Pode ser que seus convidados aceitem eles mesmos produzirem estes devocionais e sua igreja compartilhar (se a igreja tiver um site/blog além de enviar o devocional mensal por e-mail ainda pode atualizar o site com esta mensagem); – Publicar testemunho de pessoas que já estiveram em seu evento/igreja; – Criar uma série devocional com motivos de oração para o evento divulgando nas redes sociais no últimos 30 dias; – E claro, se você tiver verba para impulsionar alguns dos posts do evento nas redes sociais, não uso o botão impulsionar do Facebook/Instagram, mas acesse o Gerenciador de Anúncios  e veja como é importante montar uma campanha direcionada ao seu público específico, e não, impulsionamentos genéricos – que geralmente não trazem resultado.
    • Dependendo da cidade, grande parte do público da igreja pode ser ouvinte de alguma rádio/revista/programa de TV. Vale a pena fazer um trabalho de Assessoria de Imprensa e enviar o release do evento para virar pauta na mídia.
    • Envolva a liderança no processo de divulgação. Além dos canais institucionais da igreja e dos ministérios, solicite aos líderes que publiquem convidando as pessoas para participar.

    Gente, acho que é basicamente isso, posso ter esquecido alguns pontos, mas, na dúvida, vão perguntando aqui nos comentários que respondo para vocês. Sei que tem muitos outros detalhes, mas, como esta é a dúvida que o André Patrocínio me enviou no Insta, tornei um post para ajudar a todos que tem a mesma dúvida. Para dúvidas, palestras e consultorias: contato@elisamancio.com.br ou (31) 9 9502-1305.

     

     

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    Como usar o Instagram TV para minha igreja ou ministério?

    E não é que o Instagram apareceu com mais uma novidade? Ontem o co-fundador e CEO da marca, Kevin Systrom, apresentou o IGTV ou como muitos estão dizendo, Instagram TV.  A matéria que mais gostei sobre o assunto foi a do TechTudo
    Nestas primeiras 24 horas da ferramenta em funcionamento percebi que o pessoal está apenas republicando conteúdos de outros canais para o IGTV. Será que isso é uma boa estratégia? Entendo que é o momento do pessoal testar conteúdos, entender como funciona ou no popular “qual é que é?”
    Eu já criei o meu canal lá na rede que é o @elis_amancio – depois assiste lá!
    A princípio o Instagram TV possibilita que você grave e publique vídeos de até 10 minutos, para contas verificadas eles já estão liberando 1 hora de vídeo. Ao que parece eles estão tentando concorrer diretamente com o YouTube e com a TV tradicional.
     
    Ao criar uma conta dentro do APP IGTV você automaticamente leva seus seguidores do Instagram e quem você segue pra lá.
    Não é apenas um Stories estendido, mas, uma oportunidade de levar conteúdo relevante e diferente para os seguidores. Pensa só, o Instagram acaba de bater 1 bilhão de usuários no mundo. Já imaginaram quanta gente está on-line produzindo e consumindo conteúdo? É gente demais, muita informação! E como se destacar diante de tanta gente postando?
     
    Penso que como igreja, ministérios, profissionais de comunicação e estrategistas do Reino de Deus precisamos entender que o IGTV é uma nova plataforma, um formato diferente para se produzir e comunicar através dos vídeos.
     
    Já vi vários ministérios e igrejas publicando vídeos curtos de cultos/reuniões. Penso que precisamos ir além.
     
    O IGTV pode ser um canal para publicar:
    – Devocionais/mensagens mais curtas em vídeo com pastores e líderes da igreja/ministério (quem sabe as gravações em vídeo para o YouTube já não possam ser filmadas pensando em editar para o IGTV?)
    – Fazer um bate-papo sobre temas relevantes e atuais e publicar no canal
    – Mostrar aquilo que não é mostrado em outros canais

    – Inovar é preciso!

     

    Dois pontos a se considerar:
    – Positivo: O IG TV já leva todos os seus seguidores para esta rede, ou seja, quem te segue no Instagram automaticamente vai te seguir no IG TV.
    – Negativo: O APP pode não “pegar”. Mas, como diz o ditado, quem sai na frente bebe água limpa. Então, bora testar?
    Baixe o aplicativo, teste a ferramenta e entenda como ela pode se diferenciar na Comunicação da sua igreja ou ministério! O nosso maior desafio mesmo é inovar, SER RELEVANTE e usar a plataforma em sua plenitude, POR FAVOR, não apenas replique conteúdo sem pensar!O que vocês acham?

    P.s.: Se eu posso deixar uma dica a mais sobre navegabilidade, o segredo para você encontrar conteúdos e as pessoas que você segue é só clicar sempre no ícone “explorar”. Ele é a chave. =) 
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    Contagem regressiva: entenda o que é!

    Captura de Tela 2017-12-04 às 08.52.27Você sabe o que é Contagem Regressiva nas Redes Sociais? É uma ação em que se publicam várias artes, fotos ou vídeos divulgando a proximidade de algo, que pode ser um lançamento, um evento e assim por diante.

    Dependendo da estratégia pode ser cansativo. Já vi eventos que divulgaram por 30 dias, uma arte IGUAL todos os dias, mudando apenas a numeração. A legenda não tinha conteúdo informativo, portanto, via-se poucas interações com ela (ou seja, poucas curtidas, comentários e compartilhamentos). Neste caso a ação pode tornar-se um desserviço, pois, cansa o internauta e o resultado é contrário do objetivo inicial, gera total DESINTERESSE no assunto divulgado.

    Você já deve ter visto publicações nas redes sociais fazendo contagem regressiva para lançamentos, eventos e divulgações de músicas ou clipes. Entretanto, será que é de fato uma ação eficiente?

    É preciso considerar alguns pontos para fazer uma contagem regressiva – esta é minha opinião levando em conta minha experiência profissional e opinião pessoal:

    • Não ser muito longa (penso, que 3 dias é o ideal);
    • Usar imagens diferentes para fazer a contagem (lembre que arte tem menos alcance que fotos e vídeos);
    • Legendas bem escritas que convidem o internauta a interagir e não apenas “olhar” a postagem;
    • Avaliar se é de fato necessário colocar uma contagem regressiva diária. Quem sabe ao invés disso, publica uma dica ou curiosidade por dia antes do lançamento/chegada do evento?

    Como Comunicação não é uma ciência exata, temos diversas opiniões sobre esta prática. Pensando sobre isso, joguei esta pergunta em nosso grupo no Facebook, Mídias Sociais na Igreja, afim de saber a opinião deles. Tivemos argumentos diversificados:

    Maxion Gonçalves: “Em nossa igreja local fizemos uma contagem regressiva utilizando imagens para um espetáculo musical e deu muito certo. A igreja nos ajudou gerando o engajamento. Utilizamos uma base de fotos das cenas do espetáculo e isso gerou identificação e foi um boom de compartilhamento, até mesmo no status do whatsapp”.

    Thaís Romano de Azevedo: “Acho que depende muito do evento. Para eventos “grandes” da igreja como, musicais, conferências, peças de teatro, ou algo do tipo, funciona bem. Gera expectativa, a igreja se engaja e fica mais animada para o dia.
    Já para eventos mais “particulares” como, lançamento de site de um cantor, lançamento de um novo álbum, ou algo assim, também acho um pouco cansativo. Ouvimos mais comentário do tipo: “Não aguento mais ver essa contagem regressiva”, do que “Uau! Estou ansioso para chegar logo o dia”.”

    Adalberto Alves: “Depende, em nossa igreja fazermos uma contagem regressiva de 10 dias para abertura do Julho Jovem e usarmos fotos dos últimos encontros jovens, tivermos um bom engajamento. Acredito que se não for uma contagem muito grande e dependendo do evento funciona”.

    Thiago Mendes: “Eu acho que depende muito do tempo, por exemplo, o mínimo de tempo para não cansar o público seria começar a contar apenas faltando 3 dias pro evento”.

    Davi Mendonça: “Acredito que a contagem em si está um pouco defasada, acredito que um bom planejamento feito soltando teasers e informações antes do evento já meio que assume esse papel da contagem. mas acho que ainda dá uma sensação boa quando ela está presente no evento, marcando o inicio do evento. acho que nesse contexto ainda pode se sentir aquela expectativa, porém no meio digital acho que além já passado acaba limitando e prendendo muito”.

    Daniela Frigo: “A grosso modo eu gosto, penso que o tempo reduzido ( faltando no máximo 5 dias), é o ideal para não gerar cansaço no público”.

    É importante avaliar a eficiência de uma contagem regressiva. Ao publicar diariamente que faltam 30, 29, 28, 27 dias… para um evento o efeito pode ser contrário ao esperado. Lembre-se de mensurar todo processo. O alcance das publicações antes de iniciar a ação, durante e depois. Além do alcance analise dados como interação, comentários, curtidas, compartilhamentos, retorno nas inscrições (se houver), pesquisa no evento para saber como a pessoa tomou conhecimento daquela programação, etc.

    E você? O que pensa das contagens regressivas nas redes sociais como estratégia de divulgação?

  • Notícias

    Mídias Sociais na Igreja – 1º livro de Elis Amâncio

    O livro , é um livro impresso que aborda questões técnicas para estruturar, organizar e melhorar a Comunicação de igrejas e ministérios. Além de dados e estatísticas das Mídias Sociais o livro tem dicas e ferramentas para auxiliar todo processo. Atualmente ele já está em sua 2ª edição (2018).

    “A questão aqui não é levar a Internet para dentro das igrejas, mas, entender como é importante ter uma comunicação eficaz”, destaca a autora.

    Um ano após lançar o Mídias Sociais na Igreja, a jornalista, Elis Amâncio lança seu primeiro livro, em versão atualizada e ampliada. A publicação não é simplesmente um passo a passo de sucesso no meio digital, mas, gera a reflexão sobre as pessoas serem embaixadores de Cristo (2 Coríntios 5.20), mais atentas ao que compartilham na Internet. “Para os cristãos um dos grandes desafios nos dias de hoje é ser relevante diante de tanta informação. E eu, sinceramente, espero que por meio desta publicação, possa inspirar pessoas a não serem meras postadoras de conteúdo na Internet, mas, estrategistas do Reino de Deus, levando a mensagem de paz, amor e esperança. Que sejamos luz, on e off-line!”

    A publicação também apresenta questões sobre como estruturar uma área de Comunicação em uma igreja/ministério, como também ferramentas práticas e questões técnicas inerentes a quem pretende trabalhar no meio digital. Entre alguns de seus capítulos estão: A importância da Comunicação, Por que minha igreja precisa estar na Internet? Plano de Comunicação, Mídias Sociais, Marketing Digital, Conteúdo Digital, Cobertura On-line, Música na Era Digital, entre outros.

    O livro é indicado na capa pelo pastor Márcio Valadão (Igreja Batista da Lagoinha), Nívea Soares, Helena Tannure, Clayton Olee (Discopraise), Raquel Camargo (Lhama.me) e Tati Apolinário (Mlabs) e está disponível na .

    Em breve o livro ganhará uma versão em Espanhol. Com contrato assinado com a Editorial Patmos, o livro será lançado para todo o mundo hispano em 2019.

    Elis Amâncio é jornalista profissional, com especializações em Comunicação Digital, Mídias Sociais e Marketing Digital. Há 11 anos trabalha nesta área atendendo igrejas, ministérios, pastores e lideranças. Dá aulas sobre Comunicação em seminários teológicos, é palestrante, viajando por todo o Brasil falando sobre a temática digital e comunicação para nichos.

    Conheça o trabalho:
    Site: www.elisamancio.com.br (acesse o blog!)
    Facebook: facebook.com/elisamancio
    Instagram: http://instagram.com/elis_amancio
    Youtube: http://youtube.com/elisamancio

    Informação adicional
    Título do livro: Mídias Sociais na Igreja
    Subtítulo: Usando o meio digital para o Reino
    Autora: Elis Amâncio
    Lançamento: setembro/2017 – 1ª edição | junho/2018 – 2ª edição
    ISBN: 978-85-8490-311-5
    Altura: 21 cm
    Largura: 14 cm
    Número de Páginas: 148

    Disponível on-line na Loja Helena Tannure e em Belo Horizonte, na Seara Livraria (dependências da Igreja Batista da Lagoinha).

     

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    Mídias Sociais e Comunicação para igrejas! || Chegou meu livro!!!

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    Acaba de sair da gráfica o meu 1º livro impresso, Mídias Sociais na Igreja. O objetivo desta obra é estimular o uso consciente e eficiente do meio digital entre os cristãos evangélicos. Já está disponível na loja da Helena Tannure.

    A questão aqui não é levar a Internet para dentro das igrejas, mas, entender como é importante ter uma comunicação eficaz. O livro faz um contexto do meio digital no Brasil e no mundo, fala sobre a importância da Comunicação, sobre como estruturar um Plano de Comunicação, Marketing Digital, Mídias e Redes Sociais, conteúdo, cobertura on-line de eventos, dicas de ferramentas e ainda fala sobre música na era digital.

    Há pouco mais de um ano lancei um e-book com o mesmo nome que está disponível gratuitamente aqui. Mas, é importante dizer que SÃO LIVROS DISTINTOS. Possuem conteúdos semelhantes, mas, esta versão impressa é atualizada e ampliada. Aborda mais questões técnicas e estratégicas que a versão digital gratuita.

    Para os cristãos um dos grandes desafios nos dias de hoje é ser relevante diante de tanta informação. E eu, sinceramente, espero que por meio desta publicação, possa inspirar pessoas a não serem meras postadoras de conteúdo na Internet, mas, estrategistas do Reino de Deus, levando a mensagem de paz, amor e esperança. Que sejamos luz, on e off-line! Leia Mateus 5.16.

    Quantos de nós temos visto pessoas se expondo em excesso ou situações constrangedoras? Espero que ao ler este livro as pessoas estejam mais cientes de que um “simples post” local pode gerar uma repercussão global, positiva ou negativa.

    Ahhh, já ia me esquecendo! As pessoas que endossaram o meu livro são: Pr. Márcio Valadão (Igreja Batista da Lagoinha), Nívea Soares, Helena Tannure, Clayton Olee (Discopraise), Raquel Camargo (Lhama.me) e Tati Apolinário (Mlabs).

    – Release
    – Lançamento em BH