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Ricardo Kotscho em entrevista ao Programa do Jô
Considero Ricardo Kotscho como um dos meus mentores no Jornalismo (o outro é Dídimo Paiva). Ao ver esta entrevista dele no Jô Soares fiquei me perguntando porque não temos tantos bons exemplos assim.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
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Abraji condena uso de iniciais, e não nomes completos, em processos no STF
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo condena a prática adotada pelo Supremo Tribunal Federal de usar apenas iniciais para identificar réus em seus processos – e não os nomes completos dos acusados. A conduta obscurantista foi noticiada em dia 25 de dezembro de 2010 em reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”.
O presidente do STF, Cezar Peluso, diz que a medida serve para preservar a honra dos réus mesmo nos processos não protegidos por segredo de Justiça. Políticos e poderosos são os mais beneficiados pela conduta idealizada pelo STF –um atentado ao princípio de igualdade.
O STF não parece ter uma posição unânime sobre o procedimento. Numa tentativa recente de manter em sigilo um processo envolvendo o presidente de um tribunal superior, dois ministros se posicionaram contra. “Nada justifica a tramitação, em regime de sigilo, de qualquer procedimento que tenha curso em juízo. Deve prevalecer a cláusula da publicidade”, disse o ministro Celso de Mello, o mais antigo do STF. “É uma pretensão indevida. Será que vai haver todo esse cuidado para os cidadãos comuns? A regra é a publicidade. É preciso que haja o lançamento dos nomes por extenso para que a sociedade acompanhe o andamento dos processos”, afirmou o ministro Marco Aurélio Mello.
Ainda assim, prevalece no STF a determinação para o uso das letras iniciais dos nomes dos réus. Essa decisão de proteger poderosos torna ainda mais explícita a necessidade de o Brasil ter uma Lei de Direito de Acesso a Informações Públicas –o projeto 41/2010 está no Senado desde abril do ano passado.
O texto da lei brasileira foi apresentado pelo governo federal, mas só depois de haver muita pressão por parte da sociedade civil, principalmente do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, que reúne organizações não governamentais como Transparência Brasil, Abraji e OAB.
Ocultar a identidade dos réus em processos no Supremo Tribunal Federal é negar a transparência que deve prevalecer nas relações entre governantes e governados. Mais: contraria o direito de acesso a informações públicas garantido pela Constituição.
http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1373:: Fonte: Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo
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Dicas de leitura no Twitter
Apaixonada que sou por leituras, ontem compartilhei no meu perfil do Twitter sobre o livro que estou lendo no momento, “As Crônicas de Nárnia”, volume único que contém as sete crônicas escritas por C.S. Lewis. Para quem gostou dos filmes o livro será sucesso garantido. Para quem não gostou tanto, é uma boa oportunidade para despir-se dos preconceitos e mergulhar nessas histórias de fôlego.
Lançando um desafio aos meus seguidores no Twitter pedi a eles indicações dos livros que mais gostaram de ler em 2010. Começo a lista com três livros que gostei de ler no último ano. A lista está por ordem de envio no Twitter e na sequência: Nome da Obra, autor e editora.
@elis_amancio
1. Jornalismo Diário, Ana Estela de Sousa Pinto, PubliFolha.
2. Jornal Nacional, William Bonner, Globo.
3. O vinho novo é melhor, Robert Thom. Editora Vida.@FlavyaPereira
1. Televisão: manual de produção e direção, Vera Íris Paternostro. Editora Campus.
2. Manual de telejornalismo, Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo Lima. Editora Campus.@alinetteodoro
1. Caso Escola Base – Os abusos da imprensa, Alex Ribeiro. Editora Ática.
2. Narcoditadura – O caso Tim Lopes, Percival de Souza. Labortexto Editorial.@JoaoMenvic_
1. Decolando nas asas do louvor, Atilano Muradas. Editora Vida.@Flavinhadesouza
1. O futuro da humanidade, Augusto Cury. Editora Sextante.@TatiTeixeira_
1. Quebrando a rotina, Max Lucado. Editora Thomas Nelson Brasil.@mailansilveira
1. A Cabana, William P. Young. Editora Sextante.
2. As Crônicas de Nárnia (ver @elis_amancio).
3. Quando Nietzsche chorou, Irvin D. Yalom. Editora Ediouro.
4. Anjos e demônios, Dan Brown. Editora Sextante.
5. O Peregrino, John Bunyan. Editora várias.@rayanevinhas
1. O andar no Espírito, O andar no Poder, Dave Roberson. Editora Mundo Cristão.@EricaCotta
1. Three, Ted Dekker. Editora Ediouro.@gianaguterres
1. Quando o céu invade a terra, do Bill Johnson. Editora Pequeninos.
2. Pequena Abelha, Chris Cleave. Editora Intrínseca.@kamillaoliveira
1. A Cabana. (ver @mailansilveira).
2. Jesus (não enviou autor).@AnaGomesBH
1. Escolha o seu sonho, Cécilia Meireles. Editora Record (várias).@FabianoVeronice
1. Bíblia Sagrada.@JairolSantos
1. Marley e eu, John Grogan. Editora Ediouro.
2. Eu e minha boca grande, Joyce Meyer. Bello Publicações.@danilovidalms
1. Ética a Nicômaco, Aristóteles. Editora Artmed.@twittamarina
1. A menina que roubava livros, Markus Zusak. Editora Intrínseca.@jeef_son
1. Viagem ao centro da terra, Júlio Verne. Editora Scipione (várias).@carlosdasmer
1. A cidade do sol, Khaled Hosseini. Editora Nova Fronteira.@CintiaGato
1. O mestre da sensibilidade, Augusto Cury. Editora Sextante.@DuduhAguiar
1. Moldados por Deus, Max Lucado. Vida Cristã (vários).@graziele_fontes
1. A autoridade do crente, Kenneth E. Hagin. Editora Graça.@sigamacamila
1. Jesus, o maior psicólogo que já existiu, Mark Baker. Editora sextante.@rafhasoares
1. Arkós, a comida do urso, Renê Terra Nova. Editora Saraiva.@ClaytonOlee
1. As Cinco Pessoas que você encontra no Céu, Mitch Albom. Editora Sextante.@raquelemerick – a Raquel Emerick mantém um post no blog dela com a lista dos livros lidos nos últimos meses, é bem bacana. Vale a pena conferir. Clique aqui.
Enviem vocês também suas dicas de leitura!
