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#cpbr4 [Mídias Sociais] Oficina: Direito e Internet
Ficha Técnica
Quando: ter, 18 de janeiro, 14:15 – 15:00
Onde: Palco Social Media.
Descrição: Você tem liberdade para falar o que quiser na internet, mas isso não significa que não existem consequências. Saiba os cuidados que você tem de ter ao publicar conteúdo, moderar comentários e utilizar materiais de outras marcas.Oficineiro:
Marcel Leonardi – Advogado em São Paulo, especializado em internet,
software e Direito empresarial, é professor dos cursos de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), assessor científico da Fapesp e autor de
obras jurídicas sobre Internet. -
#cpbr4: [Mídias Sociais] Mesa redonda sobre Empreendedorismo Digital
Ficha técnica
Quando: ter, 18 de janeiro, 11:15 – 12:45
Onde: Palco Social Media (mapa)
Descrição: Usuários de redes sociais encontram na popularidade um caminho para o sucesso. Além disso o novo mercado de mídias sociais aguça a criatividade dos desenvolvedores. Conheça histórias interessantes de empreendedorismo digital e saiba como tirar seus projetos da cabeça para o papel e do papel para a sua primeira startup.Participantes:
Maria Carolina – Sócia-fundadora da startup Kingo Labs, responsável por alguns produtos consagrados na web brasileira, como o Sorteie.me, o Kingometer e o TRManager.Diego Remus – Jornalista, dedica-se ao ecossistema brasileiro de empreendedorismo digital divulgando projetos e intermediando investimentos internacionais.
Viviane Vilella – Analista de projetos de atendimento e relacionamento com o cliente do Sebrae com foco na internet e nas ferramentas digitais e co-autora do livro ”Intercon 2009: uma nova realidade do mercado interativo”.
Alessandra Félix – Criadora do blog Amarula com Sucrilhos, que teve de sair do ar por pressão da marca de bebidas, e da Editora Gênese, se dedica a lançar talentos da internet no mundo editorial.
Moderador:
Bob Wollheim – Sócio-Diretor da Brand Conversations, é venture corp do Instituto Empreender Endeavor e vice-presidente do Comitê de Empreendedorismo da Amcham. Ainda, é sócio do Fotosite, empresa de produção de conteúdo. -
#cpbr4: [Mídias Sociais] Palestra Da Campus para a Tela
Ficha da Palestra
Painel: Da Campus para a tela
Quando: ter, 18 de janeiro, 10:00 – 11:00
Onde: Palco Social Media
Descrição: Cases da TV Globo, como o documentário “Inclusão digital” e algumas ações na programação, nasceram na Campus Party. Uma conversa a respeito da experiência.Palestrante:
Giuliano Chiaradia – Diretor e autor de programas, é pioneiro em novas midias na emissora, é especializado em conceitualizar novos formatos de multiplataforma.Ingrid Zavarezzi – Autora, roteirista, produtora e publicitária, com diversos trabalhos em teledramaturgia, comerciais e marketing político.
Luis Erlanger – É jornalista, ex-editor-chefe do jornal O Globo e ex-diretor editorial da Central Globo de Jornalismo. Desde 2000 é diretor da Central Globo de Comunicação.
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#CPBR4: A saga continua…
No ano estelar de 2011, mais precisamente ao dia 16 de janeiro, embarquei com a caravana #CPartyMinas em Belo Horizonte (MG) rumo à São Paulo (SP). Esse tipo de viagem é sempre divertida e surpreendente.
Logo na saída, um rapaz sentou ao meu lado. Um dos coordenadores da caravana já foi logo dizendo para todos interagirem, que o ônibus seria uma ótima oportunidade para se sociabilizar. Então, o rapaz sentado ao meu lado (vou preservar o nome rsrs) conversou comigo assim, quase nada. Para puxar assunto, perguntei se estava animado para participar do Campus Party (como seria a primeira vez dele no evento, conforme relatou). “Não, nenhum pouco”, disse, curto e grosso. “Eita”, pensei. “Como um cara vai para um evento de sete dias sem vontade?” Daí ele explicou uma história pessoal e que não estava tão estimulado para estar aqui.
De cara imaginei que esse lance de sociabilizar não seria tão fácil quanto parecia. A galera do busão super atenciosa, rolando brincadeiras ao longo de toda a viagem. Claro, eu dormi na madrugada porque não sou de ferro. Ao acordar já estávamos em São Paulo, fui procurar meu celular e descobri que perdi meu telefone profissional (provavelmente, no posto da parada). Fiquei bem chateada à princípio, mas depois resolvi relaxar. Era cedo demais para “relaxar”…Uma cena muito engraçadas da viagem foi quando quatro caras (um dos motoristas, mais três passageiros) tentando fazer o aparelho de DVD do ônibus funcionar. Gravaram DVD, arrumaram até DVD original para passar e nada! Foi um banho nos caras e o aparelho não funcional, enfim, não tivemos filme na viagem. Tiveram até mesmo músicas como Fuscão Preto, Mamonas Assassinas e Ventania. Ah, e não! Não foi CD, eles cantaram ao vivo. Afinação… imaginem… Entre frases e gritarias anotei esta pérola: “O cara viaja quatro horas e pensa que já é veterano”, fala de um dos veteranos para um dos novatos que estava bagunçando no ônibus. Risada geral.
Chegamos no Centro de Exposições Imigrantes às 7h45 da manhã, chovia fino, típica manhã paulistana. Quando abriram os portões e nos deixaram entrar, para a fila, que fique claro. Com fome e sede fomos para uma fila gigante, talvez tivessem umas mil pessoas na nossa frente. O mais notório era pensar que a previsão era que os portões se abrissem ao meio dia. Entretanto, os colegas campuseiros veteranos disseram que ano passado a abertura tinha sido realizada às 10h. Como esperança é a última que morre, pensamos que seria assim. Infelicidade.
Amargamos esperar até cerca de 12h10 hora em que a fila começou a andar, de quatro em quatro passos. Lástima. Na fila, todos da caravana #CPartyMinas estiveram juntos. Na alegria e na dor, como diria alguma música popular. Se não houve interação suficiente dentro do ônibus, ali, teve de sobra. Todo mundo conversou compartilhou o que tinha e o que não tinha com os colegas. Foi lá na fila que conheci a Janine e o Hendel (BH/MG) que são irmãos e o Gustavo (João Monlevade/MG), entre outras pessoas bem legais. Dores nos pés, pernas, cabeça, fome, sede, vontade de ir ao banheiro e nada de fila andar. Nada do bendito crachá de credenciamento ser liberado.
A revolta da galera era geral. Quem ainda tinha bateria no celular (depois de tuitarem a noite toda em suas viagens) dizia “Vou xingar muito no Twitter”. Seria cômico se não fosse trágico. Semblantes cansados e voluntários do #cpbr4 atenciosos tentando explicar o inexplicável. Como pessoinhas tão agradáveis e atenciosas não conseguiam fazer os credenciamentos com rapidez? Parecia uma espécie de castigo coletivo, sei lá.
Palmas para muita gente corajosa que tirou o PC (personal computer) de casa (gabinete + monitor + teclado), e acredite, vi monitores de tubo (é assim mesmo, né?) por aqui. Não faria isso nem para mudar o computador de cômodo da casa, imagina trazer para a Campus Party. Essa galera é mega animada e acho bacana essa disposição de fazer acontecer. É legal ver também que os nerds não são mais aquelas figuras crucificadas e excluídas da sociedade.
Hoje a galera tem orgulho de dizer “sou nerd”. E não basta dizer que é nerd, tem que participar, entender dessas linguagens loucas… DC++ Será algum tipo de átomo positivo? Vai saber. Há poucos anos se fala de duas áreas básicas da computação hardware e software, hoje ouvi um cara dizer que não trabalha em nenhuma dessas áreas, ele é de desenvolvimento. Sem falar da moçada dos games e também dos seriados e tal.
Sem dúvidas o ponto mais marcante do primeiro dia da #cpbr4 foram essas filas infindáveis… Fila para pensar em entrar na fila, como disse meu colega Diogo Soares (JF). Pegamos uma outra mega fila para passar no raio-X e depois sermos direcionados para os endereçamentos das barracas. Não poderia deixar de registrar a presença de um argentino nervosinho na entrada do raio-x “queriendo que nosotros” mudássemos de fila. “Mas estamos em caravana, estamos juntos”, justificaram. Não adiantou o argentino ficou super nervoso e a caravana inteira rindo da cara dele… Quando cheguei na minha barraca, nossa! Foi como se tivesse chegado em minha própria casa. Só não foi melhor porque ainda tinha que encher o bendito colchão inflável.
Resumidamente, chegamos aqui às 7h45 e sentei em minha barraca exatamente às 16h04. Fome nem existia mais na hora, tudo que queria era tomar banho e deitar. Do banho, fui comer uns pãezinhos de queijo e encontrei com a galera da minha caravana. Decidi buscar meu notebook para conectar com a galera do #CPCamp. Sono para quê? Tenho a vida toda para dormir. De cara conheci o Diogo Soares (Juiz de Fora/MG), depois a Bianca (Jequié/BA), a Elaine (Goiânia/GO) e o outro Diogo (Recife/PE).
Rolou uma palestra do Paco Ragageles, fundador da Campus Party, que começou na Espanha, em 1997, sobre o movimento #somethingbetter que é uma espécie de conscientização da galera para divulgar a tecnologia com responsabilidade e integrando pessoas à ela. É uma ideia bem bacana que li antes do evento. Confesso que não entendi patavinas do que o Paco e seus convidados disseram em sua maior parte em Espanhol. Bem que esses estrangeiros deveria falar um pouco mais devagar para que entendesssemos melhor, mas ele quem manda, não é assim? Então, ele mandou e eu não entendi nada do que ele falou. O que seria de mim sem os tweets preciosos da galera com a tag #cpbr4 para entender melhor o que ele falou.
Depois rolou a abertura oficial do Campus Party Brasil em sua quarta edição com a apresentação de um vídeo feito por vários campuseiros. Parecia passagem de virada de ano. Com contagem regressiva e tudo mais. Tem um tal de “oooooooooowwww” uma espécie de grito de guerra que quando um grita todos respondem igual em todo a Campus, nunca vi nada igual. Será uma questão de honra descobrir a origem do “oooooooooooowwww”.
Descobri um cantinho mega especial aqui da Campus Party, um sofá branco em meio a um ambiente rosa. Além de lindo e cativante é extremamente aconchegante. Para ter ideia, estou aqui há cerca de seis horas conectada na web e acompanhando tudo que tá rolando no evento.
Aqui se vê de tudo até gente carregando notebook com o cabo de rede ligado e mostrando a Arena do Campus Party por twitcam. O risco de tropeçar em fios e cair existe, mas o povo arrisca mesmo assim. Muitos conversando sozinhos para suas câmeras digitais ou para seus 2 ou 10 seguidores que assistem o #cpbr4 na madruga. Bom, são algumas das impressões do primeiro dia… sei que muita coisa vai acontecer e espero compartilhar com vocês. E pensando que estes posts serão meus “rascunhos” para a matéria da revista que ainda produzirei no final da Campus Party.
Geek vibrations para vocês!
Elisandra Amâncio
@elis_amancio
Campuseira (infiltrada) por uma semana.P.s.: Perdoem, mas vou deixar as fotos para amanhã, que já é hoje! Preciso dormir! #Fui
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CPBR4: O primeiro Campus Party Brasil ninguém esquece…
Na data estelar de 16 de janeiro de 2011 inicio este post. Totalmente imersa nesta aventura tecnológica que é o Campus Party Brasil, maior encontro tecnológico da América Latina, começo a relatar minhas experiências nesta nova “praia”.
Confesso que ao pegar o PressKit do #cpbr4 (Campus Party Brasil – 4ª edição) fiquei assustada com os números. Pense em 6800 pessoas, sendo 4500 delas acampadas em barracas durante sete dias, pensou? Agora pense que 77,6% têm entre 18 e 29 anos; 5,2% são menores de 18 anos; 13% têm entre 30 e 39 anos (meu caso); 3,1% têm entre 40 e 49 anos; 1,1% é maior de 50 anos, pensou? Agora pensa que decidi encarar essa aventura em acampar neste evento de tecnologia em São Paulo.
Claro, para quem me conhece sabe que vou curtir à beça. Sempre fui ligada em tecnologia, Internet, essas coisas, mas daí viajar para encarar essa moçada, não vai ser brincadeira. Desde quando fiz minha inscrição em outubro fiquei só imaginando se realmente teria coragem de embarcar. Depois de ter pago além da inscrição, o transporte com a galera da caravana #CPartyMinas (sou da época em que se falava excursão – risos), vi que seria pra valer.
O constante trabalho impediu que ficasse pensando muito sobre isso. Logo no início já busquei integração com as meninas do #GarotasCPBr, por meio da mega gentil, Cissa Gato. Além de enturmar, que é sempre bom, conhecer um pouco a dinâmica do evento. É claro que a minha louca rotina não me permitiu avançar muito no quesito “conhecimentos sobre”, mas não me sentia mais a E.T..
Após o estouro do espumante no Reveillon comecei a preocupar com essa questão. E o Campus Party? Como vai ser? O que levar? Vou mesmo? Sete dias? Sei não! Perdi o prazo de transferir a inscrição? E a alimentação? Google: ‘o que levar para o Campus Party’? [adendo: e como tem listas deste tipo! Tem até Vlogs sobre isso] É pra valer, vou mesmo!
A participação no grupo me rendou a amizade com um simpatissíssimo campuseiro chamado Fabrizio. Ele criativamente criou o grupo CPCamp [devo um post somente sobre vocês], um grupo de bate-papo no MSN (como dizem os repórteres de TV – famoso programa/software de mensagens instantâneas) que compartilha um milhão de informações, desde o que levar ao como baixar arquivos em rede. É uma interação gigantesca a partir de laços virtuais, por assim dizer. Em tempo, ao Fabrizio devo o início e finalização deste post inspirados na saga Star Wars.
Este post que era para ter sido publicado ontem, e não hoje, graças às conversas no Msn com essa turma, utilizei cerca de cinco horas de conversas e boas risadas. Além das importantes dicas dos campuseiros veteranos, muito bom humor e descontração nas conversas. E para quem pensa que só rola conversa “fiada”, pelo contrário, muito bom papo e interação.
Dentro da minha rotina esta foi uma semana bem intensa, principalmente depois da proposta de fazer uma matéria para uma revista da área da Comunicação de Belo Horizonte (MG) sobre o Campus Party Brasil. Fui atrás do credenciamento para a devida cobertura, mas claro, conservando minha grade de programação dentro da área de SocialMedia.
Antes desta demanda da matéria para a revista, planejava fazer a cobertura do evento por conta própria, para o meu blog mesmo, com a finalidade de compartilhar a experiência com vocês. Pensei em fazer uma espécie de “diário de bordo” passando um pouco das minhas impressões para vocês como campuseira de primeira viagem. Obviamente, cumprirei com este planejamento compartilhando informações de cada palestra que participar e possivelmente, meus devaneios e algumas fotos também.
Expectativas, ansiedades, dúvidas e muita alegria por, enfim, participar do #cpbr4. Sem dúvidas um sonho, uma nova realidade e a oportunidade de não só aprender muito mais sobre as ferramentas e tendências na área de SocialMedia, como também, conhecer muita gente nova. Lugar de #networking é com jornalista mesmo.
Um dia, num futuro não muito distante, iniciarei os posts lá do #cpbr4. Conto com as visitas e comentários de vocês.
Serviço
Campus Party Brasil – 4ª edição. #cpbr4
Data: 17 a 23 de janeiro de 2011.
Local: Centro de Exposições Imigrantes. São Paulo (SP).
Site: www.campus-party.com.br
Blog: http://blog.campus-party.com.br
Flicrk: http://www.flickr.com/photos/campuspartybrasilElisandra Amâncio
@elis_amancio
Campuseira (infiltrada) por uma semana.




