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    Redes Sociais mais acessadas no Brasil e no mundo em 2023

    Um dos desafios dos profissionais de Mídias Sociais é conhecer as redes mais acessadas do mundo e atuar estrategicamente em cada uma delas.

    O We Are Social acabou de divulgar as redes mais usadas no mundo neste início de ano. Espero que te ajuda a repensar sua atuação no ambiente digital.

    Para facilitar, já garimpei as redes mais acessadas no Brasil:

    • YouTube: 142 milhões
    • Instagram: 113,5 milhões
    • Facebook: 109 milhões
    • TikTok: 82,2 milhões
    • Fb Messenger: 62 milhões
    • Linkedin: 59 milhões
    • Kwai: 45 milhões
    • Pinterest: 28 milhões
    • Twitter: 24 milhões
    • Snapchat: 7,6 milhões

    Vale lembrar aqui que o relatório não tem o número de usuários de WhatsApp no Brasil. Mas, pensando que o aplicativo está instalado em 99% dos telefones com acesso à Internet, não dá para ignorar isso.

    REPORT MUNDO:

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    Planejamento de conteúdo

    Como assim ela planeja os stories dela?

    O assunto já passou, mas, não tive tempo de postar antes. Sobre a Bianca Andrade (Boca Rosa) olhar o cronograma de posts do dia… e deixar isso público.

    Posso contar procês uma coisa? Faço estratégia de conteúdo para cantores, bandas, líderes, autores e igrejas desde 2007.

    ⚫️ Isso não é sobre “robotizar” a comunicação. 

    ⚫️ É estratégia e planejamento.

    ⚫️ É sobre conhecer seu público

    ⚫️ Isso é sobre pensar uma comunicação eficaz e eficiente. Nisso já passei por blog, site, Orkut, MySpace, Facebook, Linkedin, Instagram, You Tube, TikTok, Kwai e por aí vai. Seja on ou off-line. 

    Acho válido refletir que muita gente começa a produzir conteúdo sem intenção. Mas, a realidade é que nem todo dia você tem cabeça e criatividade para pensar na hora. 

    Uma estratégia não é um guia de regras, mas, sugestões e inspirações para quando precisamos de suporte. E acredite, é muito mais confortável produzir conteúdos que você já sabe que dão resultado do que ter tentativa e erro todos os dias. 

    Inclusive, uma das minhas especialidades é estruturar planejamento e estratégia de conteúdo. Precisando, só chamar! 

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    Metaverso

    Você entendeu errado sobre Metaverso

    E se eu falar com vocês que Metaverso não é uma sala que você usa um avatar para se conectar em 3D?

    Pois é, turma. O povo está confundindo os conceitos. Metaverso é a Internet como um todo, onde ao longo dos anos foram adicionadas camadas de experiência que unem on e off-line.

    Depois que li o livro Trends Mkt na Era digital organizado pela Martha Gabriel, Rafael Kiso e Luciano Kalil, e assisti a este episódio do podcast deles e a Martha detalhando o Metaverso, senti uma vergonha alheia tão grande do que tem sido falado sobre este tema.

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    6 dicas para conseguir voluntários para a Comunicação de igrejas e ministérios

    Uma das perguntas que mais ouço por onde vou: Elis, como faço para recrutar voluntários de Comunicação para minha igreja e ministério?

    coberturaonlineNão é uma pergunta tão fácil de responder, pois, não existe receita de bolo. Vai depender de como a instituição lida culturalmente com voluntários. Separei aqui 6 dicas que podem te ajudar neste processo:

    1) Leve uma MENSAGEM para a igreja/ministério falando sobre a importância de servir e da comunicação para o Reino de Deus nos dias de hoje. “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo.” (Colossenses 3.23-24.) Todos nós possuímos dons e talentos que podem ser aplicados em diversas áreas, inclusive na Comunicação. Lembro-me sobre quando cursava Jornalismo na faculdade. Pensava que não poderia usar meu curso na igreja, mas, qual foi minha surpresa quando há quase 11 anos vi a necessidade, me voluntariei para ajudar nesta área, e acabei criando o primeiro Blog para jovens da Lagoinha, minha igreja local. Nem todo mundo quando vê uma necessidade tem iniciativa para fazer, então, é preciso fazer o CHAMAMENTO.

    2) IDENTIFIQUE as habilidades dos voluntários que se apresentaram. Muitas vezes o voluntário tem vontade de ajudar, mas, não tem a capacitação técnica/formação na área. A igreja e ministério precisam estar preparados para isso. Identifique em qual área a pessoa tem habilidade/talento: Texto, foto, vídeo, design, criação, Redes Sociais, e por aí vai. Mesmo que a pessoa já tenha vasta experiência na área digital/comunicação, ela pode ter dificuldades para produzir conteúdos no contexto cristão. Tenha pessoas para treiná-los. Nem toda igreja tem jornalista, publicitário, editor de vídeo e fotógrafos para ensinar o trabalho, mas, por que não convidar aquele seu amigo da área para dar uma palestra para os novos voluntários, dando detalhes de como é a rotina deles? Seria uma espécie de feira das profissões. É enriquecedor.

    3) Crie uma ESCALA da Comunicação. Após saber quem vai fazer o que é hora de saber quando cada um poderá servir. Faça o levantamento dos cultos e reuniões e quem poderá estar neles. O ideal é fazer a escala mensal da mesma maneira que fazemos escala para recepção nos cultos. É algo simples. E na impossibilidade de estar no dia facilita encontrar outra pessoa para substituir.

    4) Talentos identificados, treinados e escala de trabalho pronta. É hora de colocar a MÃO NA MASSA. Cada igreja e ministério possuem rotinas diferentes. Então, veja o que é importante produzir de conteúdo para manter os canais da igreja atualizados: textos, fotos, vídeo, boomerang, áudios e toda espécie de material multimídia que conseguirem produzir. Fotos e vídeos SEMPRE tem maior alcance que artes nas redes sociais. Se fazem ou farão transmissões ao vivo, se preparem para isso. Se possível, deixe alguém acompanhando e monitorando os comentários durante a transmissão.

    5) REAVALIE sempre. É muito comum um voluntário se apresentar com interesse em uma área e acabar indo para outra. O voluntariado é uma excelente oportunidade para aprender, testar e aprimorar conhecimento. Se hoje sou quem sou, devo muito ao meu tempo de voluntariado na igreja. E não pense que acabou. Hoje, continuo voluntariando na área de Comunicação e fico impressionada com as habilidades dos mais jovens que vão chegando e compartilhando aprendizado conosco.

    6) Não deixe de fazer REUNIÕES regulares com toda equipe do ministério de Comunicação para alinhar a visão junto a liderança da igreja. Invista e incentive o voluntariado na área de Comunicação em sua igreja e ministério!

     

    Participe do nosso grupo no Facebook para tirar dúvidas sobre Mídias Sociais: http://bit.ly/2nl1dmr

    Quer receber dicas de Mídias Sociais para igrejas e ministérios toda semana no seu celular, envie a palavra “SIM” para o número (31) 9 9502-1305. Não se esqueça de salvar o número em sua agenda do celular.

    Quer adquirir o livro Mídias Sociais na Igreja? Acesse aqui: http://bit.ly/livrodaelis

  • Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    Contagem regressiva: entenda o que é!

    Captura de Tela 2017-12-04 às 08.52.27Você sabe o que é Contagem Regressiva nas Redes Sociais? É uma ação em que se publicam várias artes, fotos ou vídeos divulgando a proximidade de algo, que pode ser um lançamento, um evento e assim por diante.

    Dependendo da estratégia pode ser cansativo. Já vi eventos que divulgaram por 30 dias, uma arte IGUAL todos os dias, mudando apenas a numeração. A legenda não tinha conteúdo informativo, portanto, via-se poucas interações com ela (ou seja, poucas curtidas, comentários e compartilhamentos). Neste caso a ação pode tornar-se um desserviço, pois, cansa o internauta e o resultado é contrário do objetivo inicial, gera total DESINTERESSE no assunto divulgado.

    Você já deve ter visto publicações nas redes sociais fazendo contagem regressiva para lançamentos, eventos e divulgações de músicas ou clipes. Entretanto, será que é de fato uma ação eficiente?

    É preciso considerar alguns pontos para fazer uma contagem regressiva – esta é minha opinião levando em conta minha experiência profissional e opinião pessoal:

    • Não ser muito longa (penso, que 3 dias é o ideal);
    • Usar imagens diferentes para fazer a contagem (lembre que arte tem menos alcance que fotos e vídeos);
    • Legendas bem escritas que convidem o internauta a interagir e não apenas “olhar” a postagem;
    • Avaliar se é de fato necessário colocar uma contagem regressiva diária. Quem sabe ao invés disso, publica uma dica ou curiosidade por dia antes do lançamento/chegada do evento?

    Como Comunicação não é uma ciência exata, temos diversas opiniões sobre esta prática. Pensando sobre isso, joguei esta pergunta em nosso grupo no Facebook, Mídias Sociais na Igreja, afim de saber a opinião deles. Tivemos argumentos diversificados:

    Maxion Gonçalves: “Em nossa igreja local fizemos uma contagem regressiva utilizando imagens para um espetáculo musical e deu muito certo. A igreja nos ajudou gerando o engajamento. Utilizamos uma base de fotos das cenas do espetáculo e isso gerou identificação e foi um boom de compartilhamento, até mesmo no status do whatsapp”.

    Thaís Romano de Azevedo: “Acho que depende muito do evento. Para eventos “grandes” da igreja como, musicais, conferências, peças de teatro, ou algo do tipo, funciona bem. Gera expectativa, a igreja se engaja e fica mais animada para o dia.
    Já para eventos mais “particulares” como, lançamento de site de um cantor, lançamento de um novo álbum, ou algo assim, também acho um pouco cansativo. Ouvimos mais comentário do tipo: “Não aguento mais ver essa contagem regressiva”, do que “Uau! Estou ansioso para chegar logo o dia”.”

    Adalberto Alves: “Depende, em nossa igreja fazermos uma contagem regressiva de 10 dias para abertura do Julho Jovem e usarmos fotos dos últimos encontros jovens, tivermos um bom engajamento. Acredito que se não for uma contagem muito grande e dependendo do evento funciona”.

    Thiago Mendes: “Eu acho que depende muito do tempo, por exemplo, o mínimo de tempo para não cansar o público seria começar a contar apenas faltando 3 dias pro evento”.

    Davi Mendonça: “Acredito que a contagem em si está um pouco defasada, acredito que um bom planejamento feito soltando teasers e informações antes do evento já meio que assume esse papel da contagem. mas acho que ainda dá uma sensação boa quando ela está presente no evento, marcando o inicio do evento. acho que nesse contexto ainda pode se sentir aquela expectativa, porém no meio digital acho que além já passado acaba limitando e prendendo muito”.

    Daniela Frigo: “A grosso modo eu gosto, penso que o tempo reduzido ( faltando no máximo 5 dias), é o ideal para não gerar cansaço no público”.

    É importante avaliar a eficiência de uma contagem regressiva. Ao publicar diariamente que faltam 30, 29, 28, 27 dias… para um evento o efeito pode ser contrário ao esperado. Lembre-se de mensurar todo processo. O alcance das publicações antes de iniciar a ação, durante e depois. Além do alcance analise dados como interação, comentários, curtidas, compartilhamentos, retorno nas inscrições (se houver), pesquisa no evento para saber como a pessoa tomou conhecimento daquela programação, etc.

    E você? O que pensa das contagens regressivas nas redes sociais como estratégia de divulgação?

  • Blog,  Cursos/Eventos,  Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    Share Talks BH 2017

    Está chegando a nova edição do Share Talks BH! O evento vai ser realizado no dia 7 de outubro (sábado), de 9h às 18h, na IBMEC, em Belo Horizonte/MG.

    O Share foi eleito um dos melhores eventos de Marketing Digital do Brasil. Na programação estão temas como: Hackeando a sua marca, Conteúdo, Influenciadores, Jornalismo e Redes Sociais, Construção de marca e um painel sobre o Mercado da Comunicação em BH.

    Garanta sua vaga no site!

    share talks bh logo

     

  • Blog,  Mídias Sociais

    Redes Sociais mais acessadas por brasileiros – 2017

    Você sabia que 9 a cada 10 internautas brasileiros já utilizam WhatsApp? Os dados com os aplicativos de redes sociais mais usados pelos internautas brasileiros fazem parte desta pesquisa da Conectaí (do IBOPE) e são de junho/2017.

    O que mudou da pesquisa anterior (fev/2016) para esta: WhatsApp foi de 93% para 91%. O Facebook saiu de 79% para 86%. E o Instagram foi de 37% para 60% . Sem dúvidas a grande mudança do Instagram da pesquisa anterior para esta foi a entrada do Stories, Lives e vídeos de até 1 minuto na plataforma.

    Este tipo de pesquisa é importante na hora de planejar suas ações nas redes sociais. O WhatsApp e Instagram estão em ascensão. Entenda onde seu público está e não perca tempo na rede errada.

    redessociais mais acessadas junho 2017

  • Blog,  Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    Qual tipo de conteúdo postar nas redes sociais?

    Uma dúvida importante quando falamos sobre Redes Sociais é o tipo de conteúdo que vamos publicar.

    img_6481.jpg Visite perfis do SEGMENTO em que atua e acompanhe os comentários. Dali surgirão assuntos para você publicar em suas redes!

     Esclareça dúvidas. Pense como seu público. Fale sobre dúvidas frequentes do seu meio. Exemplo: Se é de uma igreja, publique os horários do culto do dia. Se é de uma loja, mostre como seu produto pode ser usado. Se vende um serviço, apresente como funciona na prática ou os resultados.

     Fotos e vídeos tem maior alcance do que artes desenvolvidas por designers – sorry friends . Use bancos de imagem gratuitos para publicar fotos de boa resolução como os sites Pixabay ou Unsplash.

     Faça uma lista com temas que combinam com seu perfil/marca. Daí vão surgir diversos conteúdos que poderá produzir em torno deles.

     Participe de grupos (comunidades) no Facebook para acompanhar temas atuais do seu ramo. Lá no grupo Mídias Sociais na Igreja sempre tenho bons insights.

     Não poste toda hora. Hoje o que mais importa é a RELEVÂNCIA do seu conteúdo, não a quantidade.

     “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.” (Colossenses‬ ‭3.23‬)

     Tem alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários! ⤵️⤵️⤵️

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    Por que as pessoas entendem tão pouco sobre o próprio negócio?

    Trabalhar em Consultorias de Marketing Digital tem aberto meus olhos para uma realidade muito dura. As empresas não conhecem bem o negócio que administram. Segundo dados da Junta Comercial de Minas Gerais, cerca de 20 empresas fecharam por dia no estado, em 2016.

    Tenho visto a falta de entendimento do próprio negócio em diversos setores. Presto serviços para diversos segmentos, como arquitetura, moda, entretenimento, finanças, educação, evangélicos etc. A questão é que muitas vezes o sócio, gerente, administrador está focado em questões burocráticas e se esquece da importância da Comunicação e do Marketing Digital.

    Quantas vezes ao agendar reunião com alguma liderança encontro dificuldades para apresentar até mesmo um relatório de diagnóstico da marca. “Vivo ocupado”. Penso que quem vive ocupado, pode não perceber quando o barco está afundando.

    Outras vezes, percebo instituições que não sabe quem é o público-alvo. Ou seja, se o negócio é movido por clientes e ele não sabe com quem pretende falar, como terá uma comunicação assertiva?

    Se posso falar aqui com CEOs, gerentes e líderes de empresas, eu diria para que administrem melhor o tempo para conhecer com mais profundidade o próprio negócio.

    A Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Ameaças e Oportunidades) tão estudada no Marketing tradicional continua valendo mais do que nunca. Ter claramente quais são as forças e fraquezas do negócio, pode ajudar a antecipar cenários, se preparar para as ameaças e identificar reais oportunidades no mercado. Saber quem são seus concorrentes e as práticas deles, inclusive, nas Mídias Sociais pode nortear suas estratégias.

    Tenho visto diversos segmentos que usam as Redes Sociais massivamente, mas, apenas para cumprir tabela. Reclamam que não conseguem bons resultados na Internet, mas, não investem em profissionais, planejamento estratégico, implementação e manutenção dele.

    Quantas vezes perguntei para gestores qual o público deles na Página do Facebook ou qualquer outra rede e eles não tinham ideia. Nem sabia que era possível checar estas informações na própria rede.

    Muitos não tem ideia de com quem estão falando e nem com quem querem falar!

    Geralmente as marcas que têm conseguido visibilidade nas Mídias Sociais entenderam que ali não é apenas um espaço informativo, mas, interativo. As pessoas esperam ser respondidas, ouvidas e atendidas com eficiência (na Internet ou fora dela).

    Por que as pessoas entendem tão pouco sobre o próprio negócio? É porque estão tão ocupados em serem ocupadas, que não tem tempo para enxergar as necessidades do cliente e a essência da marca.

    Onde estão os famosos Missão, Visão e Valores? Guardados em algum quadro na gaveta. Infelizmente.

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    9 dicas para fazer uma boa Cobertura On-line de eventos

    coberturaonlineTrabalho como jornalista fazendo a cobertura on-line de eventos e coordenando equipes profissionalmente desde 2008. Sério, ainda nos idos do Orkut e antes do boom no Twitter.

    Mas, hoje vejo muita gente falando que faz “cobertura” de eventos pelas Mídias Sociais e na verdade, não passam de ações isoladas e sem conexão entre si. Já vi “profissionais” dizendo que fez a “transmissão” do evento pelas redes sociais apenas por ter publicado cerca de 20 fotos sobre ele. Há muito a ser explorado e de acordo com o tamanho de sua equipe, faça o seu melhor.

    Decidi fazer um artigo com 9 dicas que podem te ajudar a organizar, fazer e colher bons resultados com boas informações sobre um evento. Como trabalho mais focada no público evangélico, vou usar aqui o exemplo de um Congresso de jovens para uma igreja. Mas, caberia aplicação a qualquer programação.
    DICAS
    1º) Faça o Planejamento da Cobertura On-line do evento. 
    Qual tipo de mensagem pretende passar? Qual o tema do Congresso? Quem são os principais preletores e bandas? Quais canais pretende usar no meio digital (ou off-line na divulgação)Twitter, Instagram (e Instagram Stories), Facebook, Snapchat, site, blog? Vai transmitir ao vivo pelo YouTube ou Facebook Live? ? Qual a programação do evento? Farão entrevistas antes do evento para o site/blog? Crie a hashtag do evento. Monte a escala da equipe (voluntários ou não). Tenha claro quais as funções de cada membro dentro da equipe, o famoso, quem faz o quê.

    P.s.: Lembre de pegar a autorização por escrito de uso da imagem dos preletores e/ou cantores. Se vai contar com a ajuda de voluntários, tenha um termo assinado por eles que considere a Lei nº. 9.608 de 18 de fevereiro de 1998.

     

    2º) Alinhe a identidade visual de todos os canais digitais para o evento
    Isso significa que a logo do evento ou arte usada deve dar a cara de todas as redes sociais e do site no pré-evento, evento e pelo menos até uns três dias no pós-evento.

     

    3º) Faça um release sobre o evento e disponibilize para a imprensa
    Mesmo que você não faça o credenciamento de imprensa para o Congresso é importante que escreva um release com as principais informações do evento + fotos + arte com a identidade visual e envie para a imprensa da cidade e região. Sem falar que a qualquer momento pode precisar de um texto pronto sobre o Congresso e ter um em mãos, com as falas dos organizadores e preletores (aspas) será de grande valia.

     

    4º) Qual a linha editorial da cobertura?
    Participo de um grupo sobre o tema Mídias Sociais na Igreja no Facebook. Recentemente tivemos um debate lá sobre o tom que é usado nas coberturas online de eventos. O discurso vai ser mais coloquial, jovial, descontraído ou apenas com tom institucional?

    Como jornalista acredito que os textos para igrejas e eventos deveriam estar em 3ª pessoa, pois, deixa a interpretação da informação livre para o internauta. O uso das aspas e verbos dicendi para enriquecer a cobertura.

    A não ser que a cobertura seja feita por uma pessoa física, diretamente dos canais dela especificamente estarão em 1ª pessoa.

     

    5º) Como selecionar em quais canais digitais fará a cobertura online?
    – Costumo dizer que se a Igreja tem um site ou blog, um deles precisam estar envolvidos na Cobertura. Ou seja, é a base da cobertura. Nele eu coloco os textos que chamo de “resumo” de cada módulo do evento. Ali poderá ser uma matéria jornalística na estrutura do Lead ou um texto corrido. E não se esqueça de colocar as tags (assuntos) para que sua publicação seja encontrada pelos buscadores como o Google.
    – Sobre quais redes usar para fazer postagens é preciso ter um conhecimento prévio de onde sua audiência está. Se a maior parte dos seus seguidores ativos estão no Instagram e no Facebook, não há porque fazer postagens passo a passo no Twitter. Se o evento é mais direcionado para adolescentes, por exemplo, vale testar antes como está a audiência no Snapchat e no Instagram Stories.

     

    6º) Selecione os integrantes da sua equipe. 
    Confirme se estão todos capacitados para exercer a função que lhes foi cedida. Muita gente se voluntaria para fazer coisas que não tem muita experiência, mas, uma boa supervisão pode ajudar para que tenham bons resultados.

    Antes do evento tente integrar a equipe de alguma maneira. Uma das ferramentas que gosto muito é o Trello. Nela você poderá estruturar todas as tarefas, direciona-las e manter a equipe informada. Por mais que o WhatsApp seja usado por muita gente, a maioria das pessoas não aguentam estar em mais um “grupo”. Use o WhatsApp para mensagens urgentes.

    Um exemplo prático da estrutura de profissionais
    Personagem A: Twitter: cuidará das postagens em texto passo a passo. Tem que ser uma pessoa que domine bem a Língua Portuguesa e que consiga construir frases claras e coesas sem gerar qualquer tipo de confusão.
    Personagem B: Instagram – postando as fotos do fotógrafo oficial do evento e algumas dos bastidores. Cuidado para não “pecar” no excesso de fotos. Publique as fotos dos principais momentos com legendas bem descritivas. Se houverem muitos registros legais. Vale a pena criar álbum no Insta com os melhores momentos no final do módulo.
    Personagem C: Instagram Stories – com o perfil mais despojado e antenado, quem cuida do Stories tem que ter a mesma rapidez e dinâmica de quem cuidaria de um perfil no Snapchat. Só videozinhos não suprem a ansiedade de quem está acompanhando. Use toda criatividade que a ferramenta oferece.
    Personagem D: Site/blog – pessoa responsável para fazer a matéria jornalística ou texto resumo daquele módulo (momento). Ao término de cada módulo o texto deve estar publicado no site/blog. É muito importante manter o site atualizado pois quem procurar sobre seu evento no Google provavelmente irá chegar até ele. Melhor ainda é que ele tenha um bom texto resumo de cada módulo do seu congresso para ler.
    Personagem E: Facebook – Como esta rede não entrega os conteúdos ao vivo com tanta eficiência, ela pode servir de base para publicar os álbuns de fotos do seu evento.
    Personagem F: YouTube ou Facebook Live – há pessoas que são especializadas em fazer isso, mas, nada impede que aprenda – pois é bem fácil – fazer transmissões ao vivo. Existem vários tutoriais ensinando sobre isso no YouTube.
    Personagem G: EDITOR. Geralmente esta função é de quem coordena a equipe. O ideal é que ele supervisione todas as postagens para ter tempo de corrigir algum equívoco durante a cobertura. O que mais vemos são “coberturas” descuidadas com erros de português, com nomes de preletores e bandas errados, referências bíblicas trocadas. O Editor vai ser responsável por cuidar e orientar a equipe durante todo o evento.

     

    7º) Oriente bem a equipe de fotógrafos
    É muito importante que os voluntários/equipe de fotógrafos estejam bem preparados no dia do evento. Pode parecer “bobo”, mas, é importante “lembrar” o fotógrafo que deve estar vestido de preto e que ao “atuar” deve fazer o máximo possível para não ser percebido no ambiente. Tenho a opinião de que os melhores fotógrafos parecem ninjas, não aparecem, mas, chegam com as melhores fotos.

    Não tem coisa pior, tanto para quem está no evento ao vivo ou acompanhando pela Internet ver o fotógrafo aparecendo na frente dos cinegrafistas o tempo todo.

     

    8º) Cuidado com os erros de Português
    Um dos objetivos de se ter uma equipe para cobertura online é ter outras pessoas do lado para tirarem suas dúvidas, consultar o Google e a quem puder. A ideia é não publicar nenhum tipo de informação, nome ou palavra errada. Já vi em “cobertura” de igrejas escreverem Gênesis assim = Jênesis. Na dúvida, não publique. E, REVISE, sempre.

     

    9º) Leia/ouça o público
    Acompanhe os comentários sobre o evento nas redes sociais, blog ou site. É muito importante acompanhar se as pessoas estão compreendendo bem o discurso da cobertura e os ajustes que podem precisar ser feitos. E se houver equipe suficiente, responda as pessoas. Elas amam acompanhar coberturas online e “conversar” sobre ela.
    Tem sugestões de temas para abordarmos aqui no blog? Escreva para contato@elisamancio.com.br ou deixe nos comentários.