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Charges do Duke
Charges do Duke publicadas originalmente no jornal Super Notícia de BH (MG).E o Cruzeiro foi pro espaço. -
RAC – Reportagem com auxílio do Computador
Para quem quer entender um pouco mais de táticas do RAC (Reportagem com Auxílio do Computador) não pode deixar de conferir o Blog do Toledo – o blog do RAC.
Toledo é um dos grandes especialistas no Brasil do assunto. Ministra cursos e palestras nas mais diversas partes do Brasil e do mundo e sempre traz dicas importantes sobre o uso do computador. Além, é claro, de falar sobre o uso de banco de dados.No 4º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) tive a oportunidade em participar de um minicurso sobre Banco de Dados apresentado pelo Toledo e o também jornalista Paulo Rebêlo. Vale a pena conferir o material! -
Documentário sobre Mamonas
Os fãs dos Mamonas Assassinas não esquecem de jeito nenhum da banda que desapareceu há 13 anos, no auge do sucesso, num desastre aéreo. Veja só a festa que eles fizeram no interior de São Paulo, onde tudo começou. Começar de novo: os Mamonas estão de volta. Desta vez, em um filme que teve pré-estreia no sábado(4), na cidade onde o Mamonas nasceu: Guarulhos, em São Paulo. A primeira sessão no mesmo ginásio onde Dinho, líder da banda, fez um discurso raivoso.
Hoje, a novíssima leva de fãs do Mamonas está sendo formada de pai para filhos. A banda cover oficial repete os hits do grupo que chegou a vender 100 mil discos a cada dois dias.O pai de dois mamonas, Sérgio e Samuel, agora canta o repertório dos filhos com sotaque de música sertaneja.
“Eu fiz isso como uma homenagem a eles”, diz Ito Reoli.
O que o Mamonas cantou, até hoje todo mundo sabe de cor. Até o pai do Dinho, que comandou a invasão mamona.
“Quando ouvi as músicas deles pela primeira vez, achei péssimo. Achei muito ruim e que não ia dar certo. Eu achei que a ‘Brasília Amarela’ tinha muito erro de português. Mas eu não sabia de nada, quem sabia era ela. As crianças adoravam a música dele. Mas ele conseguiu agradar todas as faixas etárias. Eu falava pra ele:’Dinho, faz música pro povo dançar’. E ele respondia:’pai, o povo hoje em dia é doido. Ninguém quer dançar. Todo mundo quer pular”, revela o corretor de imóveis Hildebrando Leite.
Agora, no Ginásio Tumeuzão, a primeira sessão do filme que, a partir de agora, vai ser apresentado em sessões únicas em várias cidades de São Paulo. Para o pai de Dinho, uma emoção que vai em um crescendo. A tia, que está ao lado chora.
Mesmo aqui, já se percebe o nascimento de outra geração de fãs da banda de Guarulhos, que tomou conta de todos os canais, de todos os programas.
É mesmo difícil reencontrar toda essa alegria. A tia do Dinho também se emociona muito. E no final da sessão.
“É primeira vez que eu vejo o filme inteiro. É muito difícil. Mas não tem outro jeito. Tem que ver”, revela Hildebrando.
Mas a alegria dos Mamonas permanece.
Fonte: Site do Fantástico. Link original aqui.
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Em pleno século 21 ainda se morre em incêndio
Se fosse no Brasil, iriam falar que é porque estamos em país pobre.
05/07/2009 – 11h29
Brasileira morta em incêndio em Londres pretendia voltar ao Brasil, diz tio
Por Felipe Maia da Folha OnlineA brasileira Dayana Francisquini, 26, que morreu no incêndio de um prédio residencial em Camberwell, no sul de Londres, ocorrido na sexta-feira (3), pretendia voltar ao Brasil no fim do ano, segundo José Francisquini, tio da vítima. O filho dela, Filipe, 3, também foi identificado entre os seis mortos no incidente –acredita-se que a outra filha de Dayana, Thaís, 6, também esteja entre as vítimas. Segundo José Francisquini, que é irmão do pai da vítima, Adão, Dayana foi morar em Londres com a família há cerca de seis anos, em busca de melhores condições de vida. “Devido à situação precária do país [Brasil], eles foram morar lá para ter uma vida melhor”, afirmou José à Folha Online. “Agora que eles já tinham um pezinho de meia não precisavam enfrentar mais tanto frio.”
Reprodução/Times Online 
Dayana estava com os filhos no apartamento quando ocorreu o incêndio, em Londres Dayana nasceu Pinhais, no Paraná, e era dona de casa. Ela conheceu o marido, o também brasileiro Rafael Cervi, quando já morava na Inglaterra. Cervi, que estava trabalhando no momento do incêndio, afirmou ao jornal britânico “The Times” que falou com Dayana quando o incêndio já estava acontecendo. Desespero “Ela disse que havia fumaça vindo do chão, então eu pedi que ela fosse para o banheiro com as crianças, porque há um exaustor lá”, afirmou. Ele foi impedido pelos bombeiros de entrar no prédio, mas conversou com a mulher pelo telefone. “Eu falei com ela pela última vez às 5h26 [hora local]. Ela disse: ‘A fumaça está entrando e o Felipe está com dificuldades para respirar. Ele está assustado. Eu tentei ligar de novo, mas ela não atendeu’, contou Cervi ao jornal.” Os corpos de Dayana e Felipe –que nasceu na Inglaterra– já foram identificados, mas o de Thaís, nascida no Brasil, não. “Hoje eles liberaram a família para ver o corpo da Dayana, mas o das crianças, não”, afirma o tio da vítima. A expectativa é que leve cerca de dez dias até que os corpos sejam liberados para o enterro, que deve ocorrer no Brasil. “Conversávamos muito pela internet, quase semanalmente. Ela estava muito feliz, gostando de lá”, afirma Geraldo Aparecido Francisquini, primo de Dayana. Investigação Além de Dayana e os filhos, morreram Helen Udoaka, 34, a filha dela Michelle, e a designer Catherine Hickman, 31. Ao menos 30 pessoas chegaram a ser levadas ao hospital, com quadros de intoxicação. A polícia de Londres considera o incêndio “potencialmente suspeito”, mas não há informações sobre o que causou o incidente –as investigações podem levar até meses. Residentes do prédio afirmaram ao jornal “The Guardian” que há anos pedem a demolição do edifício. O morador Ed Hammond, 37, afirma que os apartamentos eram “armadilhas de morte”. “Se o fogo fosse na área central, você não teria para onde ir”, afirmou ele, ao jornal. O “Times” diz que o descaso é tanto que as paredes são praticamente todas rachadas, com a borracha soltando da única escada central. O prédio não tem uma saída de incêndio apropriada. “Eu estou nesse trabalho há 30 anos e eu nunca vi algo parecido. O clima quente e o fato de as janelas dos apartamentos estarem abertas fizeram com que o fogo fosse assim”, afirmou o bombeiro Paul Glenny. A polícia investiga como o incêndio pode ter começado e se foi intencional ou um acidente. Segundo os bombeiros, o primeiro foco surgiu em um dos apartamentos do nono andar e se espalhou rapidamente pelos pisos superiores. Cerca de cem bombeiros trabalharam por mais de quatro horas para conter as chamas e para resgatar as pessoas presas nos andares superiores. Os outros moradores do prédio não podem voltar para casa porque o prédio é considerado cena de crime.
Notícia da FolhaOnline, clique aqui.
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Qual a atividade física que mais combina com você?
A Revista Cláudia disponibilizou em seu site uma pesquisa que aponta a atividade física mais adequada para cada pessoa.
No meu caso deu corrida, agora é começar a malhar. É interessante. Faça o teste e veja se a resposta combina com você.
http://migre.me/3f66 -
Gay Talese concede entrevista à Edney Silvestre
Gay Talese dá conselhos a jornalistas mais jovens
Em entrevista exclusiva, o gênio do Novo Jornalismo fala sobre o ofício. Ele está em Paraty, na Flip.
Uma das vozes mais perfeitas da história da música sem voz. Afônico por causa de uma gripe. Como entrevistar Frank Sinatra sem voz? Como tornar célebre o que é corriqueiro? Como dar aos anônimos o lugar que eles merecem? Com estilo. O estilo Gay Talese.É um estilo que virou escola. Usar jornalismo e literatura para fazer do cotidiano um espelho e um retrato de nós mesmos. Talese conquistou seguidores, leitores, fãs há mais de 50 anos, que se encontraram – quem imaginaria – na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), para mais uma aula.
Aos 67 anos, elegante, educado, gentil. Um dos jornalistas mais influentes dos anos 1960 até hoje. O americano chique é filho de um alfaiate e de uma vendedora. Sempre afirmou que nunca imaginou chegar à fama com um interesse que se manifestou ainda na infância: falar dos que não costumam estar em evidência ou ressaltar detalhes que poucos percebem nos que estão sob os holofotes.
Foi em Paraty que Talese, ainda ativo depois de 11 livros e quase seis décadas de carreira, deu a entrevista exclusiva para o Bom Dia Brasil.
Quando perguntamos sobre a famosa reportagem de Frank Sinatra, uma surpresa.
– Eu não queria fazer a entrevista com Sinatra. Não era minha ideia, eu disse isso para o meu editor. Eu disse: “Ah, não, todo mundo já o entrevistou. O que mais há a dizer sobre ele? Ele é tão famoso”. Eu não gosto de escrever sobre celebridades porque o que se pode contar a mais? Também acredito que me sinto desafiado a escrever sobre pessoas anônimas, fracassadas ou não. O ponto é que o desafio do escritor é fazer com que o leitor se interesse por uma pessoa que não conhece.
Ele quebrou as regras básicas do jornalismo quando aboliu o quem, o quê, quando, como e onde.
– Eu queria ser um jornalista que pudesse fazer alguma coisa fora do comum. Os jornalistas, naqueles tempos, quando eu era jovem, não estavam tão preocupados com estilo. Eles queriam investigar, de forma rápida, queriam o furo, queriam ser os primeiros, primeiros, primeiros. Eu nunca quis ser o primeiro.
Um jornalista, hoje em dia, deve estar atento a quê?
– Jornalismo, como eu conheço, especialmente a mídia impressa, da qual faço parte, tem que se aprofundar mais nos personagens das reportagens.
Gay Talese fez severas críticas ao novo Novo Jornalismo, o jornalismo surgido com a internet.
– Elas [as pessoas] estão tendo uma visão de mundo, uma visão da civilização de dentro do laptop. O laptop as encurralou dentro de sua telinha. Saia de sua cadeira, vá para longe do computador de vez em quando e saia. Não fique confinado em uma sala, com uma mesa e um laptop.Link original desta matéria no G1, clique aqui.
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Crônicas da vida real
Hoje compartilhei no meu Twitter (@elis_amancio) uma experiência que tive ao ir em uma loja de informática, e resolvi publicá-la aqui. Segue:
>>Fui em uma loja de informática comprar cartucho para minha impressora. Vi um lindo monitor LCD 19″, do tipo: “meu sonho”… Enquanto babava nele o vendedor chegou perto de mim. Perguntei o preço. Ai falei pra ele: “ainda não tenho monitor LCD” -até agora sem saber para que disse isso. E ele respondeu: “ah sei, é de TUBO, né?” -
SJPMG convoca jornalistas para defender a profissão
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) convoca jornalistas, professores e estudantes de jornalismo para participar da audiência pública em defesa da regulamentação profissional e em repúdio à decisão Supremo Tribunal Federal (STF).A audiência será realizada na próxima sexta-feira, dia 3 de junho, às 10h, no auditório da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O duro golpe contra a profissão torna ainda mais urgente e necessária a nossa mobilização e dos demais setores da sociedade na defesa da formação e a qualificação profissional para o exercício do jornalismo e de outras profissões, que também estão sendo ameaçadas por este retrocesso institucional produzido pelos ministros do STF.Participe da audiência pública! Venha manifestar a sua indignação com o descaso contra inúmeras gerações de jornalistas e demonstrar que vamos continuar combatendo toda e qualquer iniciativa de desqualificar a nossa profissão.Audiência Pública debate decisão do STFData: 3 de julho – sexta-feira.Horário: 10 horas.Local: Auditório da ALMG.Site do SJPMG aqui. -
Tempo de férias acadêmicas
Essas serão minhas últimas férias acadêmicas. Em dezembro concluo o meu curso de Jornalismo. Ufa! Nem dá para acreditar que estou na reta final.
30 dias será pouco para fazer minhas pesquisas do TCC, terminar alguns freelas que peguei e ainda sonhar com novos projetos que estão aparecendo.O desafio de manter o Verdadeiro Jornalismo atualizado continua. Tenho que confessar, praticamente estou no Twitter todos os dias com o nick @elis_amancio comento e indico coisas interessantes por lá. Tentarei fazer uns “resumões” do que achar de melhor no Twitter e trazer para cá. Quem sabe funciona?Semana que vem estarei no 4º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da ABRAJI. De 9 a 11 de julho. Quem estiver por lá, comente aí para nos encontrarmos.Até mais! -
Diploma em pauta

Apesar de para muitos o tema estar bastante “desgastado”, não poderia deixar de citar aqui uma matéria e comentário que gravei com o título “Diploma em Pauta”. Essa matéria refere-se ao evento realizado na última quinta-feira, 25 de junho, na Estácio BH.Quem quiser, confira matéria no meu Blog Experimental (é um blog com fins acadêmicos), basta clicar aqui.

