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Rádio CBN realiza debate sobre Redes Sociais em BH
No próximo sábado, 20/3, vai ser realizado o 9º encontro de Twitteiros de Belo Horizonte, na oportunidade a Rádio CBN vai realizar o programa CBN BH ao vivo direto do evento. Os ouvintes da rádio podem participar no local do evento ou ainda interagindo com o perfil @cbnbhz ou email jornalismobh@cbn.com.br .
O tema do dia vai ser: “Será que a imersão nas Redes Sociais está nos tornando mais comunicativos, mais participativos? Ou será que estamos cada vez mais fechados em nossos interesses e em nossas rodas de conversa?
Participe ao vivoCBN BH + 9º Encontro de Twitteiros de BH
Data: 24 de março.
Horário: 10h.
Local: Anfiteatro do Shopping Pátio Savassi.
Informações sobre o encontro de Twitteiros: clique aqui. -
Fashionistando – BH ganha site especializado em moda
Na próxima quinta-feira, 20/3, o blog Fashionistando vai ser lançado oficialmente como site especializado em moda. Pensado e planejado pelas jornalistas Fabíola Paiva e Ludmilla Rangel, o constante convívio, jobs e o fascínio por moda possibilitou o lançamento de um projeto ainda maior.
O lançamento do Fashionistando vai ser realizado na M&Guia do Pátio Savassi. Se curte moda, vai curtir os editoriais que o Fashionistando está preparando.
Sucesso e vida longa ao Fashionistando!!!
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Infanticídio indígena: a cultura da morte
Li um excelente artigo da jornalista Karol Garcia falando sobre a triste realidade do infanticídio indígena. Realmente é um tema que não se ouve ou lê comumente por aí. Tomei a liberdade de publicar trecho dele aqui, mas é possível ler o conteúdo na íntegra pelo link que vai para o site dela. O infanticídio é o tipo de situação que merece nossa atenção, oração e posicionamento. Espero que possamos ser mais atuantes ao cobrar dos políticos principalmente dos deputados federais e senadores um posicionamento claro e atuante em relação a isso. Valeu!
Trecho do artigo
“A publicação do texto de Julian Savulescu, editor do “Journal of
Medical Ethics” – se justificando por ter veiculado um artigo em que a
prática de infanticídio é defendida – trouxe à tona o contexto
brasileiro, especificamente no que diz respeito ao infanticídio
indígena. Reinaldo Azevedo foi o responsável pela repercussão no Brasil,
e nos permite refletir sobre a polêmica que envolve, segundo
organizações não governamentais, pelo menos 20 etnias dentre cerca de
200 existentes no país.
Correntes de toda natureza divergem sobre a prática em que crianças
recém-nascidas indígenas são mortas, enterradas vivas ou abandonadas
pela família por razões como a deficiência física, gravidez fora do
“casamento”, em casos de gêmeos, entre outros. Aqui, sem atentar à
questão religiosa visto que denominações evangélicas têm sido as maiores
vozes contra o infanticídio nas aldeias, lembro que, este ano, o
projeto de lei (nº. 1057/07) que visa coibir a prática completa cinco
anos em tramitação na Câmara dos Deputados.
A chamada Lei Muwaji foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos
da Casa no ano passado, após quatro anos engavetada. Agora, na Comissão
de Constituição e Justiça corre o risco de ficar mais, pelo menos, cinco
anos à espera de apreciação. Diversas alterações foram feitas ao texto
original, mas uma questão é fundamental: a proposta tem como base
unicamente os direitos fundamentais previstos na Constituição Federal e
os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos.
De autoria do deputado federal pelo Acre, Henrique Afonso, o texto
inicial do projeto previa punição a servidores, que atuam diretamente
com os povos indígenas, que não tomassem “medidas cabíveis” para impedir
o ritual. Eles responderiam por crime de omissão de socorro, por
exemplo. Mais brando, o texto aprovado pela CDH retira esse teor
punitivo e parte para a orientação com mudanças feitas pela relatora,
deputada Janete Rocha Pietá (SP). Mesmo assim, a realidade continua
sendo a de tempos passados, pois os casos continuam ocorrendo e bem
longe do foco das autoridades – sendo que muitas inclusive defendem a
permanência desse tipo de ‘assassinato’.
[…] LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA CLICANDO AQUI.
Lá fora, a impressão que fica é de que no Brasil matam-se
‘criancinhas índias’ a todo instante. Aqui dentro, mais uma vez, o
Congresso Nacional e os órgãos governamentais nos levam a crer que o
país que ocupa a 84ª posição entre 187 países avaliados pelo Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) – do Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (Pnud) – ignora qualquer possibilidade de avanço no que
diz respeito à garantia dos Direitos Humanos.”Fonte: KAROLINE GARCIA, jornalista, empresária e secretária-executiva do Fenasp em Mato Grosso e-mail: redação@santapolitica.com.br Twitter: @Santa_Politica www.santapolitica.com.br
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Sindicato dos Jornalistas de Minas promove curso de Inglês
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) em parceria com Centro de Idiomas do UNI-BH vai realizar o curso “Inglês para a Copa“.
As aulas co curso “Inglês para a Copa” terão início dia 31 de março, sempre aos sábados, de 9h30 às 12h, na unidade do UNI-BH localizado à rua Rio de Janeiro, 1323, próximo ao cruzamento com a avenida Álvares Cabral.
O 1º Módulo do curso terá 30 horas/aula, no valor de R$ 450,00 a serem parcelados em 5 vezes de R$ 90,00 e taxa de inscrição de R$ 30,00. As vagas são limitadas e as inscrições começam dia 5 de março e terminam dia 28 de março pelo site www.unibh.br
Informações clique aqui.
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O que é Assessoria de Imprensa? – Parte 3 – O papel do Assessor de Imprensa
Por Elisandra Amâncio*
A pergunta que mais ouço como assessora de imprensa é: “Sou assessorável? Não sou famoso, seria possível fazer um bom trabalho de assessoria?” Sempre respondo que sim. Mas claro, ações bem sucedidas dependem do intenso diálogo entre o assessor e o assessorado. Esse relacionamento pode inspirar estratégias novas e diferenciadas, inclusive, fugindo dos clichês da assessoria, como a mera confecção e distribuição de releases.
Muito se vê e se lê sobre o que faz um assessor de imprensa. Entretanto é importante lembrar que atualmente as funções do assessor de imprensa vão além do relacionamento com a mídia. É comum em algumas empresas e instituições encontrar o nome de assessor de comunicação ao invés de “imprensa”. Ali o profissional acumula outras atividades como coordenar estratégias e equipes não somente de relacionamento com a mídia, mas também como publicidade e marketing.
Cada assessor de imprensa tem uma metodologia de trabalho. O perfil de quem trabalho dentro de uma empresa (assessor exclusivo) difere do assessor que trabalha em uma agência que atende vários clientes ou mesmo do assessor que trabalha como autônomo. No meu caso, costumo dizer que sou uma “EUgência”. Atendo alguns nomes como assessora de imprensa e traço estratégias para cada um conforme a necessidade e os alvos do cliente.
Quando alguém me procura querendo saber meu “valor” procuro melhorar esse contato “puxando” mais informações do projeto do possível cliente antes de dar o preço – o famoso breafing. É importante montar uma proposta de trabalho personalizada e que considere detalhes importantes da personalidade de quem será assessorado. O valor vai dentro da proposta. E como o próprio nome diz, são sugestões de possíveis ações que o assessor vai desenvolver no período dos serviços prestrados.
É bem comum pessoas/ministérios/instituições que contratam uma assessoria de imprensa temporária para fazer o lançamento de algum produto ou serviço especificamente. É uma ação interessante e eficiente, mas não se compara ao trabalho feito a médio e longo prazo. O ideal é manter uma assessoria constante para otimizar ações, mas nem sempre é possível por falta de recursos financeiros, falta de investidores etc.
Depois do contrato assinado o papel do assessor de imprensa é fazer um breafing mais profundo, ou seja, é nessa fase que o assessor vai conhecer a história do cliente, pesquisar o que já saiu sobre ele na mídia, nas redes sociais, traçar as metas do primeiro mês de trabalho. Particularmente, gosto de fazer o release institucional (biografia/perfil) antes de qualquer outra ação. É muito importante ter um bom texto apresentando o cliente.
Em seguida analiso o site e redes sociais do assessorado e faço um relatório com sugestões de ações para melhorar o conteúdo destas redes. Nem sempre sou contratada para atualizar estas redes, mas é possível manter todos os canais atualizados sem sobrecarregar o assessor, o assessorado e a equipe que trabalha diretamente com ele.
Na maioria das vezes é na terceira semana de assessoria de imprensa que faço a primeira divulgação do meu assessorado para a imprensa. Até ali tudo precisa estar ajustado, o release institucional, o site e as redes sociais atualizadas, o release do projeto que será foco da primeira ação pronto e devidamente aprovado pelo assessorado. É preciso estar atento com o uso de fotografias e vídeos, dar o devido crédito a quem fez cada trabalho.
Um dos papeis do assessor de imprensa é fazer constantes reavaliações das estratégias colocadas em prática. Não adiante colocar o assessorado como colunista de uma revista se o “forte” dele não é escrever. Não adianta insistir em gravar vídeos e postar no YouTube se o cliente não se sente bem fazendo vídeos ou fica mecânico demais. E mais uma vez voltamos à palavra “bom senso”. O assessor precisa identificar quais os pontos fortes do assessorado e explorá-lo o máximo que puder em favor de sua imagem.
Até algum tempo atrás o assessor de imprensa media os resultados de seu trabalho fazendo o relatório de clipping – que é o relatório com tudo o que saiu do assessorado na imprensa. A Comunicação não é uma ciência exata. Apesar de muita gente pensar que resultado de assessoria de imprensa se reverte em números, sou defensora de que a análise de sentimentos é muito mais importante.
O processo de consolidação e construção da marca vai muito além do retorno financeiro. Com o aumento do uso das redes sociais percebemos como a relação do público X marca melhorou. Principalmente para aquelas marcas que decidiram dar ouvidos ao seu público e também fazer algo com a informação que recebe.
Se alguém comprou seu CD em um evento que você participou e ao chegar em casa essa pessoa descobriu que o CD estava com defeito (isso acontece mais do que você possa imaginar). Geralmente o primeiro meio que procura para “reclamar” seus direitos é uma das redes sociais do cantor. E se você não tem uma equipe qualificada, um assessor antenado com essas novas mídias, correrá o risco de manchar sua imagem por um atendimento mal feito.
A questão não é somente ESTAR nas redes sociais. Mas saber usá-las. Sempre que um assessorado me diz que quer estar em uma nova rede social eu pergunto o motivo. Se a razão for exclusivamente “porque todo mundo tem”, “é nova”, “ouvi falar que vai bombar”. Não são bons argumentos. O assessor de imprensa tem tido uma função importante ao orientar seu cliente sobre isso. Afinal de contas, ele é o profissional que pensa estrategicamente todo o conteúdo que é construído, compartilhado e repercutido.
*Elisandra Amâncio
Jornalista Profissional, assessora de imprensa e webwriter. Trabalha há quatro anos como assessora de imprensa de diversos nomes da música gospel nacional. É vencedora do 1º Concurso Cultural de Inteligência Digital (dez/2011) na categoria “Desenvolver” com o artigo “Gospel Digital”.
Site: www.elisamancio.com.br
Twitter: @elis_amancioFonte: Supergospel
Artigo publicado originalmente em 27/02/2012 – Super Gospel
O que é Assessoria de Imprensa – Parte 3 – O papel do assessor de imprensa: -
Pinterest – o mundo além das imagens
Esta semana ouvindo o comentário do boletim Dois na WEB na rádio CBN conheci um pouco mais sobre essa rede social bem interessante, o Pinterest. A princípio só se consegue entrar nesta rede por convite, consegui o meu pelo pessoal da CBN que disponibilizou para alguns ouvintes. Entretanto, existe uma opção na home que permite solicitar o envio de um convite para o email – basta clicar em “Request an invite” (demora cerca de 24h para liberar o acesso).
Em seu próprio site a rede se define como uma ferramenta virtual para compartilhar imagens, organizando books virtuais no estilo “pinboard”. Para quem é usuário do Instagram pode haver até uma dúvida se vale à pena ou não entrar em mais uma rede, mas usando o Pinterest entendi que ele vai bem além.

Home Pinterest.com Por meio do site www.pinterest.com se configura os “boards” com os temas de interesse. A principal vantagem dele é poder vinculá-lo ao navegador de internet e publicar os “pins” diretamente da página da que se acessa. Por exemplo, li uma matéria muito interessante sobre os caçadores de fotos da aurora boreal. Como já tinha configurado o Pinterest no meu navegador, compartilhei a imagem clicando em “Pin it”. É possível agregar legenda e o link original da imagem vai “anexa” ao post. Então, além de compartilhar imagens é possível colecionar links.
Também baixei o aplicativo para o iPhone e achei super bacana compartilhar por ele tanto do computador de mesa quanto do telefone. Vale à pena testar à rede, e claro, testar se ela será conveniente para seu dia-a-dia.
Achei um tutorial muito bacana em um blog que ajudou bastante a entender melhor sobre o uso do Pinterest. Clique aqui.
E claro, me acompanhe no Pinterest também clicando aqui.
By @elis_amancio
www.elisamancio.com.br -
MISTO: Edição especial Facebook
Na próxima edição do MISTO (Mídias Sociais para Todos) realizada pela Ideia S/A e a ESPM o tema discutido será o Facebook.
O objetivo do evento é esclarecer dúvidas sobre o uso do Facebook diretamente com Fabíola Pinheiro, Global Marketing Solutions Manager do Facebook e membro da nova equipe do escritório da rede social no Brasil.
O bate-papo é gratuito, mas as inscrições são limitadas!
Para se inscrever clique aqui.
Fonte: Facebook.com/agenciaideiasa
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Final de Street Fighter na #Cpbr5
Confesso que nunca fui boa com jogos, mas se teve uma área que me chamou atenção nesta edição da Campus Party foi essa.
Assisti a preliminar e hoje a final do campeonato de Street Fighter. Rápido e emocionante!
Assista!
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IPv6 na Campus Party Brasil 2012

Tela que confirma o uso do IPv6 na Campus Party pelo navegador Opera Uma das grandes marcas da Campus Party é o fornecimento de Internet em altíssima escala, nesta edição, 20Gb. Já não bastasse o “paraíso virtual” os campuseiros puderam experimentar em primeiríssima mão o protocolo IPv6. Essa versão foi experimentada no Brasil pela primeira vez aqui na #cpbr5.
A partir do uso do navegador Opera os campuseiros acessaram a Internet pelo protocolo IPv6 e puderam constatar que a velocidade é bem mais rápida por este protocolo em relação a outros navegadores conhecidos.O IPv6 é a versão mais atua do protoloco IPv4 que suporta cerca de 4 mil milhões de IPs e a nova versão amplia consideravelmente este número. Na verdade, o número IP como é conhecido está sendo substituído gradativamente por esta versão. -
#Curtindo Móveis na CPBR5
A banda de rock Móveis Coloniais de Acaju realizou várias ações durante a Campus Party Brasil (#cpbr5). Uma delas foi um vídeo em que os campuseiros mostram que já “curtiram” a página da banda no Facebook.
A #cpbr5 é o lugar onde se vê as mais diversas ações, criatividade e muita coisa bacana. No canal do Youtube deles há outros vídeos dessa linha também. Vale conferir.
Inclusive, eu também entrei na “dança”.



