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#cpbr4: [Mídias Sociais] Redes Sociais e eleição 2010
Palestrante: Marina Silva – Historiadora e pedagoga, senadora (PV) e ex-ministra do Meio Ambiente, recebeu, em 2008, o prêmio Champions of the Earth (Campeões da Terra), o maior da ONU na área ambiental. Na eleição presidencial de 2010, terminou o primeiro turno com 19.636.359 votos, em terceiro lugar.
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#cpbr4 [Mídias Sociais] Oficina: Direito e Internet
Ficha Técnica
Quando: ter, 18 de janeiro, 14:15 – 15:00
Onde: Palco Social Media.
Descrição: Você tem liberdade para falar o que quiser na internet, mas isso não significa que não existem consequências. Saiba os cuidados que você tem de ter ao publicar conteúdo, moderar comentários e utilizar materiais de outras marcas.Oficineiro:
Marcel Leonardi – Advogado em São Paulo, especializado em internet,
software e Direito empresarial, é professor dos cursos de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), assessor científico da Fapesp e autor de
obras jurídicas sobre Internet. -
#cpbr4: [Mídias Sociais] Mesa redonda sobre Empreendedorismo Digital
Ficha técnica
Quando: ter, 18 de janeiro, 11:15 – 12:45
Onde: Palco Social Media (mapa)
Descrição: Usuários de redes sociais encontram na popularidade um caminho para o sucesso. Além disso o novo mercado de mídias sociais aguça a criatividade dos desenvolvedores. Conheça histórias interessantes de empreendedorismo digital e saiba como tirar seus projetos da cabeça para o papel e do papel para a sua primeira startup.Participantes:
Maria Carolina – Sócia-fundadora da startup Kingo Labs, responsável por alguns produtos consagrados na web brasileira, como o Sorteie.me, o Kingometer e o TRManager.Diego Remus – Jornalista, dedica-se ao ecossistema brasileiro de empreendedorismo digital divulgando projetos e intermediando investimentos internacionais.
Viviane Vilella – Analista de projetos de atendimento e relacionamento com o cliente do Sebrae com foco na internet e nas ferramentas digitais e co-autora do livro ”Intercon 2009: uma nova realidade do mercado interativo”.
Alessandra Félix – Criadora do blog Amarula com Sucrilhos, que teve de sair do ar por pressão da marca de bebidas, e da Editora Gênese, se dedica a lançar talentos da internet no mundo editorial.
Moderador:
Bob Wollheim – Sócio-Diretor da Brand Conversations, é venture corp do Instituto Empreender Endeavor e vice-presidente do Comitê de Empreendedorismo da Amcham. Ainda, é sócio do Fotosite, empresa de produção de conteúdo. -
#cpbr4: [Mídias Sociais] Palestra Da Campus para a Tela
Ficha da Palestra
Painel: Da Campus para a tela
Quando: ter, 18 de janeiro, 10:00 – 11:00
Onde: Palco Social Media
Descrição: Cases da TV Globo, como o documentário “Inclusão digital” e algumas ações na programação, nasceram na Campus Party. Uma conversa a respeito da experiência.Palestrante:
Giuliano Chiaradia – Diretor e autor de programas, é pioneiro em novas midias na emissora, é especializado em conceitualizar novos formatos de multiplataforma.Ingrid Zavarezzi – Autora, roteirista, produtora e publicitária, com diversos trabalhos em teledramaturgia, comerciais e marketing político.
Luis Erlanger – É jornalista, ex-editor-chefe do jornal O Globo e ex-diretor editorial da Central Globo de Jornalismo. Desde 2000 é diretor da Central Globo de Comunicação.
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#CPBR4: A saga continua…
No ano estelar de 2011, mais precisamente ao dia 16 de janeiro, embarquei com a caravana #CPartyMinas em Belo Horizonte (MG) rumo à São Paulo (SP). Esse tipo de viagem é sempre divertida e surpreendente.
Logo na saída, um rapaz sentou ao meu lado. Um dos coordenadores da caravana já foi logo dizendo para todos interagirem, que o ônibus seria uma ótima oportunidade para se sociabilizar. Então, o rapaz sentado ao meu lado (vou preservar o nome rsrs) conversou comigo assim, quase nada. Para puxar assunto, perguntei se estava animado para participar do Campus Party (como seria a primeira vez dele no evento, conforme relatou). “Não, nenhum pouco”, disse, curto e grosso. “Eita”, pensei. “Como um cara vai para um evento de sete dias sem vontade?” Daí ele explicou uma história pessoal e que não estava tão estimulado para estar aqui.
De cara imaginei que esse lance de sociabilizar não seria tão fácil quanto parecia. A galera do busão super atenciosa, rolando brincadeiras ao longo de toda a viagem. Claro, eu dormi na madrugada porque não sou de ferro. Ao acordar já estávamos em São Paulo, fui procurar meu celular e descobri que perdi meu telefone profissional (provavelmente, no posto da parada). Fiquei bem chateada à princípio, mas depois resolvi relaxar. Era cedo demais para “relaxar”…Uma cena muito engraçadas da viagem foi quando quatro caras (um dos motoristas, mais três passageiros) tentando fazer o aparelho de DVD do ônibus funcionar. Gravaram DVD, arrumaram até DVD original para passar e nada! Foi um banho nos caras e o aparelho não funcional, enfim, não tivemos filme na viagem. Tiveram até mesmo músicas como Fuscão Preto, Mamonas Assassinas e Ventania. Ah, e não! Não foi CD, eles cantaram ao vivo. Afinação… imaginem… Entre frases e gritarias anotei esta pérola: “O cara viaja quatro horas e pensa que já é veterano”, fala de um dos veteranos para um dos novatos que estava bagunçando no ônibus. Risada geral.
Chegamos no Centro de Exposições Imigrantes às 7h45 da manhã, chovia fino, típica manhã paulistana. Quando abriram os portões e nos deixaram entrar, para a fila, que fique claro. Com fome e sede fomos para uma fila gigante, talvez tivessem umas mil pessoas na nossa frente. O mais notório era pensar que a previsão era que os portões se abrissem ao meio dia. Entretanto, os colegas campuseiros veteranos disseram que ano passado a abertura tinha sido realizada às 10h. Como esperança é a última que morre, pensamos que seria assim. Infelicidade.
Amargamos esperar até cerca de 12h10 hora em que a fila começou a andar, de quatro em quatro passos. Lástima. Na fila, todos da caravana #CPartyMinas estiveram juntos. Na alegria e na dor, como diria alguma música popular. Se não houve interação suficiente dentro do ônibus, ali, teve de sobra. Todo mundo conversou compartilhou o que tinha e o que não tinha com os colegas. Foi lá na fila que conheci a Janine e o Hendel (BH/MG) que são irmãos e o Gustavo (João Monlevade/MG), entre outras pessoas bem legais. Dores nos pés, pernas, cabeça, fome, sede, vontade de ir ao banheiro e nada de fila andar. Nada do bendito crachá de credenciamento ser liberado.
A revolta da galera era geral. Quem ainda tinha bateria no celular (depois de tuitarem a noite toda em suas viagens) dizia “Vou xingar muito no Twitter”. Seria cômico se não fosse trágico. Semblantes cansados e voluntários do #cpbr4 atenciosos tentando explicar o inexplicável. Como pessoinhas tão agradáveis e atenciosas não conseguiam fazer os credenciamentos com rapidez? Parecia uma espécie de castigo coletivo, sei lá.
Palmas para muita gente corajosa que tirou o PC (personal computer) de casa (gabinete + monitor + teclado), e acredite, vi monitores de tubo (é assim mesmo, né?) por aqui. Não faria isso nem para mudar o computador de cômodo da casa, imagina trazer para a Campus Party. Essa galera é mega animada e acho bacana essa disposição de fazer acontecer. É legal ver também que os nerds não são mais aquelas figuras crucificadas e excluídas da sociedade.
Hoje a galera tem orgulho de dizer “sou nerd”. E não basta dizer que é nerd, tem que participar, entender dessas linguagens loucas… DC++ Será algum tipo de átomo positivo? Vai saber. Há poucos anos se fala de duas áreas básicas da computação hardware e software, hoje ouvi um cara dizer que não trabalha em nenhuma dessas áreas, ele é de desenvolvimento. Sem falar da moçada dos games e também dos seriados e tal.
Sem dúvidas o ponto mais marcante do primeiro dia da #cpbr4 foram essas filas infindáveis… Fila para pensar em entrar na fila, como disse meu colega Diogo Soares (JF). Pegamos uma outra mega fila para passar no raio-X e depois sermos direcionados para os endereçamentos das barracas. Não poderia deixar de registrar a presença de um argentino nervosinho na entrada do raio-x “queriendo que nosotros” mudássemos de fila. “Mas estamos em caravana, estamos juntos”, justificaram. Não adiantou o argentino ficou super nervoso e a caravana inteira rindo da cara dele… Quando cheguei na minha barraca, nossa! Foi como se tivesse chegado em minha própria casa. Só não foi melhor porque ainda tinha que encher o bendito colchão inflável.
Resumidamente, chegamos aqui às 7h45 e sentei em minha barraca exatamente às 16h04. Fome nem existia mais na hora, tudo que queria era tomar banho e deitar. Do banho, fui comer uns pãezinhos de queijo e encontrei com a galera da minha caravana. Decidi buscar meu notebook para conectar com a galera do #CPCamp. Sono para quê? Tenho a vida toda para dormir. De cara conheci o Diogo Soares (Juiz de Fora/MG), depois a Bianca (Jequié/BA), a Elaine (Goiânia/GO) e o outro Diogo (Recife/PE).
Rolou uma palestra do Paco Ragageles, fundador da Campus Party, que começou na Espanha, em 1997, sobre o movimento #somethingbetter que é uma espécie de conscientização da galera para divulgar a tecnologia com responsabilidade e integrando pessoas à ela. É uma ideia bem bacana que li antes do evento. Confesso que não entendi patavinas do que o Paco e seus convidados disseram em sua maior parte em Espanhol. Bem que esses estrangeiros deveria falar um pouco mais devagar para que entendesssemos melhor, mas ele quem manda, não é assim? Então, ele mandou e eu não entendi nada do que ele falou. O que seria de mim sem os tweets preciosos da galera com a tag #cpbr4 para entender melhor o que ele falou.
Depois rolou a abertura oficial do Campus Party Brasil em sua quarta edição com a apresentação de um vídeo feito por vários campuseiros. Parecia passagem de virada de ano. Com contagem regressiva e tudo mais. Tem um tal de “oooooooooowwww” uma espécie de grito de guerra que quando um grita todos respondem igual em todo a Campus, nunca vi nada igual. Será uma questão de honra descobrir a origem do “oooooooooooowwww”.
Descobri um cantinho mega especial aqui da Campus Party, um sofá branco em meio a um ambiente rosa. Além de lindo e cativante é extremamente aconchegante. Para ter ideia, estou aqui há cerca de seis horas conectada na web e acompanhando tudo que tá rolando no evento.
Aqui se vê de tudo até gente carregando notebook com o cabo de rede ligado e mostrando a Arena do Campus Party por twitcam. O risco de tropeçar em fios e cair existe, mas o povo arrisca mesmo assim. Muitos conversando sozinhos para suas câmeras digitais ou para seus 2 ou 10 seguidores que assistem o #cpbr4 na madruga. Bom, são algumas das impressões do primeiro dia… sei que muita coisa vai acontecer e espero compartilhar com vocês. E pensando que estes posts serão meus “rascunhos” para a matéria da revista que ainda produzirei no final da Campus Party.
Geek vibrations para vocês!
Elisandra Amâncio
@elis_amancio
Campuseira (infiltrada) por uma semana.P.s.: Perdoem, mas vou deixar as fotos para amanhã, que já é hoje! Preciso dormir! #Fui
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CPBR4: O primeiro Campus Party Brasil ninguém esquece…
Na data estelar de 16 de janeiro de 2011 inicio este post. Totalmente imersa nesta aventura tecnológica que é o Campus Party Brasil, maior encontro tecnológico da América Latina, começo a relatar minhas experiências nesta nova “praia”.
Confesso que ao pegar o PressKit do #cpbr4 (Campus Party Brasil – 4ª edição) fiquei assustada com os números. Pense em 6800 pessoas, sendo 4500 delas acampadas em barracas durante sete dias, pensou? Agora pense que 77,6% têm entre 18 e 29 anos; 5,2% são menores de 18 anos; 13% têm entre 30 e 39 anos (meu caso); 3,1% têm entre 40 e 49 anos; 1,1% é maior de 50 anos, pensou? Agora pensa que decidi encarar essa aventura em acampar neste evento de tecnologia em São Paulo.
Claro, para quem me conhece sabe que vou curtir à beça. Sempre fui ligada em tecnologia, Internet, essas coisas, mas daí viajar para encarar essa moçada, não vai ser brincadeira. Desde quando fiz minha inscrição em outubro fiquei só imaginando se realmente teria coragem de embarcar. Depois de ter pago além da inscrição, o transporte com a galera da caravana #CPartyMinas (sou da época em que se falava excursão – risos), vi que seria pra valer.
O constante trabalho impediu que ficasse pensando muito sobre isso. Logo no início já busquei integração com as meninas do #GarotasCPBr, por meio da mega gentil, Cissa Gato. Além de enturmar, que é sempre bom, conhecer um pouco a dinâmica do evento. É claro que a minha louca rotina não me permitiu avançar muito no quesito “conhecimentos sobre”, mas não me sentia mais a E.T..
Após o estouro do espumante no Reveillon comecei a preocupar com essa questão. E o Campus Party? Como vai ser? O que levar? Vou mesmo? Sete dias? Sei não! Perdi o prazo de transferir a inscrição? E a alimentação? Google: ‘o que levar para o Campus Party’? [adendo: e como tem listas deste tipo! Tem até Vlogs sobre isso] É pra valer, vou mesmo!
A participação no grupo me rendou a amizade com um simpatissíssimo campuseiro chamado Fabrizio. Ele criativamente criou o grupo CPCamp [devo um post somente sobre vocês], um grupo de bate-papo no MSN (como dizem os repórteres de TV – famoso programa/software de mensagens instantâneas) que compartilha um milhão de informações, desde o que levar ao como baixar arquivos em rede. É uma interação gigantesca a partir de laços virtuais, por assim dizer. Em tempo, ao Fabrizio devo o início e finalização deste post inspirados na saga Star Wars.
Este post que era para ter sido publicado ontem, e não hoje, graças às conversas no Msn com essa turma, utilizei cerca de cinco horas de conversas e boas risadas. Além das importantes dicas dos campuseiros veteranos, muito bom humor e descontração nas conversas. E para quem pensa que só rola conversa “fiada”, pelo contrário, muito bom papo e interação.
Dentro da minha rotina esta foi uma semana bem intensa, principalmente depois da proposta de fazer uma matéria para uma revista da área da Comunicação de Belo Horizonte (MG) sobre o Campus Party Brasil. Fui atrás do credenciamento para a devida cobertura, mas claro, conservando minha grade de programação dentro da área de SocialMedia.
Antes desta demanda da matéria para a revista, planejava fazer a cobertura do evento por conta própria, para o meu blog mesmo, com a finalidade de compartilhar a experiência com vocês. Pensei em fazer uma espécie de “diário de bordo” passando um pouco das minhas impressões para vocês como campuseira de primeira viagem. Obviamente, cumprirei com este planejamento compartilhando informações de cada palestra que participar e possivelmente, meus devaneios e algumas fotos também.
Expectativas, ansiedades, dúvidas e muita alegria por, enfim, participar do #cpbr4. Sem dúvidas um sonho, uma nova realidade e a oportunidade de não só aprender muito mais sobre as ferramentas e tendências na área de SocialMedia, como também, conhecer muita gente nova. Lugar de #networking é com jornalista mesmo.
Um dia, num futuro não muito distante, iniciarei os posts lá do #cpbr4. Conto com as visitas e comentários de vocês.
Serviço
Campus Party Brasil – 4ª edição. #cpbr4
Data: 17 a 23 de janeiro de 2011.
Local: Centro de Exposições Imigrantes. São Paulo (SP).
Site: www.campus-party.com.br
Blog: http://blog.campus-party.com.br
Flicrk: http://www.flickr.com/photos/campuspartybrasilElisandra Amâncio
@elis_amancio
Campuseira (infiltrada) por uma semana. -
Ricardo Kotscho em entrevista ao Programa do Jô
Considero Ricardo Kotscho como um dos meus mentores no Jornalismo (o outro é Dídimo Paiva). Ao ver esta entrevista dele no Jô Soares fiquei me perguntando porque não temos tantos bons exemplos assim.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
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Abraji condena uso de iniciais, e não nomes completos, em processos no STF
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo condena a prática adotada pelo Supremo Tribunal Federal de usar apenas iniciais para identificar réus em seus processos – e não os nomes completos dos acusados. A conduta obscurantista foi noticiada em dia 25 de dezembro de 2010 em reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”.
O presidente do STF, Cezar Peluso, diz que a medida serve para preservar a honra dos réus mesmo nos processos não protegidos por segredo de Justiça. Políticos e poderosos são os mais beneficiados pela conduta idealizada pelo STF –um atentado ao princípio de igualdade.
O STF não parece ter uma posição unânime sobre o procedimento. Numa tentativa recente de manter em sigilo um processo envolvendo o presidente de um tribunal superior, dois ministros se posicionaram contra. “Nada justifica a tramitação, em regime de sigilo, de qualquer procedimento que tenha curso em juízo. Deve prevalecer a cláusula da publicidade”, disse o ministro Celso de Mello, o mais antigo do STF. “É uma pretensão indevida. Será que vai haver todo esse cuidado para os cidadãos comuns? A regra é a publicidade. É preciso que haja o lançamento dos nomes por extenso para que a sociedade acompanhe o andamento dos processos”, afirmou o ministro Marco Aurélio Mello.
Ainda assim, prevalece no STF a determinação para o uso das letras iniciais dos nomes dos réus. Essa decisão de proteger poderosos torna ainda mais explícita a necessidade de o Brasil ter uma Lei de Direito de Acesso a Informações Públicas –o projeto 41/2010 está no Senado desde abril do ano passado.
O texto da lei brasileira foi apresentado pelo governo federal, mas só depois de haver muita pressão por parte da sociedade civil, principalmente do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, que reúne organizações não governamentais como Transparência Brasil, Abraji e OAB.
Ocultar a identidade dos réus em processos no Supremo Tribunal Federal é negar a transparência que deve prevalecer nas relações entre governantes e governados. Mais: contraria o direito de acesso a informações públicas garantido pela Constituição.
http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1373:: Fonte: Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo
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Dicas de leitura no Twitter
Apaixonada que sou por leituras, ontem compartilhei no meu perfil do Twitter sobre o livro que estou lendo no momento, “As Crônicas de Nárnia”, volume único que contém as sete crônicas escritas por C.S. Lewis. Para quem gostou dos filmes o livro será sucesso garantido. Para quem não gostou tanto, é uma boa oportunidade para despir-se dos preconceitos e mergulhar nessas histórias de fôlego.
Lançando um desafio aos meus seguidores no Twitter pedi a eles indicações dos livros que mais gostaram de ler em 2010. Começo a lista com três livros que gostei de ler no último ano. A lista está por ordem de envio no Twitter e na sequência: Nome da Obra, autor e editora.
@elis_amancio
1. Jornalismo Diário, Ana Estela de Sousa Pinto, PubliFolha.
2. Jornal Nacional, William Bonner, Globo.
3. O vinho novo é melhor, Robert Thom. Editora Vida.@FlavyaPereira
1. Televisão: manual de produção e direção, Vera Íris Paternostro. Editora Campus.
2. Manual de telejornalismo, Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo Lima. Editora Campus.@alinetteodoro
1. Caso Escola Base – Os abusos da imprensa, Alex Ribeiro. Editora Ática.
2. Narcoditadura – O caso Tim Lopes, Percival de Souza. Labortexto Editorial.@JoaoMenvic_
1. Decolando nas asas do louvor, Atilano Muradas. Editora Vida.@Flavinhadesouza
1. O futuro da humanidade, Augusto Cury. Editora Sextante.@TatiTeixeira_
1. Quebrando a rotina, Max Lucado. Editora Thomas Nelson Brasil.@mailansilveira
1. A Cabana, William P. Young. Editora Sextante.
2. As Crônicas de Nárnia (ver @elis_amancio).
3. Quando Nietzsche chorou, Irvin D. Yalom. Editora Ediouro.
4. Anjos e demônios, Dan Brown. Editora Sextante.
5. O Peregrino, John Bunyan. Editora várias.@rayanevinhas
1. O andar no Espírito, O andar no Poder, Dave Roberson. Editora Mundo Cristão.@EricaCotta
1. Three, Ted Dekker. Editora Ediouro.@gianaguterres
1. Quando o céu invade a terra, do Bill Johnson. Editora Pequeninos.
2. Pequena Abelha, Chris Cleave. Editora Intrínseca.@kamillaoliveira
1. A Cabana. (ver @mailansilveira).
2. Jesus (não enviou autor).@AnaGomesBH
1. Escolha o seu sonho, Cécilia Meireles. Editora Record (várias).@FabianoVeronice
1. Bíblia Sagrada.@JairolSantos
1. Marley e eu, John Grogan. Editora Ediouro.
2. Eu e minha boca grande, Joyce Meyer. Bello Publicações.@danilovidalms
1. Ética a Nicômaco, Aristóteles. Editora Artmed.@twittamarina
1. A menina que roubava livros, Markus Zusak. Editora Intrínseca.@jeef_son
1. Viagem ao centro da terra, Júlio Verne. Editora Scipione (várias).@carlosdasmer
1. A cidade do sol, Khaled Hosseini. Editora Nova Fronteira.@CintiaGato
1. O mestre da sensibilidade, Augusto Cury. Editora Sextante.@DuduhAguiar
1. Moldados por Deus, Max Lucado. Vida Cristã (vários).@graziele_fontes
1. A autoridade do crente, Kenneth E. Hagin. Editora Graça.@sigamacamila
1. Jesus, o maior psicólogo que já existiu, Mark Baker. Editora sextante.@rafhasoares
1. Arkós, a comida do urso, Renê Terra Nova. Editora Saraiva.@ClaytonOlee
1. As Cinco Pessoas que você encontra no Céu, Mitch Albom. Editora Sextante.@raquelemerick – a Raquel Emerick mantém um post no blog dela com a lista dos livros lidos nos últimos meses, é bem bacana. Vale a pena conferir. Clique aqui.
Enviem vocês também suas dicas de leitura!
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Jornalismo religioso?
Já parou para pensar nas matérias jornalísticas em que viu ao longo de sua vida que abordam alguma religião? Bom, no meu caso, parei para pensar sobre isso. Que me lembre todo tipo de matéria que vi até hoje falando especificamente sobre alguma igreja ou religião são produzidas com caráter “negativo”. Ou seja, visam denegrir uma igreja ou religião.
Como jornalista, e também atuante como assessora de imprensa, converso com diversos profissionais da área e percebo que a maioria não entende (e não quer entender) como as religiões atuam e o que elas defendem. O preconceito e a visão estereotipada da religião faz com que a imprensa perca a oportunidade de utilizar sua força para esclarecer a população sobre o tema. Infelizmente, os estereótipos são mais fortes e a imprensa prefere continuar taxando padres como pedófilos e pastores como ladrões ao invés de conhecer, pesquisar e entrevistar personalidades que exercem influência direta sobre às pessoas. Um princípio básico e primordial do jornalismo é a prática de sempre “ouvir” todos os lados envolvidos em uma história, buscar dados que validem as informações, documentos, etc.Talvez você até pense que estou escrevendo sobre isso por ser evangélica. Mas não, estou pensando no quanto os leitores, internautas e telespectadores perdem com isso. Ao invés de conhecermos as religiões e suas ações com “isenção” percebemos que as matérias produzidas pela imprensa geralmente são para denegrir a imagem de uma instituição ou crença. A discussão sobre temas enriquece não somente a cultura pessoal, mas o nível de entendimento das pessoas em relação ao tema. Mas como essa discussão será eficiente se as notícias são tendenciosas?Aprendi algo muito interessante no Direito, que todo mundo é inocente até que se prove o contrário. Então por que a mídia trata as religiões como ‘culpadas’ de algo? Creio que se existe algo de ruim no ser humano são as nossas próprias escolhas pessoais, ou seja, a partir daquilo que buscamos nos embasar para exercer ações boas ou ruins. Sou a favor de que todos tenham espaço com igualdade e que o jornalista busque a tal “imparcialidade” que ele “jura” praticar em cada matéria escrita ao falar das religiões no Brasil. Nosso país é gigante, existem as mais diversas culturas instauradas por todo território nacional.
Vejo que da mesma forma que repórteres de Economia continuam falando para o mínimo de leitores possível, porque não se preocupam em adequar a linguagem para que todos entendam a notícia, assim também, muitos repórteres tem falhado na hora de produzir notícias relacionadas à religião. Infelizmente, quando o editor escolhe o título da matéria ele não se preocupa com o sensacionalismo que ela irá causar. Escreve no primeiro parágrafo o “absurdo” que precisa para fazer com que o leitor acompanhe a notícia. Dificilmente ele lerá a matéria até o final. Daí vale o ditado de que a “primeira impressão é a que fica”.
Fazendo uma autocrítica da profissão, assumindo a mea culpa, é preciso perceber e mudar a atuação impositiva do jornalista e ser mais instrutiva. Ao invés de levantar hipóteses, provar com fatos o tipo de informação que se deseja transmitir. Por mais que no Brasil diga-se que o estado é laico e a liberdade religiosa seja uma realidade, conforme garantido na Constituição, o que vivemos no meio midiático é bem diferente. A imprensa não se preocupa em informar a prestação de serviços que as igrejas e instituições religiosas vem desenvolvendo nas comunidades. A igreja como parte do Terceiro Setor é uma importante aliada da sociedade enquanto o governo falha com suas obrigações.Conheço instituições religiosas que auxiliam das mais diversas formas, com comida, roupas, cursos profissionalizantes, assistência social (e espiritual), assistência médica, psicológica, odontológica e por aí vai. Raramente vemos notícias positivas que falam sobre a assistência delas nos mais diversos âmbitos da sociedade. Pelo contrário, o que vemos são mídias que perseguem as religiões, usam do seu poder de influência para denegrir a imagem de instituições que buscam ser uma auxiliadora da população.A verdade é que se a imprensa tratasse a politicagem existida no Brasil como trata as pessoas que tem algum tipo de crença talvez o nosso país estivesse melhor.






