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    Dicas do Novo em Folha

    Passeando pelo blog da Ana Estela, Novo em Folha, encontrei essas dicas importantes, não pude deixar de copiá-las e registrar aqui!

    Segue anotações do Novo em Folha:

    Recursos de apuração
    redes de relacionamento: http://www.ning.com/

    para achar informação sobre pessoas: http://www.spock.com/

    para saber o que estão fazendo na rede as pessoas que você conhece: http://www.spokeo.com/ (é preciso saber o e-mail das pessoas)[Esta é de dar medo!! Você consegue ver até a lista de livros comprados no amazon.com!!]

    para trocar informações (crowdsourcing): http://www.linkedin.com/

    para descobrir o que está sendo twitado sobre determinado assunto: http://tweetscan.com/alerts.php

    para fazer buscas usando a voz: http://www.midomi.com/
    http://pbwiki.com/ para criar uma wiki, que permite trabalhar em grupo com facilidade usando a rede.

    Desta nós já falamos aqui: a wiki da Abraji.
    ferramentas de edição on-line e compartilhamento de informações
    http://twitter.com/ para espalhar informação curtinha e freqüente
    http://www.conduit.com/ para criar uma barra de navegação que pode ser compartilhada
    http://sproutbuilder.com/ para criar uma plataforma widget, que organiza informação de forma fácil de compartilhar
    www.mapbuilder.net para fazer mapas interativos
    http://qrcode.kaywa.com/ – para gerar QR Codes [anotem: QR codes serão a sensação dos próximos meses!!]
    http://www.apture.com/ – para fazer links muito legais, janelinhas que abrem sozinhas e ficam dançando na telaas janelinhas que abrem sozinhas

    Para saber mais:
    The Online News Association – http://www.journalists.org/

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    Equipe do Jornal O Dia é torturada no Rio de Janeiro

    Conforme foi noticiado em várias mídias, uma equipe do jornal carioca “O Dia” foi sequestrada e torturada por 7 horas e meia, dia 14 de maio. A notícia veio à tona no último dia 1º após certificarem que a equipe está em local “seguro” e está bem.

    Posto aqui o manifesto da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) em apoio à equipe torturada.

    Mensagem original postada aqui.
    Abraji protesta diante de abusos cometidos contra jornalistas de ‘O Dia’ e cobra autoridades

    A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) protesta de forma veemente diante dos fatos gravíssimos relatados na edição de domingo (1/06) de O Dia, quando uma equipe de reportagem foi mantida durante sete horas e meia seqüestrada, em cárcere privado e torturada numa favela do Rio de Janeiro, na Zona Oeste. A equipe realizava uma reportagem especial em uma favela dominada pela milícia (espécie de grupo privado que atua por conta própria e é composto por policiais, ex-policiais, agentes penitenciários, bombeiros e ex-servidores da Segurança Pública). A equipe de “O Dia” trabalhava em uma casa alugada na comunidade durante duas semanas, quando foi identificada no último dia 14 de maio.
    A exemplo dos traficantes, esses bandos criminosos chamados “milícias” criam áreas de exclusão, nas quais impõem as suas próprias leis, valendo-se da intimidação e do assassinato. Além da barbárie a que submetem os moradores, o que já seria inaceitável, esse tipo de banditismo organizado põe em risco o Estado Democrático de Direito, em desafio aberto ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário, os poderes da República, que deveriam regular a vida da sociedade.
    Em vista disso, a Abraji:
    · Solidariza-se com a equipe agredida e com o jornal “O Dia”, lamentando que ainda sejamos obrigados a conviver com atos dessa natureza.
    · Pede que as autoridades apurem com rigor o crime cometido.
    · Considera inaceitável existirem no país “áreas de exclusão”, dominadas por criminosos, onde a imprensa não pode trabalhar sem sofrer agressões, e onde reina um poder paralelo do tráfico ou da milícia formada por policiais da ativa e ex-policiais.
    · Cobra das autoridades para que o Estado aja com mais efetividade nessas áreas, não só reprimindo esses bandos criminosos, mas também levando os benefícios legais e sociais a que as populações que nelas vivem têm direito.
    · Alerta as empresas de comunicação sobre a responsabilidade que elas têm na segurança de seus funcionários. A elas cabe avaliar os riscos que eles possam correr.
    A Abraji lembra que, neste 2/6, completam-se seis anos do assassinato de Tim Lopes, torturado e morto por traficantes, quando fazia investigação da exploração sexual de crianças e adolescentes em bailes funk. A Abraji surgiu na comoção que se seguiu a morte de Tim Lopes, por isso tem, entre as suas principais preocupações, a luta pela preservação da integridade física dos jornalistas, um assunto que profissionais e empresas têm de se empenhar em debater com mais profundidade.

    Diretoria da Abraji
    1 de junho de 2008
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    Venda de jornais sobe mais no Brasil do que no mundo

    Li uma notícia na última segunda-feira (02) no jornal Folha de S.Paulo bastante interessante. As vendas de jornal no Brasil cresceram 11,8% em 2007, enquanto no restante do mundo a média foi de 2,57%, de acordo com pesquias divulgada pela WAN (Associação Mundial de Jornais, na sigla em inglês). Gostaria de dizer que é uma ótima notícia, analizando o ponto de vista de que mais pessoas estão lendo no país. Por outro lado existe o aumento da tiragem de jornais populares como os mineiros “Super” e “Aqui”. Nem tanto pelo conteúdo, mas sim por causa das promoções “junte 30 selos e troque por um brinde”.
    Para decepção dos mais pessimistas, parece que os jornais ainda vão circular por algum tempo. Considerando que só no Brasil entre 2003 e 2007 as vendas de jornais aumentaram 24,93% isso é um ótimo sinal. No ano passado foram mais de 8 milhões de exemplares vendidos.
    P.s.: A notícia está no site da Folha Online, para quem é assinante basta pesquisar pelo título deste post.
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    Aécio Neves e a Liberdade de Imprensa

    Recebi a mensagem abaixo por email, e nada mais justo do que divulgar o que acontece na imprensa mineira.

    Dois anos depois do lançamento do vídeo “Liberdade, essa palavra“, o jornalista Daniel Florêncio lançou novo vídeo sobre a censura promovida pelo governo Aécio Neves. O vídeo foi exibido esta semana em Londres e há 15 dias nos Estados Unidos e foi feito para a Current TV.
    Para quem ainda não tiver visto, vale a pena. São só 8’36 e pode render uma boa discussão.

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    Abertura do 3º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo – ABRAJI

    Dos dias 8 a 10 de maio tive oportunidade de participar do 3º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, realizado pela ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Participei de algumas oficinas, e pretendo publicar esta semana matérias referente a cada um deles.

    Hoje publicarei as fotos e irei acrescentando os textos ao decorrer da semana.

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    Crimes contra crianças

    É cada vez maior o número de notícias que dizem respeito à violência contra crianças. Aparentemente o assunto é banal, trivial demais para gerar qualquer tipo de discussão ou mudança de atitude.

    Acabo de ler uma notícia, em que uma mãe jogou uma menina de três meses em um rio, na cidade de Ponte Nova(MG). O bebê, claro, estava morto ao ser resgatado. Até o momento não se sabe ao certo o motivo de tal brutalidade.

    Crianças sendo torturadas, maltratadas, escravizadas (em todos os níveis possíveis, intelectuais, sexuais, serviçais, etc) descriminadas, assassinadas! Outro dia li um texto que dizia explicitamente que o Estatuto da Criança foi criado por adultos na tentativa de garantir à criança e ao adolescente , justamente, aquilo que os adultos não respeitam. Parece incoerente? Pois é assim, o ser humano vive lutando sobre sua própria incoerência.

    Até quando seremos obrigados a ler e testemunhar casos de crianças jogadas em rios, janelas, arrastadas por carros?

    Nesse ponto sim, a imprensa deveria agir insistentemente cobrando da justiça, do Congresso Nacional, medidas, reformas constitucionais, sei-lá-mais-o-quê uma ATITUDE em relação a violência infantil. Ao invés de apegar-se em um caso específico (Nardoni, por exemplo)??? O que as pessoas precisam é de uma voz que clame por seus direitos! A imprensa tem esse poder, de mostrar, falar, expor… então porque calar???

    Não adianta falar (in)cansavelmente sobre o caso Nardoni, mas sim cobrar atitudes contra pessoas que fazem esses atos, e cobrar de quem é responsável, medidas para que casos assim, não aconteçam novamente.

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    Atualidades e desatualidades

    Há quase um mês a mídia está cobrindo (in)cansavelmente o caso Isabella Nardoni. Passeando neste domingo por blogs, páginas de notícias, e zapeando canais de TV, percebi que o caso Nardoni continua no auge.
    Relembrando um passado, não tão distante assim. Lembrei do caso do menino João Hélio, lembra-se? Aquele arrastado por quarteirões no Rio de Janeiro, em fevereiro do ano passado. Pois é, a ética é realmente uma palavra sem sentido neste país de pessoas sem memória.
    Injustiças e mais injustiças acontecem no dia-a-dia do povo brasileiro, e a imprensa insiste em deter-se em um ou outro caso. Pouco tempo depois, ninguém mais fala nada sobre casos assim (como no caso João Hélio).
    A imprensa precisa repensar seu papel, sentir-se mais responsável pelo que noticia. Não estou culpando repórteres e jornalistas, mas sim a direção dessas empresas de comunicação que pensam acima de tudo no lucro. Claro, lucro não é “pecado”, mas vender a desgraça alheia também é demais. Porque só notícia ruim vende?

    Entre tantas notícias ruins, outra história interessante, e no mínimo curiosa, é a do padre doido voador Adelir de Carli, 41 anos. O padre desapareceu no mar após tentar quebrar um recorde de permanência no ar… O caso seria cômico se não fosse trágico. As maluquices desse padre viraram chacotas na internet, além de se tornar inspiração para blogueiros criativos. Resolvi postar a imagem que recebi por email com o título: “Mais um brasileiro no seriado Lost”.
    1bj e 1qj!