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    A designer que eu não sou! =)

    É bom ter talento para algumas coisas… mas, se tem um talento que não tenho é para ser designer. O Nathan Schutz e o Luiz que o digam, vivem me salvando. O Nathan sempre prepara artes sensacionais me ajudando. O Luiz Queiroz, da GSW, é o responsável pelo design do meu site e também do meu e-book gratuito Mídias Sociais na Igreja. Tudo lindo e maravilhoso.

    site canva.com
    But, a realidade é que quando precisamos preparar alguma arte rápida ou simples, podemos tropeçar no PhotoShop. Há algum tempo descobri o site Canva.com – que é minha dica de hoje – ele tem de fato salvo minha vida nos apuros diários. O site oferece artes em diversos formatos e com vários modelos prontos. É super possível personalizar e produzir bons materiais nele. Você pode enviar fotos próprias, usar fotos gratuitas do próprio Canva ou ainda algumas pagas (no valor de $1 por foto), também há muitos recursos gráficos com desenhos e inserção de logomarcas. Dá para produzir muito material personalizado.

    site canva e a variação de artesSei que muitas vezes nem temos recurso financeiro para investir em um bom designer e por isso a dica de hoje é o site Canva. A novidade é que agora ele também está disponível em aplicativo para celular. Outro ponto importante para quando produzimos nossas próprias artes é o bom senso. Sério, antes de postar, envie para algumas pessoas avaliarem se não está “tosco”.

    Tem muita marca – profissionais – fazendo artes em aplicativos para celulares que ficam com o resultado muito grotesco. Fotos e artes estouradas, cores que não se “falam”. Cuidado para na onda da economia não expor sua marca ao ridículo.

    Acesse o canva.com e se divirta, com responsabilidade, claro.

    Até a próxima!

     

    dicas da elis - canva

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    A importância do Planejamento Digital

    Frequentemente me deparo com pessoas falando sobre “profissionais” que oferecem serviços de Mídias Sociais a baixo custo. Muitas vezes quem contrata não tem ideia que trabalhar no meio digital está além de postagens diárias. A questão envolve vertentes importantes como: planejamento, conteúdo, entrega do serviço e resultados.

    Se uma proposta é muito barata, sério, desconfie. É o barato que pode sair caro. Cuidado com propostas mirabolantes no estilo: “Faço dois posts por dia no Facebook, uma arte por dia para o Instagram e edito um vídeo por semana para seu canal no YouTube”. Há até aqueles que preferem comprar seguidores. Isso me faz lembrar de uma antiga expressão que diz “tampar o sol com a peneira”.

    dicas da elis - planejamentoUm bom trabalho Digital começa com Planejamento e neste post vou me ater a este tema. Há quem trabalhe apagando incêndios diariamente sem planejamento. Há quem faça lindos planejamentos, mas, na prática, pouca coisa sai do escopo. E há quem sabe trabalhar com planejamento e implementação como ninguém.

    Vamos supor que você não se dá muito bem em pesquisar e planejar algo, prefere agir sem analisar. Lembre-se que no meio digital é muito importante fazer a análise da sua marca e da sua concorrência para desenvolver seu planejamento. Vou tentar enumerar aqui algumas práticas que podem ajudar neste processo de pesquisa e planejamento.

    1. Conheça quem é seu público. Você precisa saber se está falando com o público certo. Para quem já assistiu alguma de minhas aulas ou palestras sabem deste caso. Certa vez trabalhei com uma cantora que pensava ter como público adultos. Em uma rápida análise dos canais digitais dela era perceptível que o público dela eram adolescentes! Quando eu disse isso à ela ficou chocada. Mas, como estava em início de carreira, conseguiu readequar as estratégias para falar com o público certo. Como saber quem é seu público? Dicas rápidas: Analise o gráfico da sua , analise o Google Analytics do seu site, e ainda por meio de ferramentas como o  que fornecem estas informações de maneira bem simples e fácil de visualizar. Outras maneiras de identificar melhor o seu público são por meio de pesquisas, enquetes, email marketing, etc.
    2. Pesquise sua marca no Google. Pode parecer algo bobo, mas, é extremamente relevante. Pesquise. Veja quais são os temas relacionados à ela no meio digital. Defina parâmetros como: como espera ser conhecido na Internet? O que espera que as pessoas encontrem sobre você quando pesquisarem no buscador?
    3. Conheça bem a sua marca. Você conhece bem a Visão, Missão e Valores da sua marca/instituição? Parece coisa antiga, mas, não é. Quando presto consultorias sempre pergunto sobre isso. E na maioria das vezes, os gestores não sabem responder de uma maneira completa. Se a equipe (ou “eu”quipe) não entende sua missão, como avançar? Com estas informações bem alinhadas fica mais fácil entender que tipo de conteúdo e a mensagem que vai ser produzida para o meio digital.
    4. Entenda quais são suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Existe uma ferramenta de negócio que é excelente para qualquer instituição em qualquer segmento. É a conhecida Análise SWOT, traduzida para o português como FOFA, que é a análise de Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças. Tem um arquivo excepcional do que pode te ajudar a organizar melhor estas informações e entender a importância de ter real conhecimento sobre a situação da sua marca.
    5. Converse com seu público. Cansamos de ver marcas e pessoas no meio digital que querem ser meros postadores de conteúdo. Não seja um desses. Realmente dá bastante trabalho abrir um SAC 2.0 ou conversar com as pessoas, mas, é essencial que vejam na sua marca no meio digital um canal de diálogo. Existem vários artigos, cursos, palestras online e ferramentas que podem te ajudar a fazer um bom atendimento online, como . Não tenha medo de conversar e ser transparente. Marcas como Ponto Frio, Netflix, Coca-cola, Heineken entre tantas outras são queridinhas no meio digital não é por acaso. É porque estão levando para a Internet novas experiências aos Internautas.
    6. Faça . De uma maneira bem simplista, Benchmarking é um processo de análise e comparação das suas práticas e da sua concorrência para melhores resultados. Lembro de quando estava na faculdade e aprendi sobre a expressão:  “quem tem informação tem poder”. De fato, é verdade. O artigo que linkei aqui sobre este tema tem mais de 10 anos. E é tão sensacional entender que ele estava certo, o Benchmarking é uma prática excelente para as marcas também no meio digital. Observe o que sua concorrência está fazendo. Ferramentas como o te permite acompanhar o crescimento de sua concorrência nas redes sociais, você sabia disso? Aproveite para testar a ferramenta por 30 dias e seja surpreendido (código: mlabsamancio).
    7. Não seja um ferramenteiro, seja um estrategista. Para trabalhar com Mídias Sociais não é preciso de um zilhão de ferramentas, mas sim, das ferramentas certas. Conheço diversos profissionais no meio digital que vivem testando, testando e testando. Sem dúvidas é importante ter boas ferramentas para te ajudar no planejamento, agendamento e acompanhamento das postagens nas redes sociais. Mas, não viva disso. Escolha ferramentas que te atendem bem e prossiga. Atualmente uso algumas ferramentas para: – agendamento e monitoramento para Instagram, Facebook, Linkedin, Twitter e Pinterest: MLABS, Hootsuite e Agora Pulse; – edição de artes digitais: Canva; – encurtamento de links: Bitly; – envio de email: Mailchimp; – produtividade e acompanhamento de tarefas: Trello. Não são muitas ferramentas, mas, tenho me virado muito bem com elas.
    8. Tenha claro quais são os indicadores do seu projeto. Estabeleça parâmetros importantes para análise que mostram se o seu planejamento deu certo ou não. E sim, isso precisa ser estabelecido nesta fase. Em alguns projetos digitais há quem mensure “sucesso” pelo número de curtidas, compartilhamentos, aumento no número de seguidores. Estes podem ser parâmetros válidos, mas, existem outros, como aumento dos acessos em seu site, aumento de vendas em sua loja virtual, aumento de cadastros em sua newsletter, maior reconhecimento de sua marca, maior número de convites para palestras/eventos e por aí vai.
    9. Seja realista. Ao fazer seu planejamento tenha claro: prazos, metas, quem vai realizar cada tarefa e estabeleça quem vai realizar cada uma delas.
    10. Valorize o que você tem em mãos. Em tempos onde ouvimos tanto falar sobre crise, que tal aprender a fazer o melhor com o que você já tem em mãos. Nem sempre é necessário um alto investimento ao fazer um planejamento digital. É possível começar com algo básico e a medida que as coisas vão dando certo, novas análises e readequações são feitas. Por exemplo, pode ser que você não tenha recursos financeiros para investir em publicidade online. Que tal investir algum tempo na produção de bons conteúdos e fortalecer seu trabalho orgânico até conseguir fazer algo mais agressivo?

    Uau, que post grande! Mas, não poderia finalizar sem falar sobre isso. Muitas marcas/instituições me procuram pensando que elas não possuem conteúdo suficiente ou interessante para publicar nas Redes Sociais, no blog ou site. E 99,9% das vezes, saio destas reuniões com pelo menos 10 tipos de conteúdo diferentes para postagens que eles já possuem internamente, mas, não enxergavam como relevante. Valorize o que você tem. E claro, se puder, conte com a ajuda de um profissional, de alguém com experiência para te auxiliar neste planejamento, mapeamento, implementação e análise das ações.

    E para fechar, uma frase sensacional da Daniela Viek, especialista em Branding: “Você se seguiria?”

    Até a próxima!

    Leia também:
    – Planejamento para Igrejas

  • Artigos

    Gentileza na era digital

    Há alguns dias vários sites de notícias e telejornais destacaram a ação de May Ashworth, uma jovem senhora de 85 anos, que deu um show de gentileza ao fazer uma busca no Google.

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    Ela escreveu no buscador: “Por favor, traduza esses números romanos. Obrigada”. A foto foi publicada na Internet pelo neto dela, Ben John, que ao abrir o notebook da avó, achou interessante a atitude dela, tirou uma foto e publicou no Twitter. O Google chegou a se manifestar sobre o ocorrido pelo Twitter, informando para a vovó que a resposta seria “1998”.

    Para quem trabalha no monitoramento de Redes Sociais ou mesmo usuários que costuma ler comentários nas postagens podem perceber a falta da gentileza que tem norteado a Internet. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e agressivas. Estar protegido por um aparelho tecnológico tem encorajado muitos nesse tipo de atitude.

    Leio tantos comentários bárbaros, crueis, discussões vãs, agressividade gratuita e muita falta de respeito. Creio que temos muito a aprender com a vovó Ashworth. Palavras como Por favor e obrigado estão cada vez mais em desuso.

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    Ben John e sua avó, Amy Ashworth. (foto reprodução do Twitter)

    Tão importante quanto expor uma opinião é saber respeitar a opinião do outro. As pessoas não pensam igual e não tem motivo para pensarem. Precisamos aprender a viver e respeitar as diferenças, opiniões e sermos mais tolerantes.

    Que tal a partir de agora refletir sobre como você tem usado a Internet. Incluir mais palavras como “por favor” e “obrigado”. Ser mais cuidadoso ao se expressar. Ler, interpretar a informação e só depois se manifestar sobre algo.

    As redes sociais nos estimulam a respostas rápidas. Lembra da expressão “pense antes de falar”? Aplique como “pense antes de publicar”. Os dias para todos estão difíceis, tanta notícia ruim, tanto escândalo, tanta tragédia… Por que não sermos agentes de transformação no meio digital? Semeie gentilezas on e off-line.

     

    Seja gentil com as pessoas!  =)

    Gentilezana era digital

     

  • Artigos

    O desafio da Comunicação assertiva no meio cristão

    Lembro dos tempos em que cursava minha faculdade de Jornalismo e de princípios da Comunicação que aprendi lá. Uma das coisas mais apaixonantes da minha profissão é exatamente o desafio de comunicar uma informação, com o cuidado de que todos entendam, independente do nível social. Parece algo simples, mas, não é.

    Trabalhei para algumas publicações e em redações jornalísticas, como a Rádio CBN (Sistema Globo de Rádio), em Belo Horizonte e o site Lagoinha.com, da Igreja Batista da Lagoinha. A informação é a essência da notícia. Lidávamos com fatos e fontes oficiais, e ainda, sempre com o cuidado de usar a linguagem que atingisse o público da rádio e do site, no caso da Lagoinha. Estes cuidados tem o objetivo de passar a notícia o mais verossímil possível.

    Quando falamos sobre o profissional de Comunicação no meio cristão, o desafio é ainda maior. Sabe quando lemos um jornal dividido em editorias? Política, Economia, Esportes, Internacional, Cultura, etc.? Precisamos entender que no meio cristão é tão complexo quanto elas. Com as diferentes denominações, usos e costumes, muitas vezes, os cristãos/evangélicos/protestantes podem não receber a mensagem que queremos passar, simplesmente, porque utilizamos a linguagem errada para falar com eles.

    Em algumas instituições não podemos falar meio gospel, por exemplo, e sim, meio cristão, ou ainda, meio evangélico. Há igrejas que não usam as palavras como show ou evento, apenas congressos ou seminários. Alguns falam o termo cristão, outros evangélicos ou protestantes. A aplicação de uma palavra para o público errado, pode soar até como ofensa. São peculiaridades que podem atrair ou afastar o público. Não é uma questão de certo ou errado, mas, como profissionais atuantes neste meio, precisamos entender em qual “editoria” estamos e qual termo é melhor para usar com cada um deles.

    Pode até parecer difícil no início, mas, a questão é fazer como apóstolo Paulo nos ensinou em 1 Coríntios 9.19-22: “Sou um homem livre; não sou escravo de ninguém. Mas eu me fiz escravo de todos a fim de ganhar para Cristo o maior número possível de pessoas. Quando trabalho entre os judeus, vivo como judeu a fim de ganhá-los para Cristo. Não estou debaixo da Lei de Moisés; mas, quando trabalho entre os judeus, vivo como se estivesse debaixo dessa Lei para ganhar os judeus para Cristo. Assim também, quando estou entre os não judeus, vivo fora da Lei de Moisés a fim de ganhar os não judeus para Cristo. Isso não quer dizer que eu não obedeço à lei de Deus, pois estou, de fato, debaixo da lei de Cristo. Quando estou entre os fracos na fé, eu me torno fraco também a fim de ganhá-los para Cristo. Assim eu me torno tudo para todos a fim de poder, de qualquer maneira possível, salvar alguns.”

    Detalhando um pouco mais sobre a Comunicação, ela não está apenas na fala ou na escrita. Mas, em nosso comportamento, em como nos vestimos ou nos apresentamos. A Comunicação eficiente é aquela que é transmitida com o mínimo de perca possível ao longo do caminho. É entender o contexto de onde está e comunicar-se na linguagem dele.

    Para nós mulheres é o mesmo que ao ser convidada para dar uma palestra ou uma palavra em uma igreja, saber qual o uso e costume de lá. Se as mulheres usam saia ou não, se usam maquiagem ou não. Pode parecer algo simples, mas, na verdade, essencial para a eficiência. Neste caso, para que não haja constrangimento, vou de acordo com o costume da igreja local. E qual o objetivo disso? Fazer com que a mensagem que eu carrego seja transmitida da melhor forma possível e que ela não se perca por questões não avaliadas.

    Para quem está no meio digital, uma das dicas que mais compartilho é “não entre em briga que não é sua”. Vemos com muita frequência discussões acaloradas nas redes sociais de cristãos que querem dar opinião sobre tudo! Política, futebol, religião e temáticas que mais ofendem do que ganham pessoas para Cristo. A pergunta é: Jesus postaria ou falaria o que temos falado? Muitas vezes chego à conclusão de que ele não faria isso.

    Como profissionais e como cristãos é importante pensar e repensar o tipo de comunicação que usamos para alcançar pessoas. Sejam clientes, parceiros profissionais ou seguidores nas redes sociais, que possamos escolher a melhor maneira para comunicar algo.

    Elis Amâncio é jornalista profissional com especialização em Comunicação Digital e Mídias Sociais. É consultora, palestrante e professora de Mídias no Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT), no Instituto Nissi de Missões (Jeová Nissi) e na Escola de Discípulos da ADNA. Paulista de nascimento, mineira de coração, nasceu em Guarulhos (SP), e vive na terra do pão de queijo, região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

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  • Blog,  Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    Curso gratuito do YouTube Brasil

    O YouTube Brasil está com um curso online gratuito em andamento. O fato é que os vídeos cada vez mais fazem parte de nossas vidas, seja no âmbito pessoal ou profissional. E se preparar na produção deles é essencial. Soube deste curso por meio da . Já fiz cursos com eles antes e achei sensacional.

    Espero que também possa ajudá-los.

    Para se inscrever, .

     

     

     

  • Blog,  Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    WhatsApp – novo recurso: respostas específicas

    Viram a novidade no #WhatsApp? Agora você pode responder mensagens específicas.
    1) Basta clicar na mensagem recebida. Vai aparecer uma janelinha: Responder.
    2) Vai abrir um janela com a mensagem recebida e o espaço para a resposta.
    3) Vão aparecer as mensagens agrupadas.
    O WhatsApp está liberando os recursos para iOS e Android.

    Vai ou não vai ajudar as mensagens dos grupos? 😂😂😂  No meu iPhone já está funcionando perfeitamente, se o seu não estiver, atualize o aplicativo. O novo recurso ainda não está disponível no Web WhatsApp.

    Via .

  • Blog,  Cursos/Eventos,  Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    Lançamento do Mídias Sociais na Igreja

    Nos dias 31/5, 01 e 02/6 vai ser realizado a Church Tech Expo, uma feira de tecnologia para igrejas. Na programação também está um congresso que terá diversas palestras e workshops.

    Terei o privilégio de dirigir o TalkShow sobre o tema Mídias Sociais para Igrejas com a presença dos meus convidados, o cantor Samuel Mizrahy e da publicitária, Maria Flávia Aquino. Anota aí na agenda para não esquecer, nosso papo vai ser na quarta-feira (01/06), às 17h.

    Na oportunidade também vou lançar meu livro digital Mídias Sociais na Igreja que vou liberar gratuitamente por meio do link: . Acesse o link e inscreva-se para receber o livro a partir do dia 04/06.

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  • Blog,  Dicas da Elis,  Mídias Sociais

    Dicas para Igrejas

    Não existem fórmulas para trabalhar com Comunicação Digital, mas, sim, pesquisa, planejamento, implementação e dedicação.
    É importante fazer uma pesquisa sobre sua instituição e seus canais digitais para um diagnóstico. A partir daí é construído um planejamento com informações sobre público-alvo, possíveis ações para serem desenvolvidas e direcionamento para executá-las. 
    Não adianta ter uma consultoria em mãos sem implementar as ações propostas. Só contratar um profissional não resolve. É preciso disciplina e disposição para que sua Comunicação se diferencie.
    Vejo instituições que aumentam o número de publicações nas redes sociais, no entendimento de que o importante seja a quantidade. Não! O que realmente importa é a qualidade de suas postagens. O conteúdo relevante, impactante, produzido com a “cara” da instituição tem muito mais chance de alcançar as pessoas do que postagens mecânicas. 
    Um exemplo, muitas igrejas e ministérios me procuram para saber porque não conseguem aumentar sua base de seguidores nas redes. A resposta é simples: geralmente não divulgam os canais adequadamente e não postam informações básicas. O que seria isso?
    – Pelo menos vez por semana publique os horários dos cultos/programação da semana.
    – Publique todos os dias (entre 9h e 15h) o horário do culto do dia.
    – Agende pelo menos 1 versículo por dia.
    – Anote frases ditas nos cultos e crie artes (cards) com elas. Repercuta as pregações ao longo da semana. 
    – É legal usar fotos de paisagens nas artes. Mas, use também fotos da própria igreja e das reuniões. 
    – Vai produzir artes de divulgação? Coloque o mínimo de texto na arte. Deixe as informações complementares para a legenda.
    – Cuidado no uso de muitas cores e elementos na criação das artes. Vemos muitas que parecem terem sido feitas no #Paint de tão poluídas visualmente. 
    – IMPORTANTE! Tudo que é divulgado no digital precisa estar atualizado com quem atende ao telefone da igreja/ministério. Quantas vezes já ligamos e a central da igreja não sabia passar informações?
    #DicasdaElis no site www.mlabs.com.br é possível ter um diagnóstico de sua presença online e melhorar a partir das falhas identificadas. (Use grátis por 30 dias: mlabsamancio) 

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    Haters gonna hate =)

    [Haters] Eles sempre existiram e existirão. Aqueles que mesmo diante de bons trabalhos, de boas atitudes, de boas dicas… SEMPRE vão criticar, difamar, falar mal, serem CONTRA.

    É uma pena. Perdem a oportunidade de conhecer algo NOVO, de formarem opinião e senso crítico, de fato maduro. Como faz falta ter maturidade. E não é questão de idade, mas, de sabedoria mesmo.

    Nos tempos de JESUS, os haters tinham um outro nome: fariseus. Leia a Bíblia. Você vai se surpreender.

    Calar ou falar? Ignorar ou responder? Minha sugestão? Use a sabedoria que vem do Alto. Ela não falha.

    E detalhando um pouco mais para quem trabalha como Social Media ou quem cuida da própria rede social e fica na dúvida se deve ou não responder provocações na Internet. Avalie a questão, se a crítica vem de um perfil válido – pode ser um fake (perfil falso) – se ela tem fundamento, se vale para uma autoavaliação de sua marca/postagem, se é um daqueles perfis que vivem na Internet criticando tudo e todos [os Haters de carteirinhas =) ] ou se alguém que entendeu mal alguma situação. Muitas vezes as críticas são vazias mesmo, vale a pena serem ignoradas. Mas, outras, são oportunidades para esclarecer um mal entendido.

    Uma questão importante é não bloquear pessoas somente porque falam mal de você/da sua marca. Faça toda essa interpretação que explanei acima. Claro, se é um fake (perfil falso), vamos bloquear sim. Mas, se não, é preciso entender porque a pessoa está falando mal da marca. De repente, é um mal entendido que você poderá esclarecer. Uma má impressão que poderá ser desfeita. Entenda, muito do que acontece no meio digital pode ser uma oportunidade para sua marca/instituição.

    Marcas como o Netflix e o Ponto Frio tem mostrado como é importante saber dialogar no meio digital. Fica como “dever de casa”, pesquise sobre isso: reputação digital. =)

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