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    Rede social Hizby é lançada em Porto Velho

    Tecnologia foi totalmente desenvolvida no Brasil
    No próximo domingo, 8 de julho, vai ser realizado o
    lançamento da rede social Hizby. O evento conta com presença do cantor mineiro
    Judson de Oliveira e vai ser realizado na Igreja Metodista Wesleyana do Nova
    Floresta, com entrada gratuita.
    O projeto nascido em Porto Velho (RO) apresenta uma proposta
    de interação online baseada em princípios cristãos. A Hizby conta atualmente
    com cerca de três mil usuários que estão na rede desde janeiro deste ano quando
    foi lançado a primeira versão de testes do sistema. Uma equipe de
    desenvolvedores e programadores de tecnologias web e mobile vem trabalhando há
    meses para esta nova fase da Hizby que vai ser lançada agora. “O objetivo é
    oferecer uma plataforma intuitiva, limpa e que incentive as pessoas a fazerem a
    diferença na Internet assim como fazem na vida real, do off para o online”
    ,
    destaca Júnior Gonçalves, diretor executivo e idealizador da Hizby.
    Para fazer parte da Hizby os internautas vão acessar o link www.hizby.com e por meio de um rápido cadastro.
    Ali o usuário pode se tornar “hizbie” de outros perfis e acompanhar o que as
    outras pessoas postam. Na rede o hizbie vai poder postar mensagens de texto,
    fotos ou vídeos. O texto na caixa de diálogo incentiva “faça a diferença”. A
    rede tem mural, fotos, bate-papo, mensagens e seu grande diferencial, um espaço
    chamado “Igreja”, onde os líderes destas instituições vão poder cadastrar estudos,
    agenda de eventos, campanhas de oração, organograma das lideranças, testemunhos
    e envio mensagens diretamente para os membros de sua igreja. Quando um usuário
    posta uma mensagem existem as opções de classificar a publicação como “top”,
    “semear” o post para outros usuários e ainda a opção de clicar em “orar por uma
    pessoa”.
    Empresário do ramo da publicidade na capital rondoniense,
    Júnior Gonçalves conta que teve a ideia de criar uma nova rede social logo depois do
    nascimento de seu primeiro filho, há dois anos. “Ao entrar em uma famosa rede
    social para postar fotos do meu filho e compartilhar com amigos e parentes, vi
    que a minha timeline – é uma sequência de mensagens postadas por outras pessoas
    que aparecem na tela de quem usa uma rede social – estava repleta de imagens
    vergonhosas e frases pejorativas. Na mesma hora tive convicção de que não
    queria que meu filho tivesse acesso a esse tipo de coisa quando crescesse.
    Então pensei em criar uma rede social que promova e estimule as pessoas a
    investirem uma na vida das outras, fazendo o bem e se alegrando em fazer o
    bem”.
    Para o lançamento da Hizby é esperado a presença de duas mil
    pessoas, entre usuários da Hizby e convidados. Também vai haver uma equipe que
    fará cadastro de novos usuários, além do sorteio de um iPod Touch personalizado
    da rede social e outras surpresas para quem estiver no evento.
    Serviço
    Lançamento da rede social Hizby – você diferente.
    Data: 8 de julho, domingo.
    Horário: 19h.
    Local: Igreja Metodista Wesleyana, rua Sucupira, 4.287 –
    Nova Floresta – Porto Velho (RO).
    Site (dia 8/7): www.hizby.com
    Hizby na rede: Twitter @EuSouHizby e Facebook
    facebook.com/hizbyvocediferente
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    SmartWatch – relógio com acesso à redes sociais

    Reprodução do site G1

    E não é que saiu o relógio que fornece acesso às redes sociais? Vi hoje uma nota no site G1 apresentando o SmartWatch.

    O relógio de pulso desenvolvido pela Sony tem 1,3 polegada usando o sistema Android e permite acesso às redes sociais, emails e mensagens de texto. O valor apresentado na feria hi-tech Eletro, realizada em São Paulo (SP) apresenta o relógio pelo valor de R$ 600,00.

    Eu curti, parece um relógio do tipo “Changeman” (risos).

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    Aplicativos legais para usar no iPhone – dica 1 – APPs de Redes Sociais

    Muita gente quando adquire um iPhone me procura com a mesma pergunta: “Quais aplicativos (APPs) baixar?”

    Então pensei em toda quinta-feira publicar uma série aqui no blog indicando aplicativos legais para iPhone e algumas vezes para iPad.

    Neste primeiro post mostro os atuais aplicativos de redes sociais que uso. Uma dica legal é não baixar “trocentos” aplicativos de redes sociais que nem vai usar. Não vale a pena e ainda te dificulta organizar as pastas (espero que você organize seus APPs em pastinhas assim como essa que tenho de redes sociais).

    E já ia me esquecendo! Como o Facebook “desmembrou” o chat e a administração de páginas, criei a pasta parte, exclusiva para APPs do Face.

    Esses APPs são bem eficientes! Só mantenho porque realmente são bons. Fica a dica. Qualquer dúvida envia aê!

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    Folha.com passa a cobrar por conteúdo online

    Seguindo uma tendência que vem dos “States” (New York Times), a Folha.com passa a cobrar por todo o seu conteúdo online a partir da próxima quinta-feira (21/6), agregando todo conteúdo virtual do portal mais todo o conteúdo da Folha de S.Paulo impressa – que é disponibilizada para assinantes do jornal impresso até então.

    Os internautas da Folha vão poder ler 20 textos por mês no site sem efetuar cadastro, com o cadastro preenchido ele poderá ler mais 20 reportagens. A partir daí, o internauta só vai conseguir acessar o conteúdo se pagar pela assinatura mensal. No primeiro mês vai a assinatura tem o valor de R$ 1,90 e a partir do segundo mês passa para R$ 29,90.

    Apesar do estranhamento dos internautas brasileiros acostumados ao vasto conteúdo disponível gratuitamente, a questão é que o modelo de negócio na Internet precisa conseguir “se pagar”. Ouvi um comentário interessante hoje no boletim “Dois na WEB” do Jornal da CBN 2ª edição falando sobre essa tendência de conteúdo pago que deve aumentar nos próximos anos (também fala sobre o novo tablet da Microsoft).

    Como jornalista penso que os gestores das empresas de comunicação precisam “reinventar” a roda, buscando alternativas sustentáveis para terem uma boa equipe de repórteres, designers, editores, fotógrafos, etc. Afinal o Jornalismo Online precisa se sustentar. Por mais confortável que seja ler notícias gratuitamente, a falta de recursos financeiros nesta área pode interferir na qualidade das notícias.

    Por outro lado, a Folha assume a posição (corajosa, por ser a primeira no Brasil) que outros grandes grupos de comunicação devem tomar nos próximos meses. Notícia online paga é uma tendência seguida em outros países e a princípio não há saída mais inteligente que essa. E aí, qual é a sua opinião? Como o Jornalismo online pode se reinventar?