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Monografia ainda que tardia
Sim, estou monografando na linguagem dos estudantes mais “antigos”. Na linguagem de hoje, produzindo meu Trabalho de Conclusão de Curso. Não é brincadeira não!
Ainda faltam pelo menos duas entrevistas que darão mais peso para meu projeto. Não reparem a ausência. As duas próximas semanas serão as mais importantes desse processo de quatro anos da graduação.Torçam por mim!Abraços! -
Construindo uma história – TCC
Reta final do curso acadêmico. Além das ansiedades inerentes ao período estou na correria por causa do meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), conhecido genericamente como “monografia”.
Em outra oportunidade compartilhei que estou pesquisando e escrevendo sobre o jornalista Dídimo Paiva, figura admirável que traz no currículo 60 anos de experiência no jornalismo. É uma espécie de mini-biografia que relata vivências pessoais e profissionais deste profissional. Ontem estive com ele para finalizar as entrevistas com ele em relação ao trabalho acadêmico. Que experiência!Agora, estou na segunda fase de entrevistas com pessoas que conviveram com ele. Vamos que vamos! Tenho 19 dias para finalizar todo o trabalho e colocar à disposição da “banca” do meu curso.Torçam por mim! -
Como o jornalismo está se adaptando às mudanças na Comunicação”
A vida da humanidade vem se transformando por causa da revolução digital.
Direto da redação, Miriam Leitão conversa com o jornalista Rosental Calmon Alves sobre a comunicação e como as empresas podem lidar com o mundo digital.Link original da matéria aqui. http://bit.ly/1gchsV
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Media On 09

Não é novidade que tenho buscado algumas inspirações no Twitter. E em uma delas encontrei o evento 3º Seminário Internacional de Jornalismo Online realizado em São Paulo.Por meio do @zerotoledo cheguei na página do evento e assisti um debate online sobre o tema: Jornalismo e Redes Sociais. Tive a oportunidade de acompanhar ao vivo em vídeo e ouvir as perguntas e respostas. Bastante enriquecedor.Alguns tweets inspirados na palestra: “Faça o que vc consegue fazer, o resto, linka para alguém.” Joshua Benton no #mediaon (em relação a produção na Web) citação @zerotoledoShow de bola o 3º Seminário Internacional de Jornalismo Online transmitida ao vivo de SP http://is.gd/4HvH6 c/ @tdoria e @zerotoledoRT @zerotoledo Debate com Tiago Doria, @zerotoledo e mediação de Carlos Drummond no #MediaOn http://is.gd/4HuSn [acompanhando]O Toledo como sempre com ótimo humor citou “O Twitter é como um garfo. Ou você come com ele, ou é espetado por ele.”O site Media On 09 tem algumas matérias sobre o evento, vale a pena conferir.Acesse: http://www.mediaon.com.br -
Pesquisadora, eu?
Sempre gostei muito de ler. Escrever então, nem se fala. Mas uma coisa que talvez nunca tenha passado por minha cabeça seria me tornar uma pesquisadora. Estou na reta final, na última curva – se isso fosse uma corrida de F-1 – do meu curso de Jornalismo, 8º período, contando os dias para a formatura, e??? Sim, o temido TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). No meu caso, nem tão temido, pois passei esses quase quatro anos planejando o que iria desenvolver.No momento trabalho na finalização da minha fundamentação teórica. Tenho lido alguns autores como Felipe Pena, Pierre Levy, Ricardo Kotscho, Pedro Villas-boas, entre outros. Fora, é claro, a pesquisa de diversos artigos e teorias que fundamentem meus argumentos.Em meu projeto, eu trabalho construindo a biografia de um jornalista de Belo Horizonte muito apaixonado pelo jornalismo. Um sujeito que esteve à frente da linha de batalha durante a Ditadura Militar aqui em Minas e que vestiu a camisa da profissão. Como disse meu orientador do projeto “ele tem um caráter, ética e moral que quase não vemos mais no jornalismo de hoje”.Pode parecer exagero, mas é verdade! Bom, em breve vocês conheceram meu projeto, porque a finalização dele será feita na internet por meio de um blog ou site, ainda estou me decidindo. Mas o que queria destacar aqui neste post é como as coisas mudam! Em alguns meses tornei-me uma pesquisadora bem no estilo “Indiana Jones – em busca do tesouro perdido”. Quando olho para minha mesa e vejo aquela pilha enorme de livros que ainda tenho que ler, fico impressionada. Me pergunto: “Pesquisadora, eu?”Sim, não adianta fugir, a tal “mão invisível” me conduziu para este nixo, e cá estou escrevendo este post e pensando em qual ler primeiro. Ah, não estou reclamando dessa vida não, se pudesse, seria uma pesquisadora da minha profissão. Há muitos resgates na área da imprensa brasileira que ainda precisam ser pesquisados. Um dia chego lá! Hasta la vista! -
Estágio: vilão ou amigo?
Já ouvi diversas opiniões quando o assunto é estágio. O estereótipo do estagiário é daquele sujeito sem experiência alguma e que não sabe fazer nada. Em alguns casos, é aquele que só fica “atoa” no trabalho, e no máximo, serve cafezinho, e vai comprar lanche para os colegas de serviço em lanchonetes próximas.Não saio em defesa dessa “categoria”, se assim posso dizer, mas gostaria de destacar alguns pontos para análise e discussão. Quando estava no 4º período do curso de Jornalismo recebi uma atraente proposta para fazer um estágio “voluntário”, alguns chamam de estágio “escravo”. Analisando minhas condições na época optei por fazer o estágio. Adquiri uma vasta experiência na minha área, que na verdade serviu como campo de experimentação para o que havia aprendido, até então, na teoria e com pouca prática. Logo surgiu um estágio remunerado e as coisas foram se acertando.
No meu caso fazer um estágio, a princípio voluntário, e em pouco tempo remunerado, valeu a pena! Faltam poucos meses para concluir meu curso universitário, e estou com um trabalho garantido por pelo menos um ano. Claro, ainda há muito o que se conquistar, mas vejo que os estágios me possibilitaram conhecer situações e pessoas – que sentada em um banco acadêmico não conseguiria.
As possibilidades são muitas, e confesso que elas só surgiram a partir de minhas vivências como estagiária. Vejo que tem muita gente contra qualquer tipo de estágio, seja ele voluntário ou não. A minha pergunta é: até que ponto vale a pena fazer um estágio?
Talvez, minha história seja um pouco atípica, mas ainda assim, fico na dúvida. Claro que o mercado não consegue absorver a quantidade de jornalistas que se formam a cada semestre em todo o Brasil. Mas o que seria capaz de diferenciar um profissional na hora da contratação? Um bom curso de línguas? A vivência profissional em tantas áreas? A sorte? Qual sua opinião sobre os estágios, não só na área de jornalismo, mas em qualquer outra área?
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Gay Talese concede entrevista à Edney Silvestre
Gay Talese dá conselhos a jornalistas mais jovens
Em entrevista exclusiva, o gênio do Novo Jornalismo fala sobre o ofício. Ele está em Paraty, na Flip.
Uma das vozes mais perfeitas da história da música sem voz. Afônico por causa de uma gripe. Como entrevistar Frank Sinatra sem voz? Como tornar célebre o que é corriqueiro? Como dar aos anônimos o lugar que eles merecem? Com estilo. O estilo Gay Talese.É um estilo que virou escola. Usar jornalismo e literatura para fazer do cotidiano um espelho e um retrato de nós mesmos. Talese conquistou seguidores, leitores, fãs há mais de 50 anos, que se encontraram – quem imaginaria – na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), para mais uma aula.
Aos 67 anos, elegante, educado, gentil. Um dos jornalistas mais influentes dos anos 1960 até hoje. O americano chique é filho de um alfaiate e de uma vendedora. Sempre afirmou que nunca imaginou chegar à fama com um interesse que se manifestou ainda na infância: falar dos que não costumam estar em evidência ou ressaltar detalhes que poucos percebem nos que estão sob os holofotes.
Foi em Paraty que Talese, ainda ativo depois de 11 livros e quase seis décadas de carreira, deu a entrevista exclusiva para o Bom Dia Brasil.
Quando perguntamos sobre a famosa reportagem de Frank Sinatra, uma surpresa.
– Eu não queria fazer a entrevista com Sinatra. Não era minha ideia, eu disse isso para o meu editor. Eu disse: “Ah, não, todo mundo já o entrevistou. O que mais há a dizer sobre ele? Ele é tão famoso”. Eu não gosto de escrever sobre celebridades porque o que se pode contar a mais? Também acredito que me sinto desafiado a escrever sobre pessoas anônimas, fracassadas ou não. O ponto é que o desafio do escritor é fazer com que o leitor se interesse por uma pessoa que não conhece.
Ele quebrou as regras básicas do jornalismo quando aboliu o quem, o quê, quando, como e onde.
– Eu queria ser um jornalista que pudesse fazer alguma coisa fora do comum. Os jornalistas, naqueles tempos, quando eu era jovem, não estavam tão preocupados com estilo. Eles queriam investigar, de forma rápida, queriam o furo, queriam ser os primeiros, primeiros, primeiros. Eu nunca quis ser o primeiro.
Um jornalista, hoje em dia, deve estar atento a quê?
– Jornalismo, como eu conheço, especialmente a mídia impressa, da qual faço parte, tem que se aprofundar mais nos personagens das reportagens.
Gay Talese fez severas críticas ao novo Novo Jornalismo, o jornalismo surgido com a internet.
– Elas [as pessoas] estão tendo uma visão de mundo, uma visão da civilização de dentro do laptop. O laptop as encurralou dentro de sua telinha. Saia de sua cadeira, vá para longe do computador de vez em quando e saia. Não fique confinado em uma sala, com uma mesa e um laptop.Link original desta matéria no G1, clique aqui.
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Tempo de férias acadêmicas
Essas serão minhas últimas férias acadêmicas. Em dezembro concluo o meu curso de Jornalismo. Ufa! Nem dá para acreditar que estou na reta final.
30 dias será pouco para fazer minhas pesquisas do TCC, terminar alguns freelas que peguei e ainda sonhar com novos projetos que estão aparecendo.O desafio de manter o Verdadeiro Jornalismo atualizado continua. Tenho que confessar, praticamente estou no Twitter todos os dias com o nick @elis_amancio comento e indico coisas interessantes por lá. Tentarei fazer uns “resumões” do que achar de melhor no Twitter e trazer para cá. Quem sabe funciona?Semana que vem estarei no 4º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da ABRAJI. De 9 a 11 de julho. Quem estiver por lá, comente aí para nos encontrarmos.Até mais! -
Diploma em pauta

Apesar de para muitos o tema estar bastante “desgastado”, não poderia deixar de citar aqui uma matéria e comentário que gravei com o título “Diploma em Pauta”. Essa matéria refere-se ao evento realizado na última quinta-feira, 25 de junho, na Estácio BH.Quem quiser, confira matéria no meu Blog Experimental (é um blog com fins acadêmicos), basta clicar aqui.
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Que ética é essa?
Enquanto muito se discute nos Sindicatos, Instituições de Ensino Superior, e até mesmo, nas rodas de amigos sobre a não obrigatoriedade do diploma de Jornalismo, e a desregulamentação da profissão, vim propor um assunto diferente. A ética no Jornalismo.
Na minha humilde opinião ética é um processo de construção que vem desde o berço. É preciso ter entendimento do certo e errado e avaliar até que ponto você tomaria determinadas decisões.
No caso do jornalista não é diferente. Um campo de experimentação excelente para a ética são as salas de aula, ou seja, o período que o estudante de jornalismo passa nas universidades. E como tenho me decepcionado com isso.
Recentemente cobri a Mostra de Cinema da Estácio BH atendendo demanda de duas disciplinas. Qual foi minha surpresa maior ao passar pelos blogs de colegas de curso que descaradamente copiaram minhas fotos e nem sequer se deram ao trabalho de creditá-las a mim. (Lembrando que os ditos “alunos” foram avaliados a partir das imagens que eles postaram como se fosse deles).
Não que tenha algo de errado em publicá-las. Mas o respeito a autoria é um dos princípios básicos para quem se diz “lutar pela moralização da nossa profissão.”
Caro internauta, talvez, esteja por aqui e não seja da área de Comunicação. Entretando, levanto aqui um discussão que vai muito além da minha profissão que é a autoria de um texto ou imagem.
Qual sua opinião sobre o assunto? O que você pensa sobre o plágio? Deixe aí sua opinião.