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O que podemos aprender com o Mc Donald’s?
A campanha “Novinhos Cheddar”do Mc Donald’s está dando o que falar nas Mídias Sociais. Não apenas por causa dos produtos, mas, entre profissionais de Social Media sobre as estratégias utilizadas pela rede de Fast Food para dialogar com os internautas.
O que a interação do Mc Donald’s com o lançamento dos “Novinhos Cheddar” tem a ensinar para as marcas no meio digital?
Principalmente que INTERAÇÃO e ENGAJAMENTO se faz com DIÁLOGO. Tudo que as pessoas esperam das marcas é conversar com elas.
Para obter sucesso nas Mídias Sociais – mais uma vez, sem receita de bolo – com esta estratégia é preciso:
– Uma equipe capacitada para trabalhar no ambiente digital e com autonomia para decisões rápidas
– Pesquisa, conhecer bem o público e ter as estratégias bem definidas
– Planejamento e boa execução
E claro, muita criatividade.Se observar as respostas do Mc Donald’s aos internautas temos respostas bem humoradas, estratégicas e que conquistam o público. Seja pela empatia, agilidade nas respostas e desenvoltura/jogo de cintura para responder. Isso nos mostra a liberdade que a equipe digital tem para responder prontamente aos fãs da marca.
Trabalhando com Comunicação vejo sempre uma grande ansiedade de gestores de marcas para um sucesso imediato nas Mídias Sociais. Mas, quem está no dia-a-dia deste trabalho, sabe que não é tão simples assim. É preciso haver uma conscientização do trabalho com as equipes ON e OFF-line em toda a instituição.
Por exemplo: Não adianta ter um perfil “descolado” e “ágil”no ambiente digital, se quando o cliente chega na loja física é mal atendido ou a equipe não está ciente de campanhas e promoções divulgadas na Internet.
A campanha Novinhos Cheddar no Facebook em números com 16 horas da postagem:
+ 51 mil Likes
+ 5 mil compartilhamentos (share)
+ 9,9 mil comentários

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Cinco dicas para produzir conteúdo nas Mídias Sociais
Mais do que ter muitos seguidores no meio digital, as marcas entenderam que é importante converter esses números em engajamento. Esse trabalho bem feito pode resultar no aumento de vendas, atrair novos seguidores e parceiros profissionais, e claro, melhorar a visibilidade da marca nas Mídias Sociais.Pensando nisso, separei cinco dicas que considero importantes para quem está começando a produzir conteúdo (lembrando que o conteúdo pode ser texto ou multimídia – vídeos, áudios, fotos e imagens) para Mídias Sociais. Ou até mesmo para quem já produz, mas, quer repensar um pouco este trabalho. Tenha em mente que não existe receita de bolo para que tudo dê certo. É preciso empenho, dedicação, senso crítico e analítico para entender e produzir conteúdo importante para o público do segmento em que atua.
- Entenda a função de cada Mídia Social antes de entrar nela
Sabe para que serve o Facebook, o Instagram, o YouTube, o Periscope, o Twitter, e por aí vai?
É um erro bastante comum pessoas/marcas que criam perfis em diversas redes sociais e não conseguem produzir conteúdo para todas elas. Daí partem para o caminho “mais fácil e menos eficiente”que é publicar conteúdo idêntico para todas as redes sociais sem considerar a característica de cada uma. Daí, escolhe as Mídias Sociais estratégicas onde você ou sua marca devem estar.
#DicasdaElis Já trabalhei com marcas que começaram a implementação no meio digital com três rede sociais. Depois de três meses, com as outras redes bem fortalecidas, partiram para novas Mídias Sociais. Exemplo: Trabalho inicial com Facebook, Instagram e YouTube. Após três meses, analisar se seria interessante entrar em outras redes como Twitter, Periscope, Pinterest, LinkedIn ou mesmo, se vale a pena se manter nelas. - Faça uma lista com Temas (assuntos) que pretende abordar nas Mídias Sociais
Alguns chamam esta organização de temas e linguagens de Linha Editorial. Com ela o Social Media vai saber quais assuntos abordar ou não no meio digital. Isso facilita não apenas o trabalho do Social Media, também ajuda o internauta a identificar e vincular assuntos à marca. E até mesmo, não publicar conteúdo que não tenha nada a ver com o trabalho desenvolvido. Quantas vezes já vimos marcas perdendo “a mão” com postagens humorísticas ou assuntos que nada acrescentam ao setor. Certa vez vi uma instituição que angaria fundos para crianças carentes postando nas redes sociais dicas de viagens para as férias. Será que este tipo de conteúdo era relevante para este trabalho?
#DicasdaElis A definição dos Temas que vão ser abordados facilita, inclusive, o agendamento das postagens. Por exemplo. Uma loja que vende produtos esportivos poderia estabelecer: Toda segunda-feira postagens sobre dicas de saúde. Toda terça-feira, dicas de atividades esportivas. Toda quarta-feira, dicas de eventos (corridas, competições, etc.). Toda quinta-feira, dicas de equipamentos de segurança para atividades esportivas. E por aí vai. - Seja um curador de conteúdo
Uma das maiores dificuldades das marcas, principalmente, das pequenas e médias empresas que não possuem equipes para trabalhar na Comunicação Digital e Marketing é justamente a PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Em minhas palestras uma das perguntas que mais ouço é: “Elis, como vou ter tempo de produzir conteúdo exclusivo para cada rede social? Não tenho equipe faço tudo sozinho/a”. Calma, é possível sim. Além das famosas “planilhas” que ajudam na gestão e programação de postagens ao longo do mês e da Linha Editorial pré-estabelecida, uma outra ferramenta é a . Ser um curador de conteúdo é saber selecionar assuntos relacionados que outras pessoas/marcas publicaram de temas que você já definiu que sua marca abordaria. Nós fazemos isso naturalmente quando compartilhamos (retuíte, repost, compartilhar) em nossas redes sociais links de notícias, vídeos e fotos que achamos interessantes. No ambiente corporativo você usará o compartilhamento estrategicamente.
#DicasdaElis Vamos supor que você trabalha fazendo a Gestão de Conteúdo para uma loja de roupas. Então, que tal selecionar postagens sobre Moda em sites especializados? Os famosos “looks do dia”, dicas de roupas de acordo com o tipo físico, e por aí vai. Mas, lembre-se. Você não pode substituir a produção de conteúdo que tem a “cara da sua marca” apenas com contéudo de outros. É preciso equilíbrio para não cansar o internauta e mesmo para não gerar a impressão que você só compartilha o que outros publicam. - Invista na produção de vídeos e transmissões ao vivo
Parece óbvio falar disso, mas, é importante destacar. As pessoas no meio digital tem por característica assistir vídeos. Principalmente, os vídeos mais curtos. A produção de vídeo na Internet é uma oportunidade de trazer algo relevante para o público que provavelmente vai estar atento assistindo ao seu vídeo ou transmissão ao vivo. Então, não faça apenas transmissões aleatórias e sem sentido. Mas, invista tempo planejando o que vai falar. Tenha um roteiro, nem que seja aquele básico, anotado em um guardanapo.
Mídias Sociais como Facebook, YouTube, Vine, Instagram. Snapchat e Periscope vem possibilitando a transmissão ao vivo ou quase instantânea de eventos, anúncios importantes, esclarecimento de dúvidas, anúncio de novidades, bastidores e outros diversos conteúdos. Se você trabalha com uma banda que tal fazer vídeo-aulas ensinando como tocar músicas e disponibilizar esse material no YouTube? O Social Media pode fazer uma transmissão ao vivo pelo Periscope esclarecendo dúvidas do público sobre um novo CD, turnê, evento específico, transmitir uma coletiva de imprensa para o público, e por aí vai.
#DicasdaElis
FACEBOOK: O Facebook Live é uma ferramenta que vem sendo amplamente usada para transmissões ao vivo em vídeo. Se você busca maior alcance, visibilidade e aumentar o engajamento da sua Página, vale a pena investir em pelo menos uma transmissão ao vivo por semana ali.
YOUTUBE: É possível fazer transmissões ao vivo por meio do canal no YouTube. É uma excelente ferramenta para quem busca além da visibilidade gerar algum tipo de renda com as visualizações dos vídeos. Já é sabido que é preciso um número significativo de views para que gere monetização. Mas, ela não vai acontecer se não investir no canal. Faça seu planejamento e invista na produção de vídeos com bons conteúdos. E claro, assim que publicado, compartilhe em todos os seus canais digitais.
PERISCOPE: O Periscope tem sido intensamente utilizado nas transmissões de vídeo ao vivo. Seja de palestras, shows, aulas, apresentando músicas, mensagens, etc. É uma ferramenta sensacional e que vem conquistando cada dia mais adeptos. Mas, ao mesmo tempo que o uso desta Mídia tem aumentado, tem aumentado também o conteúdo irrelevante. Já vi cantores que fazem vídeos sem sentido e objetivo saindo de aviões, vídeos no trânsito (acredite!) ou apenas para dizer um “Oi”. A não ser que você/sua marca sejam muito famosos e tenham uma multidão de fãs – ainda assim, eu não faria – não faça transmissões ao vivo de tudo. Sua vida/marca não é um reality show (ou é?). Tenha cuidado com o excesso de exposição, e o que é pior, a exposição desnecessária. Se sua marca faz vídeos ao vivo constantemente sem apresentar conteúdo relevante, você vai perder a audiência e o interesse do público. Vai entender que a marca só entra ao vivo para falar de futilidades. Pense nisso. - Alcance o Público certo nas Mídias Sociais
Uma situação que pode prejudicar uma marca no meio digital é a falta de segmentação do público. Tenha claro quem é o público que deseja alcançar e quem é o público realmente alcançado. Para maior eficiência, fique de olho nas métricas e gráficos de suas Mídias Sociais. Ou seja, ter claro no planejamento digital quem você quer alcançar. Os gráficos e métricas das próprias redes podem te ajudar a produzir conteúdo para o público certo, identificar os melhores horários para postar determinados assuntos. Você pode estar desenvolvendo estratégias para alcançar adolescentes e descobrir que está alcançando crianças. E aí, como lidar? Faça enquetes em seus canais digitais e utilize os gráficos gerados pelas redes sociais. Exemplo: Páginas no Facebook, Twitter, YouTube, sites (Google Analytics) produzem gráficos e relatórios próprios que podem te ajudar a alcançar o público certo. Identificar melhores dias e horários para postar e mesmo quem é o seu público: homem ou mulher, faixa etária, localidade, tipos de acesso (celular ou computador) e outras variáveis que precisam ser interpretadas.
#DicasdaElis Utilize ferramentas como Hootsuite, Scup, Instamizer, Google Analytics (instale em seu site) ou mesmo encurtadores de links como Bitly e Google que geram relatórios de acesso gratuitamente. Antes de ser um bom Gestor de Conteúdo, seja um bom Analista de Mídias Sociais. Existem muitas ferramentas gratuitas que podem auxiliar seu trabalho. Separei aqui alguns links com ferramentas interessantes:
- (Dica extra, em? Monitore o conteúdo de sua concorrência nas Mídias Sociais)
Artigo publicado originalmente no .
Inscreva-se em meu canal no YouTube para receber mais dicas sobre Mídias Sociais: http://youtube.com/elisamancio
Artigo atualizado em 25/09/2016.
- Entenda a função de cada Mídia Social antes de entrar nela
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Mídias Sociais – Coleção de Links
Sabe aquela coleção de livros que temos em casa? Pois é, a ideia aqui é colocar a minha coleção pessoal de Links com personalidades, profissionais e sites que são referência na minha caminhada. Espero que curtam:
A2 AD
Boo-Box
Blog Mídia 8
Bruno Figueredo
BuzzFeed Brasil
Café com Notícias
Creative Mornings BH
Cristiano Santos
Dado Schneider
Débora Saldanha
Deezer Brasil
Digitalks
Edney Souza
Elegante Sempre
Evernote Brasil
Facebook Media
Facebook para Jornalistas
Gil Giardelli
Google Brasil
Gutenberg Almeida
IDG NOW
Implantando Marketing
Linkedin Brasil
Martha Gabriel
Mateus Rosa
Mercado Web Minas
Mídia Boom
Midiatismo
Mirna Tonus
Mulher WEB
Nicola
Padre Fábio de Melo
PR NewsWire
Priscila Stuani
Raquel Camargo
Share
Super Storm
Tatti Maeda
Twitter Brasil -
Mídias Sociais na Igreja
Há oitos anos estou trabalhando profissionalmente com Comunicação Digital e Mídias Sociais. Acessei a Internet pela primeira vez na vida em 1996. Naquela época não tinha ideia do impacto que ela teria na minha vida pessoal e profissional. Acredito que poucos de nós tínhamos ideia.
Desde minha conversão em 2003, utilizo a Internet como fonte de pesquisa e estudos para ampliar meus conhecimentos sobre Deus. Lembro de chegar no trabalho diariamente e ir em busca de um devocional no site do Lagoinha.com – site da Igreja Batista da Lagoinha, em BH, da qual sou membro. A estrutura dos sites eram muito diferentes dos que temos nos dias de hoje. Naquela época, poucas igrejas estavam na WEB. Algumas tinham apenas (e ainda tem) uma página mais institucional com uma breve apresentação sobre a igreja, localização, e ainda, dias e horários dos cultos. Nada contra as igrejas que mantém uma página assim. Mas, acredito que podemos fazer mais e melhor.
Os anos foram passando e o fato de estudar Jornalismo e me aprofundar no uso profissional da Comunicação Digital e Mídias Sociais me despertou para algo: o que a Igreja tem feito com todas estas possibilidades digitais em nossa geração? Refletindo sobre a história de Jesus pude observar que em diversos momentos ele usou das ferramentas que dispunha para alcançar as pessoas e levar a mensagem do Reino de Deus. Seja andando sobre as águas, a pé ou de jumento, ele foi e cumpriu a missão dele. Mas, e nós? Temos utilizado todos os recursos que dispomos nos dias de hoje para falar do Reino?
Sempre estive bastante envolvida em questões ministeriais, vi e participei de diversos projetos evangelísticos, impactos, vigílias, entre outras atividades. Mas, minha primeira experiência de levar a mensagem do Reino de Deus por meio da Internet, foi em 2008, quando com autorização da liderança criei o Blog da Mocidade Lagoinha. Comecei a fotografar os cultos e eventos dos jovens e anotar as palavras ministradas. Ali, fazia breves resumos para possibilitar àqueles que gostariam de estar fisicamente na igreja e não podiam, seja por morar em outra cidade/estado ou porque não tiveram como ir ao culto naquele dia, e assim, dar a chance de receber “um pouquinho” do que recebíamos ali em nossa igreja local.
Isso começou a arder em meu coração de uma maneira tão grande que comecei a pesquisar cada vez mais sobre redes sociais. Comecei a estudar e implementar estratégias de Gestão de Conteúdo especificamente para o público digital. Assim, passei pela Comunicação da Lagoinha e a assessoria de imprensa (comunicação) de vários nomes como André Valadão, Diante do Trono, Nívea Soares, Mariana Valadão, Thalles, entre outros. Fui aprendendo na teoria e na prática sobre a importância do uso adequado de cada rede social.
Quando falamos de uso adequado, soa como regras de certo e errado. Mas, não é puramente isso. A questão é, será que nossas igrejas, ministérios e nós como cristãos temos utilizado cada canal digital da maneira correta? Você entende por que precisa ter um site ou blog? Sabe que é importante produzir conteúdo específico para cada rede social? Você sabia que as redes sociais possuem características bem diferentes e que o conteúdo errado no lugar errado não terá resultado? Sabia que o número de seguidores e likes não são sinônimo de “sucesso” na Internet?
É exatamente por isso que tenho levado há cinco anos, por onde tenho ido, este papo sobre “Mídias Sociais na Igreja”. Desde então dou aulas sobre isso em três instituições diferentes e encontrado pessoas que entenderam a importância de utilizarmos as ferramentas certas e da maneira correta. Falo da importância de encontrarmos o ponto de equilíbrio na vida ON e OFFline. Refletirmos sobre a segurança pessoal e o excesso de exposição na Internet, bem como, de estratégias de Comunicação para falarmos com eficiência com o público, seja nas Igrejas, seja na WEB.
Quando falo de Mídias Sociais na Igreja, não estou apenas incentivando que as igrejas e ministérios estejam na Internet. Nem mesmo saiam criando perfis em todas as redes sociais. Mas sim, refletir sobre o alcance destas ferramentas, da eficiência e de como podemos alcançar ainda mais pessoas, além daquelas que temos alcançado em nossas igrejas locais e vizinhanças. Muitas vezes pela Internet, sua mensagem irá alcançar alguém que nunca pisaria em uma igreja. Já parou para pensar nisso? Eu penso todos os dias. E em nossa responsabilidade de ter algo tão extraordinário nas mãos e que usamos com tão pouco zelo. Espero um dia poder falar com você, nobre leitor que leu o texto até aqui, pessoalmente sobre isso. “Ide, por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15).
Elis Amâncio
Artigo publicado originalmente em 22/03/2015 – Mídias Sociais na Igreja:
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A Internet em tempo real na visão do Twitter na Campus Party Brasil 2015 – Dia 3
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A arte de polemizar
Criei o meu primeiro blog em 2003. Naquela época os blogs eram usados de uma maneira bem diferente, foi a era do diários virtuais.
Ao invés de exporem suas vidas em redes sociais – como é feito hoje – falava-se de tudo, principalmente, das questões pessoais do dia-a-dia.E assim como é hoje, o ser humano, aquele eterno insatisfeito, vive reclamando e polemizando diversos assuntos. Muitos, usando a desculpa da liberdade de expressão para enfiar o que pensam, suas convicções, goela abaixo dos outros.É amigos, não é fácil. Mas, busque o ponto de equilíbrio. Acredito que mais legal que impor o que pensa e atacar outros “de graça”, por aí, é usar o direito de também não dizer nada. A troco de quê emitir opinião sobre tudo?Fico feliz que depois de uma década os blogs tenham se especializado mais e muitos nichos são representados.Por outro lado, pelos comportamentos preconceituosos e postagens agressivas nas redes sociais vemos que nem todos avançaram. A plataforma têm evoluído, pena que os pensamentos de muitos não. -
Mídias Sociais na Moda
Talvez você tenha começado a ler este post pensando que eu falaria sobre “certo ou errado” ou mesmo escrevesse dicas sobre Moda. Só que não. Venho falar de um trabalho diferente neste segmento.
Participei esta semana do 1º Encontro de Profissionais Cristãos de Moda. E calma, continuo trabalhando com Comunicação Digital mesmo. =) Fui convidada para palestrar sobre “Mídias Sociais na Moda”. Foi um dos eventos cristãos mais incríveis que participei.
Ao chegar lá encontrei uma sala cheia de profissionais de diversas áreas da Moda: donos de marca, blogueiros, consultores, estilistas, jornalistas, etc. O discurso foi unânime: como levar o nome de JESUS CRISTO para este meio? Os participantes entendem bem como funciona o mundo da moda e a urgência de levar Jesus para os profissionais desta área.
A blogueira Mariana Simionato apresentou o Models For Christ, um projeto que participa das Semanas de Moda em Nova Iorque (Estados Unidos) e Londres (Inglaterra) e que agora está chegando ao Brasil. Mariana vai coordenar o Models For Christ Brazil. Ela compartilhou a experiência que teve ao participar como voluntária do projeto em Nova Iorque. Mariana não só trabalhaou nos bastidores da Semana de Moda, mas também pode falar de Jesus. “É importante ter sabedoria para testemunhar o nome de Jesus. É um ambiente de trabalho muito tenso, por isso, precisamos de treinamento e estratégias para atuar da maneira correta, principalmente, servindo aos profissionais, sendo suporte”.
Palestrei sobre Mídias Sociais na Moda, destacando o papel do cristão não apenas na moda, mas, nos meios digitais. Falei sobre algumas referências do segmento, destacando boas práticas, erros comuns e dicas para auxiliar no dia a dia de cada um dos profissionais. E sem perder o foco, cumprir o IDE levando a luz do Alto.“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura“. (Marcos 16.15)
“Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus“. (Mateus 5.16)
Na conclusão do evento os profissionais falaram sobre as perspectivas para um novo encontro, que em suas próximas edições devem passar por Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP. Também foi comentado sobre o formato da programação. Em breve compartilharei com vocês mais novidades aqui no Verdadeiro Jornalismo. Por enquanto é possível se comunicar com os profissionais de moda cristãos em uma Grupo no Facebook. Se você é cristão e profissional da Moda, acesse aqui.
O 1º Encontro de Profissionais Cristãos de Moda foi realizado pelos excelentes Loja Bendito, Mariana Simionato, Mari Raugust do Blog Passarela Estreita, na ESPM, em São Paulo/SP.
Se quiser, o link da apresentação da minha palestra está aqui.
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Sites e blogs legais sobre Comunicação, Redes Sociais e Marketing
Sempre recebo pedidos de colegas da Comunicação e estudantes pedindo dicas de sites e blogs legais para seguir. Então, relacionei alguns dos meus preferidos – sempre que conseguir vou atualizando a lista. Todos estão em Português:
Biblioteca virtual com mais de 500 ebooks gratuitos:
Criative DG (31 livros gratuitos):
Digitalks:
Google Play (diversos ebooks gratuitos):
Imaster:
IDG Now:IJNET (Rede de Jornalistas Internacionais):
Implantando Marketing:
Meio e Mensagem:Mídia 8:
O Melhor do Marketing (Blog):Sebrae: -
O que é essa tal de “Gestão de Conteúdo”?
Há quase uma década trabalhando em Comunicação ouvi diversos nomes para a produção de conteúdo. O que muita gente não tem consciência é que nascemos produzindo informação.Desde a primeira vez que falamos “mamãe” ou “papai”, estamos produzindo conteúdo. Começamos a ler, escrever, produzir elementos artísticos, fotografias e não paramos mais. Somos produtores de conteúdo natos. Temos consciência que produzimos e compartilhamos informações, relevantes ou não, e a esfera digital veio maximizar essa audiência. Com o acesso a tecnologia, temos publicado informações que antes eram restritas a pequenos grupos, como família, amigos e trabalho.Entretanto, ao falar sobre “Gestão de Conteúdo” no ambiente corporativo, estamos falando da produção de conteúdo estratégica. Não é produzir conteúdo sem critérios, mas, planejar, executar e monitorar os resultados deste processo.O profissional que trabalha na gestão de conteúdo é um curador. Ele tem capacidade analítica para selecionar textos, vídeos, fotos e material multimídia que represente a mensagem que ele quer compartilhar com o público, seja no ambiente ON ou OFFLINE.- Com quem vou falar?
- O que vou compartilhar?
- Por que devo publicar?
Um erro comum na Gestão de Conteúdo são marcas que querem produzir “um pouco de tudo”, tentando atingir diversos públicos ao mesmo tempo. Ao ser generalista, pode-se perder a audiência de quem procura o conteúdo que você domina. Com pesquisa e planejamento é possível descobrir que sua audiência espera que você fale sobre o tema “A”, aquele que destaca sua expertise. E não sobre os temas “B”, “C” e “D”.Esta produção depende do seu tipo de negócio, não é receita de bolo, mas análise estratégica. Um bom exemplo, é a Gestão de Conteúdo de um Shopping. Neste caso, seria interessante que ele explorasse a produção de informações, tanto a institucional, quanto sobre o universos das lojas e serviços que presta. O conteúdo produzido, as histórias geradas precisam gerar a identificação da marca e do público.Não é um monólogo, mas, um diálogo, em que o público vai querer “conversar”, seja no ambiente virtual, seja no offline. Para isso, a importância de toda instituição/marca entender como funciona a Gestão de Conteúdo e compartilhar desta linguagem com sua equipe de colaboradores. Seja o profissional que está na frente do computador, quanto o profissional que está no balcão, recebendo os clientes.* Escrevi este artigo originalmente para o Blog do O Melhor do Marketing. Conheça clicando aqui.
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A Mídia Brasileira na Copa (Overdose de Neymar)

Mineirão. Foto: Elisandra Amâncio Lembrando do motivo pelo qual criei este blog em 2007, vi que estava na hora de voltar. O Blog Verdadeiro Jornalismo surgiu da necessidade de analisar e comentar o comportamento da Imprensa para jornalistas, estudantes de Comunicação e interessados na área. Vendo que o blog mesmo sem atualização tem mais de 1 mil novos acessos por mês, quis escrever sobre a cobertura da Copa.
Estamos na última semana da Copa do Mundo da Fifa 2014 no Brasil. Há três dias o jogador brasileiro Neymar sofreu uma lesão no jogo contra a Colômbia e está fora da Copa. Depois do choque com o jogador colombiano Zuñiga, ele fraturou uma vértebra na lombar e terá de quatro a seis semanas de recuperação. Lamentável.
Mas, fazendo uma análise da mídia nestes últimos três dias, usando um pouco de eufemismo, a imprensa esta sofrendo de “overdose de Neymar”. Todos os programas de TV e telejornais têm abordado com bastante veemência a saída do jogador da Copa. Ao invés do foco estar nas quatro seleções que estão nas semifinais da competição, que são Alemanha, Argentina, Brasil e Holanda, falam ainda mais de… Neymar.
Como jornalista, fico me perguntando em que momento a linha editorial de um canal de TV, de um programa, site, jornal ou revista perdem o seu foco. Sabemos da importância do tão mencionado jogador seja em qual time (seleção) ele jogar. Mas, e os companheiros que ficaram? E os outros tantos jogadores qualificados e que também se prepararam para estar ali?
Soube por uma amiga que o Milton Neves chegou a comparar a comoção em torno da lesão de Neymar com a morte do Ayrton Senna em 1994. Como assim? Que jogada é essa em busca da audiência? Em uma rápida busca nas redes sociais é possível perceber que nem mesmo o público em geral está gostando desta enxurrada de Neymar na mídia.
Gosto de acompanhar o trabalho da imprensa esportiva brasileira, mas confesso que estou decepcionada com esta última semana de Copa do Mundo. Poderiam explorar bem mais sobre o Turismo no Brasil, conversar com os “gringos”, saber as experiências deles e do país que se preparou para receber a Copa (setor hoteleiro, comércio e serviços). Abordar mais sobre a tragédia ocorrida com a queda do viaduto em Belo Horizonte/MG que resultou na morte de duas pessoas. Existe muita pauta importante e boa para ser feita, falta é gente com iniciativa para desenvolvê-las.
Temos pelo menos mais uma semana intensa de notícias sobre o Mundial de Futebol, tomara que a Imprensa encontre um novo tom para a cobertura jornalística

