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    #BlogdaElis – O Verdadeiro Jornalismo completa 4 anos!

    Ando tão envolvida com minhas atividades diárias que nem me lembrei que dia 11 de agosto o Verdadeiro Jornalismo completou quatro anos de existência! Por mais que neste tempo não tenha me tornado uma blogueira “famosa”, mas convenhamos que para um blog pouco divulgado ter mais de quatro mil acessos por mês é muita coisa.

    Então resolvi reunir alguns brindes que guardava para uma ocasião especial como essa e dividi em 8 kits para presentear a galera que me acompanha aqui no blog e também no Twitter @elis_amancio.
    Vamos à promoção?
    Para participar é super fácil!
    1º passo: Basta entrar neste post: #BlogdaElis e deixar qualquer comentário desde que tenha a hashtag #BlogdaElis. 
    2º passo: Em seguida tweet esta mensagem: #BlogdaElis Eu estou participando da promo da @elis_amancio participe tb http://bit.ly/nVlKzQ   
    Então, são dois passos, deixar o comentário e depois tuitar com o link do blog conforme escrito acima! Só copiar e colar =).
    Serão sorteados 8 (oito) kits contendo:
    1. Um CD Fé  – André Valadão, um adesivo Mariana Valadão, chaveiro promocional;
    2. Um CD Fé – André Valadão, um adesivo Mariana Valadão, caderneta de anotações Tilibra;
    3. Um CD Fé – André Valadão, um adesivo Mariana Valadão, uma caneta do Smilinguido.
    4. Um bloco de anotações (tipo jornalista), um adesivo Mariana Valadão, uma caneta Bic Collection – edição limitada. 
    5. Um bloco de anotações (tipo jornalista), um adesivo Mariana Valadão, uma caneta promocional. 
    6. Um bloco de anotações (tipo jornalista), um adesivo Mariana Valadão, uma caneta promocional. 
    7. Um CD Bíblia Falada, um CD Ministério OBDC, um adesivo Mariana Valadão. 
    8. Um CD Bíblia Falada, um CD Renan Carvalho, um adesivo Mariana Valadão. 
    Os ganhadores não poderão escolher o prêmio, eles sairão por ordem de sorteio. A promoção vale das 00h de 21/8/2011 e termina às 23:59 do dia 22/8/2011. O resultado será divulgado na terça-feira, 23/8/2011, às 10h da manhã. Boa sorte à todos!!!

    Lembrando que os ganhadores da promoção serão avisados via Twitter e deverão disponibilizar endereço correto para receber seus presentinhos via Correios. VALENDO!

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    Hora dos resultados

    Diferentemente do amadorismo que marcou o início das ações empresariais nas mídias sociais, profissionais precisam ser capacitados e especializados para monitorar a imagem na internet

    Por Celina Aquino
     

     Elisandra Amâncio trabalha como autônoma e hoje monitora a imagem de vários clientes no mundo virtual

    Foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press

    O Twitter ainda não era febre no Brasil quando a jornalista Elisandra Amâncio, de 32 anos, teve a ideia de criar um perfil para a Igreja Batista da Lagoinha, onde fazia estágio. Isso foi no início de 2009. A proposta dela era fazer uma página institucional, que seria inovadora no segmento gospel. “Fizemos o planejamento e traçamos a estratégia num tempo em que não existia referência. Seis meses depois, o Twitter bombou. Com o sucesso do microblog, não tardou até Elisandra lançar a igreja no Orkut, Facebook e YouTube.

    A jornalista, então, resolveu investir na área e hoje trabalha como autônoma, cuidando da imagem de vários clientes no mundo virtual. Descobriu aos poucos que a internet era uma forma de melhorar a comunicação institucional das empresas. Mesmo com toda a experiência, Elisandra se considera uma analista de mídias sociais em formação, já que ainda não concluiu a pós-graduação. “Trabalho há 18 anos com informática e isso me ajuda bastante, mas quero me especializar para usar as ferramentas de maneira mais ética e profissional possível. Ainda tenho muito o que aprender”, admite.

    Elisandra está certa. Não basta gostar de internet para ser analista de mídias sociais. É preciso estudar bem o assunto, pois as empresas querem resultado. Tudo se transforma em números no mundo corporativo. É fundamental ter comprometimento e responsabilidade para aproveitar as novas oportunidades do mercado. Afinal, o profissional se torna a voz da empresa no Facebook, Orkut, Twitter, LinkedIn, YouTube, Flicker, Myspace e no blog. Outro engano: fazer parte das redes sociais não é suficiente para trabalhar com elas. “As pessoas usam e acham que entendem bem disso, mas no campo institucional o enfoque é outro. Praticamente não se faz monitoramento e mensuração no perfil pessoal. Ninguém fica contando quantos amigos tem, o número de comentários que conseguiu, por isso precisa aprender a usar no meio corporativo. Você tem que apresentar resultado e estar alinhado à empresa”, comenta o jornalista Bruno Blankenburg, que dá curso de curta duração na área.

    Bruno se considera um autodidata, mas é a favor da especialização. “É preciso se capacitar para garantir um bom serviço. A fase de tentativa e erro acabou. A ação tem que ser muito bem planejada e estruturada porque tem que dar certo. Você não pode deixar de mostrar resultado para o empregador”, afirma Bruno, que acrescenta: “Ao mesmo tempo que tem que ser pró-ativo e exercer papel de líder, tem que entender que o serviço está dentro de uma estrutura empresarial que precisa ser respeitada”.

    ALTOS CARGOS O campo de trabalho tenta se especializar rapidamente. Já existe a preocupação de formar profissionais para ocupar altos cargos nas empresas. “Hoje, o mercado demanda cada vez mais gestores que ocupem cargos estratégicos, como coordenação, gerência e até vice-presidência em mídias sociais. O profissional começa a se destacar e passa a ocupar espaço ao lado do alto escalão da empresa”, conta o coordenador do MBA em mídias sociais e gestão da comunicação digital da UNA, Fernando Leroy de Araújo. Segundo ele, o curso não ensina a criar rede social, mas a usar as informações geradas nas mídias sociais em prol da empresa.

    O profissional precisa aprender a transformar os comentários que surgem nas mídias sociais em algo que seja útil para a empresa. Aproveitar, por exemplo, uma reclamação de um cliente para sugerir uma melhoria. E fazer o empregador enxergar a oportunidade de fortalecer a marca ao se relacionar bem no universo on-line. “Independentemente do profissional, é preciso que ele tenha visão de todo o processo. Saiba calcular o retorno do investimento, não só de dinheiro, mas de quantas pessoas participaram da ação, até gerar o conteúdo que é disponibilizado. Mais do que entender a dinâmica das redes sociais é saber planejar e optar pela melhor estratégia para a empresa.”

    O estudante de relações públicas Wilson Meira, de 21, sempre foi ligado à internet e às redes sociais, mas nunca tinha pensado em trabalhar na área até receber uma proposta de estágio. “Quando surgiu essa oportunidade no mercado de trabalho, fiquei muito interessado e comecei a me especializar em web”, conta. Wilson foi convidado para monitorar a Rede Tauá de Hotéis nas mídias sociais.

    Nem quatro meses Wilson ficou como estagiário e foi contratado pela Rede Tauá de Hotéis. Seu trabalho, então, deixou de ser tão operacional e passou a ser mais estratégico. O analista de mídias sociais se forma no fim do ano e já quer engatar uma pós-graduação em marketing digital. “O profissional especializado tem uma visão mais estratégica”, pontua o estudante. “Acredito que a área é muito promissora e vai se desmembrar em outras vertentes. Hoje, o foco são os analistas, mas vão surgir profissionais mais segmentados, da área de programação, relacionamento, por exemplo, para assumir novos cargos de gerência.” É o que ele espera para a própria carreira.

    ONDE BUSCAR ESPECIALIZAÇÃO 

    ALERTSE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
    Curso de Qualificação: Obtendo resultado com as redes sociais
    Inscrições: alertse@alertsequalificacao.com.br
    Início das aulas: 6/7
    Investimento: R$ 380. Assinantes do Estado de Minas têm 50% de desconto
    Duração: 1 dia, das 9h às 16h
    Informações: (31) 3047-8799

    FUMEC
    Programa de doutorado e mestrado em administração da Faculdade de Ciências Empresariais (Face). A temática redes sociais é abordada em disciplinas específicas e no desenvolvimento de dissertações e teses.
    Inscrições: www.fumec.br
    Início das aulas: agosto
    Duração: 24 meses (mestrado) / 36 meses (doutorado)
    Investimento: 24 parcelas de R$ 1.459,00 (mestrado) / 36 parcelas de R$ 1.560,00 (doutorado)
    Informações: (31) 3269-5230

    IBMEC
    Curso de extensão: Gestão de marcas em redes sociais
    Inscrições: www.ibmec.br
    Início das aulas: agosto
    Investimento: R$ 2.470,00, com condições especiais de pagamento para matrículas antecipadas
    Duração: 3 meses
    Informações: (31) 3319-9500

    INSTITUTO DE ARTE E PROJETO (INAP)
    Curso de aperfeiçoamento: Marketing em mídias sociais
    Inscrições: www.inap.com.br
    Início das aulas: agosto
    Investimento: R$ 320 à vista ou duas parcelas de R$ 160
    Duração: 9 semanas
    Informações: (31) 3273-3330

    PUC
    Especialização em produção em mídias digitais
    Inscrições: www.pucminas.br/iec
    Início das aulas: 12/9
    Investimento: R$ 6.797,00 à vista
    Duração: 9 meses
    Informações: (31) 3319-4444

    UNA
    Curso MBA em Mídias sociais e gestão da comunicação digital
    Inscrições: www.una.br
    Início das aulas: agosto
    Investimento: turma de terça e quinta à noite (R$ 9.295,00 à vista) / turma de segunda e quarta de manhã (R$ 6.971,25 à vista). Desconto de 20% para inscrições antecipadas e de 27% para ex-alunos
    Duração: 1 ano
    Informações: (31) 3235-7300

    UNI-BH
    – Graduação tecnológica em produção multimídia
    Inscrições: www.unibh.br/vestibular
    Início das aulas: agosto
    Investimento: R$ 499,80 mensal
    Duração: 2 anos e meio
    Informações: (31) 3319-9500

    – Pós-graduação premium em marketing digital
    Inscrições: www.unibh.br/pos
    Início das aulas: agosto
    Investimento: R$11.135,00 à vista ou 18 parcelas de R$ 755,85 (valor com 15% de desconto)
    Duração: 1 ano
    Informações: (31) 3319-9500

    Leia também: De olho nas Mídias Sociais – clique aqui.

    Matéria do jornal Estado de Minas – Caderno Emprego – 19/06/2011.

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    De olho nas mídias sociais

    Mercado em expansão abre infinitas possibilidades para profissionais qualificados fazerem uma carreira de sucesso
    Por Celina Aquino
     

    Foto: Maria Tereza Correia/EM/D.A Press

    Agora não tem volta. As mídias sociais invadiram o mundo corporativo e se tornaram ferramentas estratégicas de extrema importância para as empresas que querem ampliar o relacionamento com o público-alvo, dar mais visibilidade ao negócio e até ampliar o faturamento. Bom para os profissionais interessados em trabalhar na área, já que o mercado está disposto a oferecer muita oportunidade, mas o desafio é encontrar mão de obra qualificada. Se você quer seguir uma carreira de sucesso na internet, é hora de correr para a sala de aula.

    Opção é o que não falta em Belo Horizonte. De olho no novo campo de trabalho, as instituições de ensino criaram nos últimos anos cursos de curta duração, especialização, graduação tecnológica e até linha de pesquisa em mestrado e doutorado. Só não se qualifica quem não quer. “Voltem seus olhos para o mercado de comunicação digital, que cresce mais de 20% ao ano. Aí está a chance de encontrar vagas em abundância e oportunidade de crescimento”, alerta o presidente da Associação Mineira das Agências Digitais (Amadi), Thiago Miqueri.

    Muitos profissionais que não são da área já aprenderam a lição. É possível encontrar nas salas de aula sociólogos, antropólogos, administradores de empresa, designers, advogados e engenheiros. A maioria dos alunos, porém, ainda é de publicitários, jornalistas e relações-públicas.

    Miqueri só lamenta que nem mesmo os comunicadores estão preparados para trabalhar com as mídias sociais. “A academia ainda não forma profissionais qualificados o bastante para o novo mercado, o que para mim é uma tremenda incoerência. A internet é uma das principais mídias que recebem investimento publicitário. Ela está bem atrás da televisão, mas já se igualou ao rádio, jornal e revista”, observa. O presidente da Amadi entende que o momento é de apagão da mão de obra, pois não há profissionais suficientes para atender a demanda das empresas.

    UNIVERSO ON-LINE A publicitária Mariana Figueredo Matias, de 25 anos, largou a agência da qual era sócia para trabalhar como analista de mídias sociais da Biofert. A empresa de fertilizantes queria atender diretamente o consumidor final e precisava entrar no universo on-line para interagir com os novos clientes. “Percebi que era uma ótima oportunidade. Já estava por dentro do assunto antes mesmo de ter o boom no Brasil”, explica. Valeu a aposta. A publicitária criou e monitorou por mais de um ano os perfis da empresa no Twitter, Facebook, Flicker, Orkut e YouTube e passou a dar atenção especial ao blog. Hoje, coordena todo o setor de marketing da Biofert.

    Quase tudo o que Mariana sabe aprendeu na prática, mas logo ela percebeu a necessidade de voltar a estudar. Em setembro, concluirá um curso de pós-graduação em mídias sociais. “Estamos todos sedentos de informação e é fundamental adquirir conhecimento vindo de pessoas que já estão no mercado. O curso vai me trazer know-how, que hoje é essencial. As empresas querem ter uma boa performance no ambiente digital e precisam contar com alguém capacitado, senão podem dar um tiro no pé”, analisa. A Biofert também faz sua parte: investe dinheiro na formação da funcionária. “A gente precisa se dedicar e desenvolver essa pessoa, que se torna a voz da empresa para os clientes. É um profissional precioso que exerce uma função muito nobre e de muita confiança”, reconhece a sócia-diretora, Erlana Castro.

    O exemplo da Biofert ainda é exceção, mas a tendência é que o mundo corporativo invista cada vez mais em quem entende do assunto. “O mercado em Minas está se organizando e a tendência das empresas é dar mais importância para a área de mídias sociais. Quando elas comprovarem que é estratégico estar no ambiente on-line, vão valorizar os profissionais e pagar um salário cada vez melhor”, opina o coordenador do curso MBA em mídias sociais e gestão da comunicação digital da UNA, Fernando Leroy de Araújo. Em São Paulo, tem gente que recebe de R$ 10 mil a R$ 15 mil para trabalhar na área.

    Ainda não dá para saber quanto as empresas mineiras estão dispostas a investir. Parece que não é pouco, por isso dá para dizer que o mercado é realmente promissor. Basta se qualificar.

    [Continua…]

    Matéria do jornal Estado de Minas – Caderno Emprego – 19/06/2011.

    Leia também: – Hora dos Resultados.

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    Facebook no Brasil

    Acompanhando alguns perfis no Twitter encontrei um link que aponta o Brasil chegando a 21 milhões de usuários no Facebook. Uma incrível marca para um país com mais de 190 milhões de pessoas e telefones celulares! De acordo com o site Social Bakers o Facebook no Brasil já alcança 10% da população brasileira e 27,14% da pessoas que acessam a Internet. Acesse a página clicando aqui.

    Coincidentemente assisti ontem o filme “A Rede Social” que conta a trajetória de Mark Zuckerberg na criação do Facebook e a batalha judicial dele com dois irmãos que acusaram-no por ter roubado a ideia da rede social e também do brasileiro Eduardo Saverin co-fundador do Facebook e como ele foi enganado neste processo. Para quem curte a Internet e o Facebook vale à pena assistir ao filme.

    Um dos mapas mundi mais fantásticos que já vi ilustrando todas as conexões do Facebook no mundo, até dezembro de 2010.

    O Facebook é uma das redes sociais mais famosas do mundo e ao meu ver, tem grande destaque por ter se iniciado primeiro no meio acadêmico (em Harvard – USA).

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    Quem é Elisandra Amâncio @elis_amancio?



    @elis_amancio

    Jornalismo, Assessoria de Imprensa e Comunicação Digital

    Elisandra Amâncio, conhecida como @elis_amancio, é jornalista profissional e atua há sete anos no mercado de Comunicação no Brasil. Formada em Comunicação Social – Jornalismo, pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte (MG). Cursou MBA em Mídias Sociais e Gestão de Comunicação Digital (UNA) e cursa atualmente MBA em Marketing Digital (BI Interntional). 
    A jornalista Elisandra Amâncio começou seu trabalho na comunicação como voluntária na Mocidade da Igreja Batista da Lagoinha(IBL) quando implantou um blog e começou a fazer cobertura das reuniões dos jovens e também cobertura online de eventos da IBL, entre eles, Acampamento da Mocidade, Conferência de Avivamento e todas as edições do ConfraJovem de 2008 para cá.
    Ao longo de sua experiência profissional Elisandra Amâncio tem produzido e escrito matérias, entrevistas, artigos, fotos e coberturas online (passo-a-passo/step by step) para diversas mídias. Um dos marcos de sua trajetória foi participar da implantação do perfil no Twitter do @Lagoinha_com, no princípio de 2009, em um período em que nenhuma Igreja Evangélica do Brasil possuía audiência no microblogging. “Recebi o desafio da minha editora na época, Vanessa Freitas, para estudar, conhecer e fazer a implantação do perfil @Lagoinha_com no Twitter. Foi quando criei meu perfil pessoal @elis_amancio e passei a interagir com o pessoal para entender melhor esta mídia antes de trabalhar com ela. Foi uma das melhores experiências como comunicóloga”, conta. Nesta mesma época, passou a ser conhecida como Elis, devido a sua popularidade no microblogging.   
    Ainda em 2009, Elisandra Amâncio recebeu o convite do cantor André Valadão para iniciar o trabalho de Assessoria de Imprensa com o ministério dele, onde trabalhou por cerca de quatro anos. O atendimento à imprensa do cantor foi otimizado e o envio de sugestões de pauta do cantor potencializado. A partir daí, a jornalista e assessora de imprensa começou a especializar-se na divulgação para a Imprensa de lançamentos de trabalhos culturais como CDs/DVDs e livros no segmento gospel. Entre alguns dos nomes que foram atendidos pela jornalista nestes últimos anos além de André e Mariana Valadão estão: Apóstolo Fernando Guillen, Ao Cubo, Bello Publicações (Joyce Meyer), Canzion Brasil, Daniel Romero, Discopraise, Felippe Abreu, Imaginar Design, Jó 42, Joe Vasconcelos, Léo Fonseca, Léo Portela, Lincoln Portela, Lu Alone, Mariana Valadão, Ministério Fluir, Nani Oliveira, Paulo Santana, Referência Jovem, Thalles, Sony Music Gospel e Unção de Deus. Trabalhou como assistente da Unidade Digital do Sistema Globo de Rádio (Rádio CBN-BH) implantando um sistema na Unidade Digital do grupo. 
    A experiência profissional aliada aos estudos e pesquisas tem permitido que Elisandra Amâncio seja referência nas Mídias Digitais do segmento gospel. É professora de Mídia e Ministério no Seminário Teológico Carisma (Igreja Batista da Lagoinha – BH/MG) desde 2010. E do CTMDT (Centro de Treinamento Ministerial do Diante do Trono) na disciplina Mídias aplicadas ao Ministério Pastoral. Tem ministrado a palestra sobre “Assessoria de Imprensa e suas vertentes nas instituições religiosas” e “Mídias Sociais e suas influências no Reino” em todo o Brasil. Vem se especializando na criação e implantação de projetos de Comunicação Digital e gestão de Redes Sociais e trabalhado como webwriter na produção de conteúdo digital.
    Atualmente Elisandra Amâncio é Coordenadora de Comunicação da banda gospel Diante do Trono, onde faz o atendimento à Mídia e gestão especializada das redes sociais do grupo e da cantora Ana Paula Valadão. Inclusive, coordenando as equipes de cobertura online passo-a-passo dos eventos realizados pelo grupo, com planejamento para redes sociais diversas.
    Acesse o currículo virtual de Elisandra Amâncio e conheça alguns de seus trabalhos no link: br.linkedin.com/in/elisandra
    Elisandra Amâncio nas Redes Sociais
    Instagram: @elis_amancio
    Twitter: @elis_amancio 
    Elisandra Amâncio
    Jornalista Profissional Mtb 15.491 | Assessora de Imprensa
    elis.amancio@gmail.com
    Logomarca: Marcus Castro.com | Imaginar Design.
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    Jornalismo no meio gospel

    Apesar da existência de muitos sites, blogs, revistas, programas de rádio e televisão voltados para o público gospel, é preciso reconhecer que mais do que um público-alvo, o trabalho da mídia evangélica pode ser reconhecida como editoria. Assim como cada vez mais os cursos de Comunicação Social incentivam que seus estudantes especializem-se em editorias como Política, Economia, Cidades, Esportes, Saúde, Internacional e Nacional, Cultura entre outros.

    É a hora da imprensa gospel entender que é preciso profissionais especializados e qualificados para atuar no Jornalismo Gospel. Assim como cada segmento do jornalismo as matérias desse segmento também possuem linguagem própria e peculiaridades que devem ser respeitadas. Muitas empresas de comunicação já tentaram criar revistas, jornais, sites e blogs que falem sobre o meio cristão, porém, não obtiveram boa audiência porque tentaram utilizar “receitas prontas” do jornalismo “nosso de cada dia”.

    O crente tem uma forma diferenciada para conversar, seus jargões, expressões e opiniões. Uma boa linha para acompanhar essa diferença é a área cultural. A música gospel não é tratada da mesma forma que a música do “show business”. O público evangélico está atento a letra das canções, aos ritmos, e até mesmo, ao estilo de roupa que o músico ou ministério usa. Porém, o jornalista que não está preparado para considerar expressões como “eventos” ao invés de “shows”, e “ministro” para “artista” na hora de construir sua matéria, corre o sério risco de perder o leitor, ouvinte ou telespectador antes mesmo de ter terminado de transmitir sua mensagem.

    Como jornalista cristã aprendi que não escrevo uma matéria para noticiar o fato pelo fato, a informação pela informação. Há muito mais além das palavras que escrevo, considero o lado espiritual desse trabalho, a influência que aquela notícia pode ter na vida do meu leitor, sem é claro, perder o que tecnicamente o jornalismo tem de melhor na construção da notícia. Costumo dizer que o crente precisa aprender a utilizar das técnicas, tecnologia e ferramentas criadas para a nossa profissão, no caso, o jornalista, agregando os valores que conhecemos por meio da Bíblia Sagrada. Pode parecer fácil, mas é preciso dedicação, estudos e muita, mas muita leitura para obter bons resultados.

    Não existe fórmula pronta! Apesar de muitos pensarem que para atuar na mídia gospel não seja necessário ter um diploma, posso dizer que no meu caso, a formação acadêmica fez toda a diferença na minha carreira profissional. Títulos não fazem diferença, a diferença vem dos nossos conhecimentos, força de vontade e dedicação. A imprensa necessita de pessoas qualificadas, preparadas para lidarem com as novidades. O bom jornalista, independente da editoria onde trabalha (gospel ou não) precisa saber se comportar em uma entrevista, em uma coletiva de imprensa e saber elaborar boas perguntas ao entrevistado.

    Outro dia conversando com um grande jornalista brasileiro ele compartilhou comigo que um dos motivos pelo desinteresse das pessoas para lerem entrevistas é a falta de criatividade do repórter ao construir uma pauta (lista de perguntas ao entrevistado). As entrevistas estão cada vez mais parecidas! Onde está a criatividade e o interesse por construir pautas e matérias diferenciadas? Sem essa de que é “meu dom” e pronto. Se você quer trabalhar como jornalista no meio gospel deixe a soberba de lado, vista-se com a capa de humildade, e busque conhecimentos na área. Leia jornais, revistas, sites e blogs – independente de serem do meio gospel ou não. Leia grandes entrevistas e biografias! Conheça o trabalho dos grandes jornalistas brasileiros, como bons ouvintes, tornaram-se ótimos contadores de histórias! O que não faltam são boas fontes de inspiração. Leia bons livros – independente de serem cristãos ou não – no meu caso, costumo ler dois livros ao mesmo tempo, um sobre jornalismo (rádio, televisão, internet, revistas, literaturas nacionais e internacionais) e outro cristão. Além, é claro, da Bíblia. Como você vai noticiar sobre o povo de Deus sem saber quem é o Criador? O mar está aberto, vamos atravessá-lo?

    Por Elisandra Amâncio
    Jornalista, assessora de imprensa e colaboradora do Portal Lagoinha.com

    Artigo publicado originalmente em 07/05/2010 – Lagoinha.com
    Jornalismo no meio gospel: 

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    Assessoria de Imprensa no meio Gospel

    Há pouco mais de um ano trabalho no meio gospel como assessora de imprensa. A pergunta que sempre ouço é: “o que faz um assessor de imprensa?” No Brasil a função do assessor de imprensa não é tão claro para o público, principalmente, porque fora daqui essa atividade é desenvolvida exclusivamente por Relações Públicas, os conhecidos, RPs. Pensando no constante questionamento, na maior parte das vezes, por pessoas ligadas ao meio musical, resolvi fazer meu post de estreia no Observatório Cristão falando um pouco sobre Assessoria de Imprensa.

    Como jornalista, estudei no período acadêmico sobre os diversos lados da comunicação e seus processos comunicacionais. Tecnicamente falando, o jornalista aprende na faculdade quais as melhores formas para construir o texto e a imagem afim de “segurar” o seu leitor. Sem dúvida que a relevância da informação é o ponto chave para o sucesso da comunicação. Nesses últimos anos trabalhei em rádio, agência de comunicação, site de notícias e jornal, além de fazer alguns trabalhos freelancer como repórter para revistas. Estive dos três lados da notícia: do lado de quem recebe uma sugestão de pauta, do lado de quem produz a notícia (matéria) e também do lado de quem lê.

    Convenhamos que o trabalho da mídia chamada por alguns de “secular” e o trabalho no meio “gospel” é extremamente diferente. Falo com convicção por ter migrado da primeira para a segunda. As ações exercidas por um repórter evangélico e outro não-evangélico são bem diferentes, quanto mais, em trabalhos de assessoria de imprensa. Ah! Não se assuste se você ver a identificação de assessor de “comunicação” ao invés de “assessor de imprensa”. Esta função é tão abrangente que no meio corporativo quase não se vê mais a nomenclatura “assessor de imprensa”. Isso porque as funções de um assessor não se limitam a produção de releases (sugestões de pauta) e relacionamento com a mídia, vai bem além.

    Assessor de imprensa (comunicação) é o profissional (na maioria das vezes formado em Jornalismo ou Relações Públicas) que utiliza de suas habilidades comunicacionais para orientar, sugerir ações e administrar o relacionamento do assessorado com a mídia. Vai desde sugerir ao cliente qual tipo de camisa deve vestir ao dar uma entrevista em um canal de televisão – aproveitando, evite utilizar camisas com listras finas quando for aparecer na TV, geralmente, dá sensação de vertigem ao telespectador – até gravação de spots (chamadas) para rádios divulgando a música de trabalho em arquivo MP3. Outro ponto bacana é a organização de coletivas de imprensa, que é uma convocação da imprensa para o anúncio de algo extraordinário, como uma turnê, um grande show em alguma cidade, o lançamento de um livro e por aí vai.

    Particularmente tenho utilizado das minhas habilidades jornalísticas para produzir não apenas sugestões de matérias, mas sim, enviar matérias prontas para a mídia. Se houver interesse da imprensa em aprofundar o tema, faço a mediação e agendamento da entrevista. Para cada perfil de cliente assessorado é preciso desenvolver ações diferenciadas, adequadas a necessidade dele. Como identificar qual o público do assessorado, qual tipo de mídia é mais eficiente para que ele possa atingir seu público. Por exemplo: Uma banda que atua em Goiás, em uma região onde 80% das pessoas não tem acesso à Internet, não seria eficaz fazer a divulgação de um release dele na região exclusivamente para a Internet. A divulgação será feita, porém, o assessor de imprensa deverá fazer um plano de divulgação que considere principalmente as rádios da região, canais de televisão, se houver, com agendamento de entrevista. Outro ponto interessante para quem está no interior são os jornais impressos, ponto social da cidade. Quem sabe sugerir uma entrevista exclusiva para ele?

    O importante, caro leitor, é que você entenda que o assessor a partir das informações que o assessorado passa irá desenvolver um planejamento de ações e irá orientá-lo como executá-las. O assessor de imprensa trabalha para gerar mídia espontânea. O que é isso? É fazer com que o assessorado vire notícia sem ter que comprar espaço para isso. Lembrando que se uma informação sai na mídia e é paga deveria ser taxada como publicidade (Esta última frase mereceria um post exclusivo para discutir esse tema).

    Nos últimos anos o mercado gospel tem caminhado para a busca da excelência e profissionalismo. Aquele pensamento antigo de que para Deus pode ser de “qualquer jeito”, tem caído por terra. Felizmente. Cada vez mais são necessários profissionais qualificados, treinados e antenados com as mudanças. As novas tecnologias como as mídias sociais (Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, MySpace etc) são ótimos exemplos para isso. O que parecia “modinha” de adolescente provou com todos os méritos que chegaram para ficar – pelo menos, até que se crie algo melhor. É perceptível no meio musical que estão à frente àqueles que optaram por aderir a esta movimentação. Comunicação tem tudo haver com interação.

    A questão não é mais “só” ser notícia. A questão é quem é notícia e interage com seu público. Daí a importância do assessor de imprensa que orienta, faz o diagnóstico das demandas e mantém seu assessorado alinhado com o mercado. Isso é pecado? Claro que não! Jesus, sem dúvidas foi um dos maiores comunicadores da história. Ele perguntou aos discípulos “E vocês quem dizem que eu sou?” Usou as palavras certas no momento certo e com as ferramentas que dispunha naquela época. A assessoria deve ser utilizada em sua abrangência para tornar um nome ou uma marca conhecida. A boa imagem será reproduzida e fortalecida a partir da transparência da instituição, banda, ministério ou pessoa assessorada.

    O assessor de imprensa tem como um dos principais pontos de trabalho o relacionamento que mantém com a mídia (rádio, televisão, jornais, revistas e Internet).  Lembrando que assessoria de imprensa não é marketing – que é mais voltado ao público final, enquanto o assessor de imprensa lida diretamente com os veículos de comunicação. As sugestões de matérias são encaminhadas, mas cabe à empresa de mídia decidir publicar ou não a notícia. No caso da mídia gospel há escassez na mão de obra qualificada, convenhamos que isso dificulte bastante o processo. São poucos os veículos de comunicação nesse meio que possuem jornalistas, publicitários, relações públicas ou outros profissionais que atendam à essa demanda. Em vários casos as sugestões são publicadas na íntegra, quase não há matérias e entrevistas exclusivas – ou por falta de iniciativa, ou por falta de pessoal. A boa notícia é que o próprio público gospel está mais exigente no sentido de optar por uma boa música, um bom livro, ler uma boa matéria ou usar uma grife que veste bem com estilo e que respeita os valores que a pessoa carrega.

    E quem se destaca nesse contexto todo? Com certeza, aqueles que sabem utilizar das boas ferramentas da comunicação.

    Por Elisandra Amâncio.

    Arquivo originalmente em 05/04/2010 – Observatório Cristão
    Assessoria de Imprensa no meio gospel: 

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    Assessoria de Imprensa no meio gospel

    Há pouco mais de um ano trabalho no meio gospel como assessora de imprensa. A pergunta que sempre ouço é: “o que faz um assessor de imprensa?” No Brasil a função do assessor de imprensa não é tão claro para o público, principalmente, porque fora daqui essa atividade é desenvolvida exclusivamente por Relações Públicas, os conhecidos, RPs. Pensando no constante questionamento, na maior parte das vezes, por pessoas ligadas ao meio musical, resolvi fazer meu post de estreia no Observatório Cristão falando um pouco sobre Assessoria de Imprensa.
    Como jornalista, estudei no período acadêmico sobre os diversos lados da comunicação e seus processos comunicacionais. Tecnicamente falando, o jornalista aprende na faculdade quais as melhores formas para construir o texto e a imagem afim de “segurar” o seu leitor. Sem dúvida que a relevância da informação é o ponto chave para o sucesso da comunicação. Nesses últimos anos trabalhei em rádio, agência de comunicação, site de notícias e jornal, além de fazer alguns trabalhos freelancer como repórter para revistas. Estive dos três lados da notícia: do lado de quem recebe uma sugestão de pauta, do lado de quem produz a notícia (matéria) e também do lado de quem lê.
    Convenhamos que o trabalho da mídia chamada por alguns de “secular” e o trabalho no meio “gospel” é extremamente diferente. Falo com convicção por ter migrado da primeira para a segunda. As ações exercidas por um repórter evangélico e outro não-evangélico são bem diferentes, quanto mais, em trabalhos de assessoria de imprensa. Ah! Não se assuste se você ver a identificação de assessor de “comunicação” ao invés de “assessor de imprensa”. Esta função é tão abrangente que no meio corporativo quase não se vê mais a nomenclatura “assessor de imprensa”. Isso porque as funções de um assessor não se limitam a produção de releases (sugestões de pauta) e relacionamento com a mídia, vai bem além.
    Assessor de imprensa (comunicação) é o profissional (na maioria das vezes formado em Jornalismo ou Relações Públicas) que utiliza de suas habilidades comunicacionais para orientar, sugerir ações e administrar o relacionamento do assessorado com a mídia. Vai desde sugerir ao cliente qual tipo de camisa deve vestir ao dar uma entrevista em um canal de televisão – aproveitando, evite utilizar camisas com listras finas quando for aparecer na TV, geralmente, dá sensação de vertigem ao telespectador – até gravação de spots (chamadas) para rádios divulgando a música de trabalho em arquivo MP3. Outro ponto bacana é a organização de coletivas de imprensa, que é uma convocação da imprensa para o anúncio de algo extraordinário, como uma turnê, um grande show em alguma cidade, o lançamento de um livro e por aí vai.
    Particularmente tenho utilizado das minhas habilidades jornalísticas para produzir não apenas sugestões de matérias, mas sim, enviar matérias prontas para a mídia. Se houver interesse da imprensa em aprofundar o tema, faço a mediação e agendamento da entrevista. Para cada perfil de cliente assessorado é preciso desenvolver ações diferenciadas, adequadas a necessidade dele. Como identificar qual o público do assessorado, qual tipo de mídia é mais eficiente para que ele possa atingir seu público. Por exemplo: Uma banda que atua em Goiás, em uma região onde 80% das pessoas não tem acesso à Internet, não seria eficaz fazer a divulgação de um release dele na região exclusivamente para a Internet. A divulgação será feita, porém, o assessor de imprensa deverá fazer um plano de divulgação que considere principalmente as rádios da região, canais de televisão, se houver, com agendamento de entrevista. Outro ponto interessante para quem está no interior são os jornais impressos, ponto social da cidade. Quem sabe sugerir uma entrevista exclusiva para ele?
    O importante, caro leitor, é que você entenda que o assessor a partir das informações que o assessorado passa irá desenvolver um planejamento de ações e irá orientá-lo como executá-las. O assessor de imprensa trabalha para gerar mídia espontânea. O que é isso? É fazer com que o assessorado vire notícia sem ter que comprar espaço para isso. Lembrando que se uma informação sai na mídia e é paga deveria ser taxada como publicidade (Esta última frase mereceria um post exclusivo para discutir esse tema).
    Nos últimos anos o mercado gospel tem caminhado para a busca da excelência e profissionalismo. Aquele pensamento antigo de que para Deus pode ser de “qualquer jeito”, tem caído por terra. Felizmente. Cada vez mais são necessários profissionais qualificados, treinados e antenados com as mudanças. As novas tecnologias como as mídias sociais (Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, MySpace etc) são ótimos exemplos para isso. O que parecia “modinha” de adolescente provou com todos os méritos que chegaram para ficar – pelo menos, até que se crie algo melhor. É perceptível no meio musical que estão à frente àqueles que optaram por aderir a esta movimentação. Comunicação tem tudo haver com interação.
    A questão não é mais “só” ser notícia. A questão é quem é notícia e interage com seu público. Daí a importância do assessor de imprensa que orienta, faz o diagnóstico das demandas e mantém seu assessorado alinhado com o mercado. Isso é pecado? Claro que não! Jesus, sem dúvidas foi um dos maiores comunicadores da história. Ele perguntou aos discípulos “E vocês quem dizem que eu sou?” Usou as palavras certas no momento certo e com as ferramentas que dispunha naquela época. A assessoria deve ser utilizada em sua abrangência para tornar um nome ou uma marca conhecida. A boa imagem será reproduzida e fortalecida a partir da transparência da instituição, banda, ministério ou pessoa assessorada.
    O assessor de imprensa tem como um dos principais pontos de trabalho o relacionamento que mantém com a mídia (rádio, televisão, jornais, revistas e Internet). Lembrando que assessoria de imprensa não é marketing – que é mais voltado ao público final, enquanto o assessor de imprensa lida diretamente com os veículos de comunicação. As sugestões de matérias são encaminhadas, mas cabe à empresa de mídia decidir publicar ou não a notícia. No caso da mídia gospel há escassez na mão de obra qualificada, convenhamos que isso dificulte bastante o processo. São poucos os veículos de comunicação nesse meio que possuem jornalistas, publicitários, relações públicas ou outros profissionais que atendam à essa demanda. Em vários casos as sugestões são publicadas na íntegra, quase não há matérias e entrevistas exclusivas – ou por falta de iniciativa, ou por falta de pessoal. A boa notícia é que o próprio público gospel está mais exigente no sentido de optar por uma boa música, um bom livro, ler uma boa matéria ou usar uma grife que veste bem com estilo e que respeita os valores que a pessoa carrega.
    E quem se destaca nesse contexto todo? Com certeza, aqueles que sabem utilizar das boas ferramentas da comunicação.
    Por Elisandra Amâncio.
    Publicado originalmente no site Observatório Cristão.