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    Digitalks BH – Fórum de Marketing Digital


    O Digitalks que é um Fórum de Marketing Digital realizado em mais de 10 cidades no Brasil está chegando aqui na terrinha do Pão de Queijo. Na próxima semana (30/10) o evento vai ser realizado em Belo Horizonte/MG.

    Profissionais de marcas como Google, Facebook, Coca-Cola fazem parte da programação. E aqui no Blog Verdadeiro Jornalismo você consegue um super desconto de 20% para participar. Eu estarei lá e espero ver você! Corra, as vagas são limitadas!

    Inscreva-se aqui http://bit.ly/digitalks_bh
    Código de desconto: DBH2014

     
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    Vontade de escrever…

    Sabe aqueles dias que você se sente inquieto, com vontade de extravasar, mas não sabe como? “No que se refere…” – os mais inteligentes entenderão – ao jornalismo, minha vontade é de escrever.

    Estou há oito anos no Jornalismo. Desde o 1º período da faculdade até agora, muita coisa mudou. Principalmente, meu conceito sobre a profissão do jornalista. Tenho lido livros, artigos, sites, blogs e revistas. Participo de diversos eventos de comunicação, tecnologia e afins. Mas, o que vejo, é muito “mais do mesmo”.

    Pessoas que se intitulam profissionais, mas não estão profissionalizando nada, estão desqualificando uma categoria. Lembro de quando criei este blog com o nome “Verdadeiro Jornalismo” sonhava partilhar aqui, devaneios sobre os afazeres laborais da categoria. Por um tempo, fui ávida blogueira, discutindo as pautas do dia na mídia. Comentando a postura editorial de alguns grupos de comunicação.

    O tempo é bom. A maturidade chega. E com ela ensinamentos importantes, como por exemplo, que tão importante quanto informar, é saber calar. Opiniões e críticas sem fundamento, são meros desabafos. Mas, porque ainda assim, esta profissão é tão apaixonante?

    Trabalho em um setor que tem um público muito diferenciado, que é o Gospel – evangélico. Assim como as editorias de Política, Economia, Cultura e Esportes, ela também tem uma linguagem própria. Tenho aprendido muito nos últimos anos sobre a importância de se comunicar da maneira correta. De dar voz ao povo evangélico, falando de suas convicções, princípios e ética, sem usar o recurso dos jargões.

    Não é apenas assessorar alguém, escrever bem para uma mídia. Mas, criar no seu público o senso crítico necessário para entender quando algo publicado é uma notícia ou informe publicitário. Se você não trabalha neste meio ou não tem nenhum tipo de vínculo nesta área, não se sinta constrangido por não saber.

    Este papel é nosso, dos profissionais que trabalham neste segmento. Costumo dizer que sou uma entusiasta da Comunicação Digital. E no que depender de mim, vou sempre falar da importância da Comunicação para quem não é desta área. #LoveMyJob <3

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    O que é essa tal de “Gestão de Conteúdo”?

    Há quase uma década trabalhando em Comunicação ouvi diversos nomes para a produção de conteúdo. O que muita gente não tem consciência é que nascemos produzindo informação.

    Desde a primeira vez que falamos “mamãe” ou “papai”, estamos produzindo conteúdo. Começamos a ler, escrever, produzir elementos artísticos, fotografias e não paramos mais. Somos produtores de conteúdo natos. Temos consciência que produzimos e compartilhamos informações, relevantes ou não, e a esfera digital veio maximizar essa audiência. Com o acesso a tecnologia, temos publicado informações que antes eram restritas a pequenos grupos, como família, amigos e trabalho.

    Entretanto, ao falar sobre “Gestão de Conteúdo” no ambiente corporativo, estamos falando da produção de conteúdo estratégica. Não é produzir conteúdo sem critérios, mas, planejar, executar e monitorar os resultados deste processo.

    O profissional que trabalha na gestão de conteúdo é um curador. Ele tem capacidade analítica para selecionar textos, vídeos, fotos e material multimídia que represente a mensagem que ele quer compartilhar com o público, seja no ambiente ON ou OFFLINE.

    • Com quem vou falar?
    • O que vou compartilhar?
    • Por que devo publicar?

    Um erro comum na Gestão de Conteúdo são marcas que querem produzir “um pouco de tudo”, tentando atingir diversos públicos ao mesmo tempo. Ao ser generalista, pode-se perder a audiência de quem procura o conteúdo que você domina. Com pesquisa e planejamento é possível descobrir que sua audiência espera que você fale sobre o tema “A”, aquele que destaca sua expertise. E não sobre os temas “B”, “C” e “D”.

    Esta produção depende do seu tipo de negócio, não é receita de bolo, mas análise estratégica. Um bom exemplo, é a Gestão de Conteúdo de um Shopping. Neste caso, seria interessante que ele explorasse a produção de informações, tanto a institucional, quanto sobre o universos das lojas e serviços que presta. O conteúdo produzido, as histórias geradas precisam gerar a identificação da marca e do público.

    Não é um monólogo, mas, um diálogo, em que o público vai querer “conversar”, seja no ambiente virtual, seja no offline. Para isso, a importância de toda instituição/marca entender como funciona a Gestão de Conteúdo e compartilhar desta linguagem com sua equipe de colaboradores. Seja o profissional que está na frente do computador, quanto o profissional que está no balcão, recebendo os clientes.

    Elis Amâncio

    Artigo publicado originalmente em 20/06/2014 – O que é essa tal Gestão de Conteúdo [O melhor do Marketing]: 

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    RECOMEÇO

    Não gosto de escrever títulos em letra maiúscula, mas hoje o papo é realmente diferente e merece destaque.

    De férias neste mês de janeiro, tive tempo para refletir sobre muita coisa. Deus, vida, família, amigos, trabalho, redes sociais… e claro, minha vida de blogueira.

    Há cinco anos (e alguns meses) comecei a escrever este blog, o Verdadeiro Jornalismo. Na época acadêmica em Comunicação Social, decidi falar por meio de textos sobre o cotidiano jornalístico expondo minha opinião sobre notícias, a produção delas, o comportamento da mídia, dicas de cursos, livros e eventos legais.

    Creio que venho cumprindo bem esse papel, até mesmo pelo número de acessos que o blog tem e o tempo gasto neles. Mas a realidade é que não tenho conseguido postar tanto quanto gostaria.

    Férias é bom, né? E refletindo sobre tudo isso com a cabeça mais tranquila decidi migrar todo o conteúdo que produzo, independente de serem relacionados à comunicação, redes sociais e marketing digital, como também sobre música gospel – área que atuo com muita frequência – para o meu domínio www.elisamancio.com.br.

    Antes pensava em manter dois espaços distintos, este para falar de comunicação de uma maneira mais solta e o outro mais “factual” apresentando meus jobs. E com a cabeça tranquila vi que é melhor canalizar tudo em um só lugar.

    Espero que em 2013 consiga compartilhar conteúdo relevante e interassante para todos vocês que passam aqui. Vejo vocês no http://dicasdaelis.tumblr.com  =)

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    5 anos de Verdadeiro Jornalismo

    Este ano meu blog Verdadeiro Jornalismo completou cinco anos! Apesar do aniversário do blog ter sido em agosto, somente agora em dezembro vamos celebrar esta data vou fazer sorteios de livros, CDs, DVDs, caderninhos e outros mimos que estava guardando para este momento especial.

    Também celebramos a parceria com a loja virtual de mimos geek IG SHOP que vai enviar alguns presentinhos. Aproveitei o fim de ano e adquiri alguns mimos do site IG Shop para presentear meus clientes www.elisamancio.com.br.

    Na próxima semana divulgarei as promoções do aniversário do blog

    Aguardem!!!

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    Terapia virtual: Excluindo amigos do Facebook

    Lembro quando recebi convite para o Orkut ainda no início de 2004, um famoso site de relacionamento – como dizia a imprensa quando se referia à ele. A dinâmica girava em torno de ter muitos amigos e conhecer gente do mundo todo. Quanto mais o tempo passava, mais as pessoas pensavam – inclusive eu – que era importante ter muitos amigos.

    “Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar”, já dizia Roberto Carlos.

    Mas a verdade é que o Orkut só te permitia ter no máximo mil amigos… E quantas pessoas criavam perfis 1, 2 e 3 por terem mais do que mil amigos em cada perfil?!? (What?)O tempo passou e tantas outras redes sociais surgiram (no contexto de Brasil). Lembro que o Orkut ainda estava no auge quando no início de 2009 criei meu perfil no Facebook e Twitter.

    Ao chegar no Facebook encontrei apenas quatro amigos do Orkut que já estavam ali. As pessoas no Brasil odiavam o Facebook. As comunidades virtuais continuavam em alta no Orkut e acredito que as atualizações do Face (dá licença, sou íntima da rede) trouxeram essa nova audiência aos poucos, principalmente do segundo semestre de 2011 para cá.

    Uau, quanta volta para falar sobre “excluir amigos”. A verdade é que ao chegar no Facebook convidei todos os meus quase mil amigos do Orkut para a “novidade”. Aos poucos eles foram migrando, trazendo outros amigos e indicações. Confesso que ainda pensava como no Orkut: “quanto mais amigo melhor”.

    Até que um dia… em meados de 2010 essa infinidade de amigos (pois o Face possibilita até 5mil) começou a me trazer alguns constrangimentos. Enquanto o Facebook criava as fanpages, chamadas no Brasil de Páginas, comecei a entender a dinâmica de uma maneira bem diferente. “Eureka! Quanto mais amigos selecionados melhor!!!”

    Ali nasceu um novo processo de terapia para o meu dia a dia. A cada vez que me deparo com um engraçadinho que posta uma foto obscena, uma piada de mau gosto ou mensagem preconceituosa, tenho o imenso PRAZER de ir ao perfil do “dito cujo” e “desfazer a amizade”.

    Pode soar cruel, mórbido ou humor negro. Podem chamar do que for, mas o meu maior prazer hoje no Facebook (e outras redes sociais: Twitter, Instagram, Linkedin, Pinterest, e afins.) é excluir amigos, os maus amigos, aqueles que não oferecem conteúdo do meu interesse. Acredito que uma das grandes conquistas da Internet é poder escolher quem você quer seguir, seja pela relevância do conteúdo, amizade ou admiração.

    Amizades precisam ser sadias, inclusive nas redes sociais. De que adianta ter um milhão de amigos, mas sequer nunca ter trocado uma mensagem com ele? Cada vez mais tenho feito este filtro. E que me perdoem os carentes que não gostam de serem “excluídos” ou levarem “unfollow”, mas a realidade é que precisamos ser cada vez mais nós mesmos do que criar avatares e estereótipos virtuais.

    Vejo muita gente que conheço nas redes sociais que são tão perfeitos, inteligentes, engajados e concentrados em seus perfis, mas que pessoalmente, não conseguem falar um frase coerente. Temos vivido a era da inteligência digital, do compartilhamento, mas também a era da imbecilidade. Ouvi diversas vezes a frase que “menos é mais”. E sinceramente? É mesmo.

    Sair emitindo a opinião de tudo quanto é assunto, compartilhando tudo quanto é foto e curtindo qualquer bobagem postada te faz um consumidor e disseminador de conteúdo duvidável, no mínimo. Se você leu esta crônica até aqui, posso falar abertamente… Claro, amo Internet, tecnologia e redes sociais – quem convive comigo sabe disso muito bem – mas estou cada vez mais seletiva com as pessoas que fazem parte das minhas redes.

    Todos reclamam da falta de tempo e da correria… mas já parou para pensar em quantas horas por mês você perde lendo informação, vendo vídeos ou fotos totalmente SEM IMPORTÂNCIA? Precisamos ser mais seletivos sim. Time is money? Não apenas isso, mas tempo é conhecimento. Não troque sua vida real pela virtual simplesmente.

    Conheço muita gente, não tenho um milhão de amigos =) mas já fiz amigos pela Internet que conheci pessoalmente depois, já reencontrei amigos que conheci há muitos anos pessoalmente e que agora estão na Internet, já aprendi (e aprendo) muito com palestras, cursos e mensagens em vídeo que estão no YouTube, já me diverti vendo vídeos engraçados (amo o canal Improvável, ótimo para aliviar o stress #ficadica) e tenho amigos virtuais que talvez nunca encontre pessoalmente, mas tenho um carinho muito especial. Mas a questão é… até que ponto você deve consumir todo esse conteúdo, seguir e ser seguido por toda essa gente e também dar intimidade para as pessoas?

    Quantas vezes sinto que minha privacidade foi invadida? Por outro lado, até que ponto exponho minha vida? Vivi diversas situações com pessoas que pegam meu telefone, MSN (graças à Deus que ele tem os dias contados) ou meu email e se acham íntimos, no direito de até me questionar sobre meus trabalhos e meus clientes?

    E se de repente, já te exclui da minha “rede”, entenda, a Internet te dá liberdade para seguir quem você quiser, mas isso não obriga o “outro” a te seguir. Direito de ir e vir? Sim, também nas ondas digitais. Faz parte da vida lidar com perdas, inclusive, as virtuais. Não #morra porque alguém te excluiu ou deu unfollow, mas entenda que é direito da outra pessoa escolher.

    Por isso, caros amigos, me perdoem a confissão, mas realmente AMO excluir amigos no Facebook. É como tirar tudo que está dentro do armário para fora e ir guardando somente o necessário, organizado, tudo limpo e claro. Tenha o cuidado de manter por perto pessoas coerentes, sinceras e que curtem você. Corra de pessoas mal humoradas, invejosas, pessimistas e mentirosas. Já percebeu como é deprimente seguir determinadas pessoas que “tudo” para elas está ruim? #PenseNisso

    Pratique o desapego! Pratique excluir amigos no Facebook! É uma terapia e tanto, precisam tentar!

    “A ninguém te mostres muito íntimo, pois familiaridade excessiva gera desprezo”, by Tomás de Aquino, via Danilo Fernandes no Twitter.

    #FicaDica =)

    Elis Amâncio

    Artigo publicado originalmente 23/11/2012 – Terapia virtual: Excluindo amigos do Facebook – 

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    Um chamado, uma missão

    Logo quando reconhecemos Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas sentimos arder no coração o chamado natural que é falar deste lindo amor para as pessoas. Com o passar dos dias aprendemos acerca da criação e de tantos outros temas com olhares e ouvidos mais atentos e o coração aberto para seguir em frente com Jesus. As dúvidas surgem e nada melhor do que saná-las na própria Palavra de Deus.

    Chega a ser singelo a maneira como as pessoas falam do nosso “chamado, nossa missão” como filhos e filhas de Deus na terra. Sair pelo mundo, cumprindo o IDE (Marcos 16.15-16). Afinal, para que mesmo eu vim parar neste mundo?

    Ao longo destes poucos anos de caminhada com Cristo conversei com centenas de pessoas. Uns compartilham com muita alegria, entusiasmo e convicção sobre seus “chamados”. Outros vivem o dilema de não saberem ainda o que fazer.

    Na área da música onde atuo profissionalmente como assessora de comunicação, não é diferente. Gravar ou não um CD, gravar ou não um DVD, fazer ou não o tal vídeo-clipe, cobrar ou não cachê?

    Acredito que todas as respostas estão em nosso coração. Sim, a tal motivação. Sério, a motivação no coração das pessoas dizem tudo sobre o que elas realmente são. Creio que independente da atitude tomada diante de algum questionamento o mais importante é ter convicção de que estamos realmente fazendo algo que Deus faria.

    O simples lucro por lucro, dinheiro por dinheiro ou fama por fama não preenchem o vazio do coração de ninguém. Por mais que se tente disfarçar usando uma linda máscara, embrulho de presente ou sorriso meigo, não vão convencer o Criador de suas falsas intenções. Ele sonda e conhece nosso coração (Salmos 139.1). E confesso que esta é realmente minha grande alegria. Posso até não conhecer o coração de quem me procura para fazer um trabalho ou divulgar uma música… mas me conforta saber que Deus tudo sabe.

    Ao estudar a Bíblia com mais cautela vemos a sinceridade de Abraão ao interceder por seu sobrinho Ló antes da destruição de Sodoma e Gomorra (Gênesis 18). O fato de Abraão ter aberto o coração para Deus sem qualquer tipo de frescura e demonstrar que algo realmente o afligia me motiva a ser cada dia mais sincera com o Senhor. Mesmo em meio aos questionamentos de Abraão, Deus pacientemente respondeu a ele, e o melhor, ouviu seu clamor salvando Ló e suas duas filhas (só não salvou a esposa, pois, desobediente olhou para trás e se tornou uma estátua de sal).

    A Bíblia é assim repleta de histórias magníficas, de pessoas que como eu e você vivem suas lutas diárias, mas que em algum momento tiveram que verdadeiramente escolher confiar em Deus e descansar Nele.

    Creio que nosso chamado, nossa missão não seja somente aquilo que fazemos de melhor. Mas aquilo que Deus nos desperta para fazer. Cada ser humano é único e tem oportunidades para exaltar o nome do Senhor Jesus aqui na terra. Independente do que você faz hoje, faça com sinceridade de coração, buscando agradar à Deus e não homens (nem mesmo seu próprio ego) – Gálatas 1.

    Hoje é o dia de uma nova chance. Arrependa-se e escolha servir, este é o nosso chamado. Aquele que quer ser o maior, que sirva à todos (Marcos 9.30-37).

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    Com credibilidade não se brinca

    Um bom jornalista produz matéria pensando no famoso “lead” que responde as seis perguntas básicas do jornalismo: O quê? Quem? Quando? Como? Onde? Por quê? 

    Com credibilidade não se brinca. Nem com a nossa, nem com a de nossos clientes. Quem se propõe a produzir e compartilhar informação deve pensar, planejar e organizar para que a comunicação seja eficiente e respeite, sobretudo, a inteligência do público.

    Pensando pelo lado técnico é tudo muito simples. Entretanto, a habilidade, os conhecimentos gerais e específicos, a experiência ao longo da carreira e talentos do comunicólogo também vão auxiliar nesse processo de construção da informação. 
    Quando se fala de comunicação digital a “coisa” esquenta mais um pouco. O fato é que os conhecimentos estão muito mais acessíveis do que há 20 anos. Livros, apostilas, ebooks, cursos gratuitos, seminários online, blogs e sites especializados tem recheado a vida dos jornalistas e assessores de imprensa de novas ferramentas e estratégias. 
    O problema no atual contexto virtual no qual vivemos é que todos se julgam especialistas em alguma coisa: analista de mídias sociais, jornalistas, publicitários, marketing, ecommerce, assessores de imprensa (e por que não, acessores?) e por aí vai. Mas o conhecimento nem sempre é uma especialização. O fato de gostar de redes sociais não quer dizer que você é um especialista.
    E nesse contexto tenho visto muitos “assessores de imprensa” trabalhando por aí e brincando com a credibilidade de seus assessorados. Para começar, o assessor de imprensa é responsável por cuidar do relacionamento do assessorado com a mídia, visando tornar conhecido e fortalecer a marca (nome) de maneira positiva. 
    Claro que para um trabalho bem feito como assessor de imprensa é importante considerar os canais por onde o assessorado se relaciona. Além da própria imprensa, estão o site e também as redes sociais como perfis no Twitter e página no Facebook (considero que seja do seu conhecimento não ter um perfil e sim um fanpage). Fazer a análise SWOT do assessorado vai ajudar a identificar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças produzindo estratégias mais eficazes e inteligentes para cada cliente.
    A imagem do assessorado é a a pedra preciosa que o assessor de imprensa vai cuidar, zelar e melhorar ao longo do tempo. E pensando em tudo isso é que me pergunto com frequência qual o motivo que leva profissionais desta área a serem tão “copiosos” nessa função. No sentido de copiar ações erradas e replicá-las com seus clientes sem qualquer critério ou análise.
    Uma das ações em assessoria de imprensa no âmbito digital que mais tenho visto – e que realmente incomoda – são assessores que atualizam os perfis de seus clientes no Twitter ou na página do Facebook utilizando a expressão [Assessoria] para identificar que o tweet ou post foram feitos pelo assessor e não pelo “dono” do perfil.
    Não consigo entender como os próprios assessorados ainda não perceberam que esse tipo de ação descredibiliza o perfil ao invés de fortalecê-lo como nome/marca. O público passa a não acreditar que é o dono do perfil quem atualiza suas redes sociais e perde audiência e credibilidade com o tempo.
    Uma alternativa para publicar notícias que não são escritas pelo assessorado é criar um perfil alternativo para tal finalide (ex. @imprensaElis), exclusivo para o assessor de imprensa atualizar. Neste caso, o perfil do assessorado poderia retuitar as informações de sua assessoria, seria simples e profissional. 
    O mais importante é o assessor de imprensa e o assessorado compreenderem que ao publicar um tweet ou post no Facebook identificado como [Assessoria], seria o mesmo que você gritar: “Olá, não tenho tempo para falar com vocês, por isso meu assessor de imprensa é quem fala”. 
    O grande sucesso das redes sociais é a possibilidade do público falar com personalidades e marcas sem utilizar “atravessadores”. Existem outros mecanismos como agendar tweets – sem o famoso [Assessoria] pelamordeDeus – ou preparar tweets para serem postados pelo assessor ao longo da semana. 
    A maioria dos meus clientes preferem eles mesmos atualizarem seus perfis. Acho ótimo. Não por questões de dar ou não trabalho. Mas como assessora de imprensa e jornalista sempre busco orientar meus assessorados sobre o conteúdo que eles publicam. Digamos, uma espécie de consultoria. 
    Minha dica é: otimize o seu relacionamento com o público. Se você é assessor de imprensa, reflita sobre as ações que tem desenvolvido com sua equipe e procure melhorar isso. Se você é o assessorado, chame o seu assessor para um bate-papo. Se você trabalha em outra área mas também participa de ações que “maquiam” ações nas redes sociais, chame sua equipe para uma conversa e busquem soluções inteligentes para conversar com seu público com credibilidade e inteligência.
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    O que é Assessoria de Imprensa? – Parte 3 – O papel do Assessor de Imprensa

    Por Elisandra Amâncio*

    A pergunta que mais ouço como assessora de imprensa é: “Sou assessorável? Não sou famoso, seria possível fazer um bom trabalho de assessoria?” Sempre respondo que sim. Mas claro, ações bem sucedidas dependem do intenso diálogo entre o assessor e o assessorado. Esse relacionamento pode inspirar estratégias novas e diferenciadas, inclusive, fugindo dos clichês da assessoria, como a mera confecção e distribuição de releases.

    Muito se vê e se lê sobre o que faz um assessor de imprensa. Entretanto é importante lembrar que atualmente as funções do assessor de imprensa vão além do relacionamento com a mídia. É comum em algumas empresas e instituições encontrar o nome de assessor de comunicação ao invés de “imprensa”. Ali o profissional acumula outras atividades como coordenar estratégias e equipes não somente de relacionamento com a mídia, mas também como publicidade e marketing.

    Cada assessor de imprensa tem uma metodologia de trabalho. O perfil de quem trabalho dentro de uma empresa (assessor exclusivo) difere do assessor que trabalha em uma agência que atende vários clientes ou mesmo do assessor que trabalha como autônomo. No meu caso, costumo dizer que sou uma “EUgência”. Atendo alguns nomes como assessora de imprensa e traço estratégias para cada um conforme a necessidade e os alvos do cliente.

    Quando alguém me procura querendo saber meu “valor” procuro melhorar esse contato “puxando” mais informações do projeto do possível cliente antes de dar o preço – o famoso breafing. É importante montar uma proposta de trabalho personalizada e que considere detalhes importantes da personalidade de quem será assessorado. O valor vai dentro da proposta. E como o próprio nome diz, são sugestões de possíveis ações que o assessor vai desenvolver no período dos serviços prestrados.

    É bem comum pessoas/ministérios/instituições que contratam uma assessoria de imprensa temporária para fazer o lançamento de algum produto ou serviço especificamente. É uma ação interessante e eficiente, mas não se compara ao trabalho feito a médio e longo prazo. O ideal é manter uma assessoria constante para otimizar ações, mas nem sempre é possível por falta de recursos financeiros, falta de investidores etc.

    Depois do contrato assinado o papel do assessor de imprensa é fazer um breafing mais profundo, ou seja, é nessa fase que o assessor vai conhecer a história do cliente, pesquisar o que já saiu sobre ele na mídia, nas redes sociais, traçar as metas do primeiro mês de trabalho. Particularmente, gosto de fazer o release institucional (biografia/perfil) antes de qualquer outra ação. É muito importante ter um bom texto apresentando o cliente.

    Em seguida analiso o site e redes sociais do assessorado e faço um relatório com sugestões de ações para melhorar o conteúdo destas redes. Nem sempre sou contratada para atualizar estas redes, mas é possível manter todos os canais atualizados sem sobrecarregar o assessor, o assessorado e a equipe que trabalha diretamente com ele.

    Na maioria das vezes é na terceira semana de assessoria de imprensa que faço a primeira divulgação do meu assessorado para a imprensa. Até ali tudo precisa estar ajustado, o release institucional, o site e as redes sociais atualizadas, o release do projeto que será foco da primeira ação pronto e devidamente aprovado pelo assessorado. É preciso estar atento com o uso de fotografias e vídeos, dar o devido crédito a quem fez cada trabalho.

    Um dos papeis do assessor de imprensa é fazer constantes reavaliações das estratégias colocadas em prática. Não adiante colocar o assessorado como colunista de uma revista se o “forte” dele não é escrever. Não adianta insistir em gravar vídeos e postar no YouTube se o cliente não se sente bem fazendo vídeos ou fica mecânico demais. E mais uma vez voltamos à palavra “bom senso”. O assessor precisa identificar quais os pontos fortes do assessorado e explorá-lo o máximo que puder em favor de sua imagem.

    Até algum tempo atrás o assessor de imprensa media os resultados de seu trabalho fazendo o relatório de clipping – que é o relatório com tudo o que saiu do assessorado na imprensa. A Comunicação não é uma ciência exata. Apesar de muita gente pensar que resultado de assessoria de imprensa se reverte em números, sou defensora de que a análise de sentimentos é muito mais importante.

    O processo de consolidação e construção da marca vai muito além do retorno financeiro. Com o aumento do uso das redes sociais percebemos como a relação do público X marca melhorou. Principalmente para aquelas marcas que decidiram dar ouvidos ao seu público e também fazer algo com a informação que recebe.

    Se alguém comprou seu CD em um evento que você participou e ao chegar em casa essa pessoa descobriu que o CD estava com defeito (isso acontece mais do que você possa imaginar). Geralmente o primeiro meio que procura para “reclamar” seus direitos é uma das redes sociais do cantor. E se você não tem uma equipe qualificada, um assessor antenado com essas novas mídias, correrá o risco de manchar sua imagem por um atendimento mal feito.

    A questão não é somente ESTAR nas redes sociais. Mas saber usá-las. Sempre que um assessorado me diz que quer estar em uma nova rede social eu pergunto o motivo. Se a razão for exclusivamente “porque todo mundo tem”, “é nova”, “ouvi falar que vai bombar”. Não são bons argumentos. O assessor de imprensa tem tido uma função importante ao orientar seu cliente sobre isso. Afinal de contas, ele é o profissional que pensa estrategicamente todo o conteúdo que é construído, compartilhado e repercutido.

    *Elisandra Amâncio
    Jornalista Profissional, assessora de imprensa e webwriter. Trabalha há quatro anos como assessora de imprensa de diversos nomes da música gospel nacional. É vencedora do 1º Concurso Cultural de Inteligência Digital (dez/2011) na categoria “Desenvolver” com o artigo “Gospel Digital”.
    Site: www.elisamancio.com.br
    Twitter: @elis_amancio

    Fonte: Supergospel

    Artigo publicado originalmente em 27/02/2012 – Super Gospel
    O que é Assessoria de Imprensa – Parte 3 – O papel do assessor de imprensa: 

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    O primeiro site “a gente” nunca esquece…

    Em quase cinco anos trabalhando como assessora de imprensa e jornalista no âmbito profissional sempre tive vontade de ter o meu próprio site.

    Simples, direto e objetivo. Sempre planejei, sonhei, mas por um motivo ou outro era impossibilitada de criar uma nova página. Ao longo da caminhada sempre encontramos pessoas dispostas a ajudar e a “incrementar” esse sonho.

    A criação da minha logomarca é assinada pela agência Imaginar Design, do Marcus Castro. Ele conseguiu colocar em uma logo algumas das minhas cores preferidas, o conceito de comunicação e seriedade. E em seguida, chegou o designer Nathan Schutz, um talentoso rapaz de SC, que conseguiu aliar a identidade visual da minha marca com o que gostaria de publicar na Internet.

    Foi difícil e demorado preparar esse material para colocar no ar, também algumas noites mal dormidas, mas o resultado foi amplamente satisfatório. Sem dúvidas, nunca vou esquecer desse processo preparatório para chegar em minha primeira “página” online. Espero que gostem!

    E, claro, acessem o site www.elisamancio.com.br!